Mostrando postagens com marcador Mercado de trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mercado de trabalho. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de agosto de 2025

Jornalista egressa da UFG diz que a Comunicação é aliada da saúde pública



"Quando digo que trabalho em hospital, muitos me perguntam se sou médica ou enfermeira. Quando respondo que sou jornalista, a maioria não entende o que faço numa unidade de saúde."

Na edição do último dia 15 do jonal O Hoje, a assessora de imprensa do Hugol - Hospital de Urgências, em Goiânia, Juliana França, publicou artigo sobre Comunicação e Saúde Pública: https://lnkd.in/d5gW8BY9. 

quarta-feira, 7 de maio de 2025

UFG Espaço das Profissões 2025 apresenta muitas opções para o futuro


Portas da UFG foram abertas para milhares de estudantes da Educação 
Básica

Sempre é um momento especial quando as portas da Universidade Federal de Goiás (UFG) são abertas para que a comunidade goiana possa conhecer pessoalmente seus espaços e ser convidada a descobrir todo o potencial que o Ensino público, gratuito e de qualidade tem a oferecer.

Leia mais.

terça-feira, 9 de abril de 2024

Mesmo com desoneração, trabalho formal de jornalistas encolhe 21% em nove anos

Estudo do Dieese mostra que a categoria saiu de 60.899 empregos celetistas, em 2013, para 47.900 postos com carteira assinada, em 2021, último ano da série histórica

O mercado de trabalho formal para jornalistas no Brasil encolheu 21,3% no intervalo de nove anos. Em números absolutos, a categoria saiu de 60.899 empregos celetistas, em 2013, para 47.900 postos com carteira assinada, em 2021, último ano da série histórica.

É o que mostra estudo elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

De acordo com o Dieese, 2013 foi quando se deu o auge do emprego formal para a categoria assalariada. Embora haja um crescimento de 7,7% na comparação com 2020 – quando 44.473 pessoas trabalhavam na área em regime celetista –, o mercado de trabalho dos jornalistas brasileiros ainda não alcançou plenamente o nível de empregabilidade formal pré-pandemia de covid-19.

Para a presidenta da FENAJ, Samira de Castro, o estudo do Dieese confirma que a desoneração de contribuições previdenciárias da folha de pagamentos – implantada como medida temporária pelo governo federal em 2011 e desde então renovada –, não contribuiu para gerar novos empregos ou mesmo manter os postos formais no setor de Comunicação.

 “Nota-se claramente um aumento dos empregos em 2013, segundo ano após a implantação da medida, mas é uma situação que não se mantém ao longo da série histórica”, disse.

A dirigente sindical acrescenta que os 31 Sindicatos de Jornalistas filiados à FENAJ já constatavam na prática essa redução do mercado formal de trabalho, a partir das homologações de contratos que eram feitas obrigatoriamente perante as entidades laborais até 2017.

“Há um visível enxugamento dos empregos com carteira assinada, sobretudo nos veículos jornalísticos tradicionais. Esse fenômeno se dá tanto pela chamada integração das redações quanto, a partir de 2018, pelos impactos da contrarreforma trabalhista."

Ou seja, a desoneração da folha de pagamentos não se confirmou como geradora de empregos para o setor de Comunicação.

“Após as demissões em massa, os chamados passaralhos, nas redações integradas, os patrões passaram a exigir que um mesmo profissional produzisse matérias para diversos veículos do mesmo grupo de mídia. Isso, sem que houvesse qualquer compensação financeira pelo acúmulo de funções”, completa Castro.

A precarização do emprego dos jornalistas veio acompanhada, segundo a presidenta da FENAJ, pelo crescimento da utilização de novas tecnologias comunicacionais para a produção de Jornalismo, como os smartphones e as ferramentas de acesso à internet móvel, e pelo crescimento da presença das plataformas digitais de redes sociais.

“Abriu-se a crise do modelo de negócios das empresas jornalísticas: o lucro baseado na venda de anúncios publicitários cai, a partir do direcionamento da publicidade para as plataformas”, explica.

