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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Como não fazer a "festa da firma": carta enviada por jornalistas do UOL à direção do portal


"À direção de Conteúdo,

Caros,

Manifestamos por meio desta o nosso descontentamento com a política praticada na festa de confraternização de fim de ano, da qual os prestadores de serviço (PJ’s) não serão convidados a participar, ao contrário do que ocorreu em anos anteriores.
Não nos está claro se a exclusão dos PJ’s está relacionada a um corte de custos, à fiscalização trabalhista ou a ambos. Independentemente da razão, no entanto, é lamentável que nossos colegas prestadores, que trabalharam conosco o ano todo não possam gozar da confraternização de fim de ano como o restante da empresa. Ao longo de 2014, eles atuaram sob a mesma cobrança e responsabilidade, mas sem benefícios como vale-alimentação, vale-transporte, 13º salário, seguro-saúde ou recolhimento de FGTS.
No jornalismo, infelizmente, eles não são simples prestadores de serviço, e sim frutos da precarização do trabalho que caracteriza a categoria.
A festa é simbólica. Assim como ela é um momento de descontração após um ano cheio de grandes eventos, metas, compromissos e dedicação, também representa a ponta do iceberg de um conjunto de condições de trabalho cada vez piores.
O ano de 2014 foi especialmente difícil para todos nós. As redações sofreram demissões, as equipes se enxugaram e o segundo semestre foi de trabalho redobrado. Para quem esteve envolvido nas duas grandes coberturas do ano, a Copa do Mundo e as Eleições, a carga foi ainda maior.
Para quem é PJ, por exemplo, houve a precarização do ambiente de trabalho; com muitos funcionários tendo de trabalhar de suas casas, com pouco espaço nas redações.
Tudo isso sem contar as condições questionáveis às quais já somos submetidos tradicionalmente. Ao contrário de outras empresas do meio e até de outros departamentos da nossa própria empresa, os jornalistas do UOL (sejam eles CLT ou PJ) não ganham hora extra ou adicional noturno.
Diante de tudo isso, decidimos repudiar a política adotada na festa de confraternização, que apenas expõe o tratamento desigual dado pela direção da empresa a empregados que desempenham as mesmas funções e têm as mesmas responsabilidades. Todos são trabalhadores, independentemente do regime sob o qual estão contratados. Com a segregação, a própria ideia de uma festa de confraternização perde sentido, diante da precarização do trabalho promovida.
A direção do UOL precisa estar atenta ao fato de que suas decisões estão aumentando a nossa insatisfação em relação a nossas condições de trabalho.
Nos colocamos à disposição dos diretores que queiram debater e discutir soluções.

Att,"

Fonte: Google docs

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

As regras de trabalho que mais irritam os funcionários

Ambiente de trabalho rígido pode levar bons profissionais a pedir demissão
O ambiente de trabalho é cheio de regras que precisam ser obedecidas, muitas delas fruto do bom-senso, mas existem determinados padrões que às vezes são desnecessários ou que irritam profundamente os empregados.
Há casos de regras que irritam tanto que acabam fazendo com que funcionários desistam de trabalhar no lugar. A BBC conversou com dois especialistas no assunto para identificar as piores "regras tolas" e para saber como se deve lidar com cada situação.

