No dia 29 de agosto de 2018, às 18h, foi realizado no Rio de Janeiro o II Colóquio de Culturas Digitais. O evento aconteceu na Sala de Cursos da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB).
No II Colóquio, o tema “Novas tecnologias em tempos de crise” foi analisado pelos pesquisadores Paulo Faustino, da Universidade de Porto (Portugal), Renata Tomaz, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e Eula D.T.Cabral, da FCRB.
Se você quiser ver e rever este evento, clique aqui.
Centro-Oeste no mapa do ciberespaço: compartilhando informações sobre Jornalismo, em suas diferentes especializações e diversas interfaces, para profissionais, professores, escritores, pesquisadores, concurseiros, estudantes, e entusiastas (desde 2008).
sábado, 1 de setembro de 2018
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Câmara Municipal de Cáceres (MT) abre vaga para jornalista e operador de áudio e vídeo
Câmara de Cáceres (MT) abriu vaga para jornalista e operador de áudio e vídeo.
Leia o Edital. Inscrição: 24 de setembro a 21 de outubro.
Leia o Edital. Inscrição: 24 de setembro a 21 de outubro.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
Revista Trama publica dossiê Gênero e Indústria Criativa: Produção, Representação e Consumo
O comitê científico da revista Trama: Indústria Criativa em revista (ISSN 2447-7516) apresenta em sua nova edição o Dossiê Gênero e Indústria Criativa: Produção, Representação e Consumo, dedicado a memória da vereadora Marielle Franco.
Os artigos do Dossiê tratam do “corpo e seus desdobramentos em meio à Industria Criativa, estabelecendo relações entre consumo e inclusão através das redes”.
O sexto volume da TRAMA conta, ainda, com inédita entrevista com o filósofo francês Gilles Lipovetsky, sobre Hiperconsumismo e a Ecologia do Espírito, e a resenha do mais novo livro do Prof. Daniel Welzer-Lang, "As novas Heterossexualidades", além das sessões regulares (Temas Livres e Arte e Imagens). Veja aqui.
UFRGS abre inscrições para professor de Comunicação
7 filmes sobre comunicação que são verdadeiras aulas
Cidadão Kane foi dirigido por Orson Welles (Imagem: divulgação)
A vida imita a arte ou seria o contrário? A “resposta” para este dilema, talvez, nunca seja encontrada. O que dá para afirmar, sem sombra de dúvidas, é que a sétima arte possui um super arsenal de obras que divertem, ensinam e fazem refletir sobre as agruras e delícias de ser um profissional de jornalismo, relações públicas, publicidade & propaganda e do marketing.
Em artigo no Portal
Comunique-se, o jornalista Higor Gonçalves inicia a
com Cidadão Kane (Citizen Kane – EUA, 1941), “o” clássico.
Dirigido por Orson Welles, é considerado pela crítica especializada como o
maior filme da história até o momento, figurando no primeiro lugar da lista do American Film Institute (AFI). O
longa narra a ascensão de Charles Foster Kane, um mito da comunicação
norte-americana. De garoto pobre do interior a magnata mundial de um império do
jornalismo e da publicidade, a história da personagem é contada a partir da sua
morte. Um jornalista recebe a tarefa de investigar qual era, afinal, o
significado da última palavra proferida por Kane: “Rosebud”. Inspirado na vida
do milionário William Randolph Hearst, é um filme obrigatório para qualquer
profissional da área. Uma referência sobre como criar uma narrativa eficaz.
Confira a lista de sete filmes que vão agregar
lições ao seu dia a dia profissional, como também enriquecer o seu
repertório. Se já viu, excelente. Se ainda não teve a oportunidade de conferir,
é chegada a hora. Se acomode bem, agarre o balde de pipoca e dê o play.
A vida imita a arte ou seria o contrário? A “resposta” para este dilema, talvez, nunca seja encontrada. O que dá para afirmar, sem sombra de dúvidas, é que a sétima arte possui um super arsenal de obras que divertem, ensinam e fazem refletir sobre as agruras e delícias de ser um profissional de jornalismo, relações públicas, publicidade & propaganda e do marketing.
Em artigo no Portal
Comunique-se, o jornalista Higor Gonçalves inicia a
com Cidadão Kane (Citizen Kane – EUA, 1941), “o” clássico.
Dirigido por Orson Welles, é considerado pela crítica especializada como o
maior filme da história até o momento, figurando no primeiro lugar da lista do American Film Institute (AFI). O
longa narra a ascensão de Charles Foster Kane, um mito da comunicação
norte-americana. De garoto pobre do interior a magnata mundial de um império do
jornalismo e da publicidade, a história da personagem é contada a partir da sua
morte. Um jornalista recebe a tarefa de investigar qual era, afinal, o
significado da última palavra proferida por Kane: “Rosebud”. Inspirado na vida
do milionário William Randolph Hearst, é um filme obrigatório para qualquer
profissional da área. Uma referência sobre como criar uma narrativa eficaz.
Confira a lista de sete filmes que vão agregar
lições ao seu dia a dia profissional, como também enriquecer o seu
repertório. Se já viu, excelente. Se ainda não teve a oportunidade de conferir,
é chegada a hora. Se acomode bem, agarre o balde de pipoca e dê o play.
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Como produzir notícias para jovens leitores? Lições em jornalismo feito por e para crianças no Brasil
Você se lembra de seu primeiro contato com o jornalismo? A primeira vez que abriu um jornal impresso, assistiu um telejornal, foi impactado por uma notícia? Para a maioria das pessoas, essa memória remonta à infância – um indício de que as crianças também são parte da audiência do jornalismo, embora os adultos que o produzem raramente levem isso em consideração.
“Crianças e adolescentes têm contato com o jornalismo assim como a gente tem, nós é que não percebemos”, disse ao Centro Knight a pesquisadora Juliana Doretto, uma adulta especialista em mídia, jornalismo e infância. “Elas também assistem às notícias na televisão, ouvem as notícias no rádio. O consumo delas do noticiário é muito parecido com o nosso, nós é que não conversamos com elas sobre isso.”
No Brasil, os suplementos infantis em grandes jornais foram durante muito tempo a porta de entrada das crianças ao jornalismo impresso e o principal espaço de desenvolvimento do jornalismo infantojuvenil no país, segundo Doretto.
Estes cadernos, porém, são cada vez mais raros. Este é tanto um sintoma da crise dos impressos quanto da pouca importância dada ao público infantil pelo jornalismo profissional, avalia a pesquisadora, que também é professora de jornalismo na faculdade Fiam-Faam, em São Paulo. Ela, que trabalhou na Folhinha, suplemento infantil da Folha de S. Paulo que deixou de ser impresso em 2016 após 52 anos em circulação, afirma que é frequente que jornalistas considerem o jornalismo para crianças algo menor.
“O jornalismo infantil segue todo o cânone sobre o qual se funda o jornalismo como o entendemos hoje. Faz-se apuração, seguem-se técnicas jornalísticas, há um método de investigação como em outras esferas do jornalismo.” A diferença em relação ao jornalismo feito para adultos é apenas o público-alvo.
“Para falar para esse público leitor é preciso pensar em temáticas que façam sentido para eles. Desse modo, devemos abordar assuntos e problemáticas que se encontram no cotidiano das crianças e dos adolescentes”, explica a pesquisadora.
Leia mais no blog Jornalismo nas Américas.
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