Extinção de funções

Dos 47,9 mil trabalhadores da área, a maior parte estava empregada formalmente nas ocupações/funções de Jornalista, com 21%, equivalente a 10.101 postos de trabalho. Em seguida, Assessor de Imprensa, com 20%, (9.474 empregos). Na sequência: Editor (17%, ou 8.240 trabalhadores), Repórter (exceto Rádio e Televisão), com 10% ou 4.757; Revisor de Texto (7%, ou 3.488) e Repórter de Rádio e Televisão (5%, ou 2.589).

Observando o movimento entre 2020 e 2021, oito ocupações/funções sofreram redução do número de vínculos: Âncora de Rádio e Televisão; Crítico; Editor de Jornal; Editor de Mídia Eletrônica; Editor de Revista; Editor de Texto e Imagem; Repórter (exceto Rádio e TV); e Repórter Fotográfico.

Mas o dado preocupante é que, em relação a 2013, praticamente todas as funções apresentaram queda no número de trabalhadores, com exceção de: Editor de Mídia Eletrônica (que cresceu 61,1% no período).

As principais perdas ocorreram em Editor de Revista (62,5%), Repórter Fotográfico (60,5%), Editor de Texto e Imagem (57,4%), Arquivista Pesquisador (56,9%) e Editor de Jornal (50%).

Conforme o Dieese, na análise da série histórica, nota-se o impacto do crescimento, ao longo dos anos, do emprego em áreas ligadas à internet, como portais e jornais virtuais.

“Esses empregos nos chamados veículos nativos digitais, no entanto, não são capazes de suprir a demanda de empregabilidade da categoria”, comenta Castro.

Leia mais: CUT


quinta-feira, 21 de março de 2024

SENAC libera 88 cursos online gratuitos com certificado também grátis


Cursos online do Senac, (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) são oportunidades para estudantes de todas as áreas conhecerem melhor as funções de uma organizaão.

Para saber mais e se inscrever:[Clique aqui]

sábado, 22 de julho de 2023

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

O novo normal do jornalista-uberizado

 


“A vida acabou virando o trabalho”: jornadas de trabalho chegam a 14 horas, vínculo de trabalho foi precarizado e despesas domésticas do home office corroeram salários. E a exploração tende a continuar mesmo após a pandemia…

Leia a matéria em Outras Mídias.

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Brasília tem um dos três novos centros de distribuição da Amazon, com geração de emprego

 

Amazon anuncia abertura de três novos Centros de Distribuição no Brasil, em Brasília, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Empresa também promete criação de mais de 1,5 mil empregos diretos e envio rápido para mais de 500 municípios

Vagas

Além da promessa de entregas mais rápidas no país, novos empregos serão gerados. De forma direta, serão 1,5 mil oportunidades para integrar o quadro de funcionários da Amazon. Além disso, empregos indiretos também podem ser aproveitados. Para o diretor de operações no Brasil, a estimativa é de que “a cada uma vaga direta, duas ou três oportunidades indiretas são abertas”, isso dá uma média de mais de 3 mil novos empregos. Para quem se interessar por uma vaga, o site da Amazon atualiza diariamente as oportunidades oferecidas.

Leia matéria completa no CB

terça-feira, 19 de maio de 2020

No Brasil, jornais cortam jornada e salários de jornalistas durante pandemia

A crise do modelo de negócios do jornalismo tradicional se acirrou com a pandemia de coronavírus. No Brasil, jornais estão demitindo, reduzindo salário e cortando jornada de trabalho de jornalistas com o argumento de que já estão sentindo os efeitos da crise econômica. Segundo a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), há registro de cortes de até 70% na remuneração dos profissionais.
“A gente vê com muita preocupação esta situação. A pandemia agrava uma crise que vem afetando os meios de comunicação no Brasil desde 2013, quando começa uma onda de demissões. Como sempre a saída mais fácil é penalizar o trabalhador,” disse ao Centro Knight Maria José Braga, presidente da Fenaj.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