LIZ RYAN, DA HUMAN WORKPLACE

A executiva americana fundou a consultoria Human Workplace, que estuda o ambiente de trabalho e dá dicas a empresas sobre como tratar os funcionários. Ela elencou algumas políticas que irritam os funcionários a ponto de fazê-los se demitirem:
HORÁRIO DE CHEGADA CONTROLADO. Pessoas que recebem salários não precisam de políticas de horário controlado para chegar no trabalho, argumenta Ryan. Grande parte dos chefes faz cara feia para quem chega dez minutos atrasado, mas ignora que os seus funcionários estão ficando uma hora a mais no fim do expediente.
REGRAS SOBRE ROUPAS. "Nós costumamos criar políticas sobre roupas a serem usadas porque como chefes morremos de medo de ter que falar cara a cara com alguém sobre a roupa excessivamente informal que usam para trabalhar", diz ela. "Mas somos administradores e essas situações pouco confortáveis são parte da nossa função. É melhor se livrar de regras escritas sobre roupas e simplesmente falar diretamente que os funcionários precisam se vestir profissionalmente."
CURVA FORÇADA DE DESEMPENHO. Uma tática usada por muitos chefes é de classificar o desempenho em um gráfico cujo formato se assemelha a um sino. Na ponta da esquerda estão os poucos funcionários com pior desempenho; na ponta da direita, os poucos com ótimo desempenho; e no meio está a grande maioria que está "na média". O objetivo da tática é estimular a competição. Mas Ryan diz que esse tipo de classificação só desmoraliza os chefes, pois dá a entender que eles não sabem contratar direito.
APROVAÇÃO NECESSÁRIA. É de se entender que grandes orçamentos sempre precisem passar pelo crivo de alguém com mais competência na empresa. "Mas será que é preciso conseguir aprovação do chefe só para trocar o crachá defeituoso? Mais burocracia só reduz o ritmo da empresa", diz Ryan.
POLÍTICA DE MILHAGEM DE VOOS. Viagem a trabalho é sempre um ônus para o funcionário, que precisa deixar sua vida pessoal de lado. Ryan acredita que os pontos acumulados em programas de milhagem de companhias aéreas devem ser dadas ao funcionário, e não à empresa. "Qualquer empresa sovina o suficiente para roubar de seu funcionário as suas milhas não é um empregador que está disposto a investir em você."

JOHN NEARY, DA CARITE

O executivo da empresa de concessionárias americana de carros CARite, John Neary, tem experiência administrando gerentes e funcionários. Ele dá três dicas para evitar que os empregados se sintam oprimidos por regras desnecessárias.
"ESTOU CONTRIBUINDO." As pessoas precisam sempre estar cientes de qual é a missão da empresa, e de preferência elas devem concordar e se inspirar com essa missão. "Quando elas entendem claramente qual é o seu papel em cumprir essa missão, elas reagem de forma positiva", diz Neary.
"ESTOU CRESCENDO." Quando as pessoas em vários níveis têm oportunidades de subir na carreira, seja com treinamentos ou tentando coisas novas, elas reagem de forma positiva. Neary também recomenda que chefes permitam que seus funcionários cometam pequenos erros, para poderem ter a sensação de que estão aprendendo.
"ESTOU CONECTADO." "A confiança mútua entre empregador e empregado é importante", escreve Neary. "As pessoas se sentem mais felizes se acreditam que são parte de uma família coesa e confiável."

sábado, 5 de abril de 2014

6 hábitos do brasileiro no trabalho que gringos não entendem

Como em qualquer relação com culturas diferentes, brasileiros podem ter alguns desafios ao trabalhar com outros povos; veja quais são os mais comuns


, de Getty Images
Pessoa com bandeira do Brasil pintada: para especialistas, brasileiros tendem a emitir sinais contraditórios no ambiente de trabalho - e isso confunde estrangeirosAs empresas estrangeiras já não são as únicas a ultrapassar as fronteiras dos países de origem para, em alguns casos, mirar o Brasil. Mais e mais, as nacionais também estão ampliando seu campo de atuação e fincando bandeiras em outros territórios. 
Uma prova disso é uma pesquisa da Fundação Dom Cabral que mostra que o índice de internacionalização das companhias brasileiras pulou para 18% em 2012 - dois pontos acima do registrado em 2010.
Entre 2012 e 2013, por outro lado, o número de carteiras de trabalho emitidas para estrangeiros no país cresceu mais de 50%, segundo dados publicados no G1. Em outros termos, seja aqui ou no exterior, o contato do brasileiro com diferentes culturas aumentou – e o número tende a crescer nos próximos anos.

Por natureza, a cultura tupiniquim tende a ser mais aberta para o que é novo ou diferente. Mas, mesmo assim, temos alguns pontos de choque quando em contato com outros povos. Principalmente, quando o cenário para este encontro é o mercado de trabalho.

“O conflito cultural nasce porque tivemos experiências pessoais específicas e construímos, a partir delas, ritos e comportamentos”, diz Fabiana Gabrieli, professora da HSM Educação.