"Bate-papo por vídeo pode se tornar cansativo", diz artigo da BBC


O bate-papo por vídeo está nos ajudando a permanecer empregado e conectado. Mas o que o torna tão cansativo - e como podemos reduzir a zoom fatigue? "Imagine se você for a um bar e, nesse mesmo bar, conversar com seus professores, conhecer seus pais ou namorar alguém, não é estranho? É isso que estamos fazendo agora" - Gianpiero Petriglieri. Leia o artigo de Manyu Jiang.





segunda-feira, 13 de abril de 2020

Apresentador do ‘JN’ pede demissão e lista série de irregularidades em emissora

(Imagem: divulgação/Rede Globo)

Matheus Ribeiro, da TV Anhanguera, vinha sendo o representante de Goiás no rodízio de âncoras do ‘Jornal Nacional’. Ao pedir demissão da emissora, o apresentador eventual do ‘JN’ fala em perseguição e cita supostas irregularidades.

Leia a matéria de Anderson Scadoelli no C-SE.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Rádio Bandeirantres suspende contratos de comentaristas esportivos


Imagem Divulgação/RB

Decisão não atinge demais veículos do Grupo Bandeirantes de Comunicação. Emissora está sem programação esportiva desde 16 de março. Previsão é que profissionais voltem a receber a partir de julho.

A mudança na rotina da imprensa em decorrência da pandemia do novo coronavírus já faz com que a relação de profissionais com veículos de comunicação seja modificada. A Rádio Bandeirantes, por exemplo, decidiu suspender por três meses os contratos que mantém com comentaristas esportivos. É o que informa o colunista Flávio Ricco, no UOL, nesta terça-feira, 31.
Fonte: C-SE

sexta-feira, 27 de março de 2020

Vinculada a igreja evangélica, emissora de TV demite em massa

R. R. Soares no ar pela RIT TV. Emissora que encara passaralho. (Imagem: reprodução)

RIT TV dispensa cerca de 80 profissionais em todo o Brasil. Cortes atingem comunicadores, de produtores a diretores. Braço da Igreja Internacional da Graça de Deus, de R. R. Soares, é responsável por gerir o canal de televisão.

Leia a matéria no C-SE.

quarta-feira, 18 de março de 2020

Norma Couri: “Não há governos eternos com alergia a jornalistas”


“Fica claro que os impressos, incluindo livros, são um sustentáculo do Estado democrático pela assimilação mais profunda e por conter muito menos erros do que as matérias virtuais despejadas nas redes por motivações muitas vezes pessoais”, diz em entrevista Norma Couri. “Não é à toa que a fúria do governo autoritário se insurja contra os jornais e revistas”, argumenta.
Quanto à crítica da mídia, Norma diz que jornalistas “precisam se acostumar a ser olhados de fora, julgados enquanto julgam ou investigam. Só vejo benefícios para profissionais e leitores”.
Ela afirma que a ditadura deu à sua geração “aquela experiência que só se adquire na guerra. Não há dúvida de que somos uma geração mais culta e solidária. As novas gerações carecem de um dom que nos foi imposto: saber escrever. E para isso, ler”.
Não se trata de desencorajar os que chegam agora à profissão.
Ela recomenda aos recém-chegados “curiosidade, garra, interesse por todo e qualquer assunto, leituras que vão de Shakespeare aos almanaques, conhecer as entranhas da profissão, ter faro para notícia, e, fundamental, ter emprego para colocar tudo isso em prática. Se não tiver, trabalhar assim mesmo”.
Lamenta que tenha deixado de existir a diversidade etária nas redações, mas lança uma palavra de esperança: “não há governos eternos com alergia a jornalistas nem escuridão que dure para sempre”.
Norma Couri tem 48 anos ininterruptos de profissão. É formada em Jornalismo pela PUC-RJ, com mestrado em Jornalismo na Columbia University de Nova York e doutorado em História Social na USP. Trabalhou no Jornal do Brasil, na Veja, na Folha de S.Paulo, no Estadão, na Época e no Observatório da Imprensa até hoje. Foi correspondente do Jornal do Brasil, baseada em Lisboa, com coberturas pela Europa, África e Ásia por dez anos e correspondente, no Brasil, da revista Visão, de Portugal. Atualmente, trabalha em projeto de pós-doutorado em Jornalismo.

Leia a entrevista no Observatório de Imprensa.

quarta-feira, 4 de março de 2020

CNN Brasil se movimenta às vésperas de entrar no ar

Com evento de lançamento voltado à imprensa e ao mercado programado para a próxima semana e estreia definida para 15 de março, a CNN Brasil segue apresentando novidades. A marca noticiosa chega agitada ao mês em que promete entrar no ar para valer na TV por assinatura e em outros canais. Somente nos últimos dias, foram confirmadas as contratações de mais quatro jornalistas. Além disso, há acerto para exibição de atração internacional e acordo com mais uma empresa de distribuição.

Matéria completa: Comunique-se.



sexta-feira, 12 de julho de 2019

Jornalismo da Globo convive com demissão, reintegração e afastamento



Departamento da emissora passa por semana de reveses. Depois de ser afastado, Mauro Naves acaba demitido. Dispensada em meio à luta contra a Síndrome de Burnout, Izabella Camargo tem decisão judicial favorável. Marcos Uchôa, por sua vez, pede para se afastar do jornalismo da Globo.

Leia matéria no C-SE.

domingo, 3 de março de 2019

É assim que a Globo "aposenta" seus veteranos: "'Faltou tempo para que eu pudesse me despedir', lamenta Fernando Rocha"

Fernando Rocha em uma edição do 'Bem Estar'. Jornalista foi demitido da Rede Globo (Imagem: reprodução)

Visivelmente emocionado, jornalista usa perfil no Instagram para comentar saída da emissora. Fernando Rocha estava havia oito anos na apresentação do ‘Bem Estar’, atração que tem preocupado a Rede Globo no quesito audiência.

Fonte: C-SE

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Globosat lança plataforma para atrair talentos

Site de carreiras está no ar desde novembro. Ideia da empresa de comunicação é contar com currículos de talentos nas mais diversas áreas. Página destacas vagas disponíveis na Globosat

Profissionais e estudantes de cursos técnicos e do ensino superior contam com um novo canal para acompanhar os processos seletivos promovidos pela Globosat. Desde meados de novembro, a empresa de mídia mantém no ar seu reformulado site ‘Carreiras’. A novidade ainda conta com a produção de uma websérie sobre o tema. A ideia dos responsáveis pela página é inovar e atrair talentos em todos os setores. Fonte: C-SE.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

TV Globo sofre com baixas no jornalismo

Em menos de um mês, departamento de jornalismo emissora sofre com saídas de repórter, apresentadora do tempo e ex-correspondente internacional. Para 2019, TV Globo já prepara mudanças na área de esportes

Izabella Camargo era apresentadora eventual dos telejornais da Globo de São Paulo. Jornalista foi demitida após se afastar por questões de saúde (Imagem: reprodução/Instagram)

O mês de novembro tem sido de mudanças na área de jornalismo da TV Globo. Somente nas últimas semanas, a redação da emissora em São Paulo deixou de contar com a garota do tempo e apresentadora eventual Izabella Camargo e a repórter Camila Silva. As duas profissionais foram dispensadas. No Rio de Janeiro, André Luiz Azevedo, que por anos atuou como correspondente internacional em Lisboa, decidiu sair da empresa de comunicação. Ele estava há 35 anos no grupo. Por fim, Glenda Kozlowski se prepara para trocar a televisão aberta pelo Sportv. A movimentação acarretará em outras novidades no núcleo de esportes dos dois canais.

Fonte: C-SE