De fato, a imagem que se cria sobre um povo não é verdade para todos que estão inseridos naquele grupo. É só você pensar: nem todo brasileiro gosta de samba, futebol e feijão com arroz – características que fazem parte do nosso estereótipo no exterior.

Mas há características gerais que marcam uma dada cultura, como explica a consultora Jussara Nunes, da LCO Partners, que vive há 11 anos na Holanda.

Por isso, as atitudes listadas a seguir são fruto de uma reputação mais geral criada pelos brasileiros no mundo corporativo e baseadas nas experiências de três especialistas no assunto. Confira.
1 Rodear e rodear para, enfim, chegar ao ponto
O principal desafio do brasileiro ao lidar com outras culturas está, vejam só, na comunicação. E não é só uma questão de fluência em outro idioma. O que “pega” para os estrangeiros é a maneira como nos expressamos.

“O brasileiro precisa explicar antes de chegar ao ponto”, afirma Jussara. “Os anglo-saxões, em geral, vão direto ao ponto: falam primeiro o que querem e, depois, tecem uma conversinha conforme o que o outro pede”.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

10 conselhos contraditórios que podem fazer todo sentido





por Belle Cooper

São ideias, pensamentos, propostas de empreendedores famosos que, à primeira vista, soam estranhas. Na prática, no entanto, você vai ver que podem ajudar bastante


Reprodução/ Facebook.com/RichardBranson

Nós todos amamos receber conselhos de quem já enfrentou situações parecidas com as nossas ou que percorreu os mesmos caminhos. Para empreendedores, isso é, particularmente, mais útil, já que esse é um caminho árduo e desconhecido. Ironicamente, no entanto, alguns conselhos que leio em artigos de empreendedores famosos são contraditórios e fora do que esperamos ouvir deles. Eu pensei, então, que seria interessante reunir alguns desses conselhos em um lugar. Por isso, deixo aqui os dez conselhos mais contraditórios que já ouvi desse pessoal. Acreditem: eles podem fazer todo sentido.

Paul Graham: Não pense grande

"Empiricamente, o caminho para realizar grandes coisas parece ser começar com as pequenas" 
O conselho de Paul Graham me surpreendeu no início, mas faz bastante sentido. Nenhuma grandeza é alcançada sem muitos pequenos passos para se chegar lá, e é quase uma certeza que esses pequenos passos podem mudar sua direção em algum momento. 
"Empiricamente, não são apenas os outros que precisam começar de baixo. Você também, para o seu próprio bem"
Graham aponta que grandes empresas como o Facebook e a Apple tiveram um começo humilde. É difícil argumentar com essa lógica.
"Eu acho que a maneira de usar essas grandes ideias não é tentando identificar um ponto específico no futuro e então se perguntar como seguir a partir dali, como na imagem popular do visionário.
Você se sairá melhor se fizer como Colombo e apenas seguir na direção oeste. Não tente fazer do seu futuro uma construção, porque o seu projeto atual provavelmente contém erros. Comece com algo que você sabe que funcionará. Daí, quando resolver expandir, expanda em direção oeste"

Leo Babauta: Não defina objetivos

"Esses dias eu vivo sem objetivos, na maior parte. É absolutamente libertador e, ao contrário do que você foi ensinado, não significa que você parou de alcançar as coisas. Significa que você parou de se limitar por metas"
O estabelecimento de metas é uma prática difícil de se discutir, especialmente com aqueles que se focam demais em produtividade. Está enraizado em nós. Leo aconselha que nós paremos de estabelecer metas para vivermos sem a frustração e arrependimento de perseguir objetivos e nunca atingi-los.
"Se você vive sem objetivos, você vai explorar um novo território. Você aprenderá coisas inesperadas. Você vai terminar em lugares surpreendentes. Essa é a beleza dessa filosofia, mas é uma transição difícil"
Pode soar como um caminho para "não fazer nada", mas Leo diz que ainda se sente produtivo, mesmo sem objetivos.
"O que você faz, então? Deita no sofá o dia todo, dorme e assiste televisão? Não, você simplesmente faz. Você encontra algo apaixonante e faz. Não é por que você não tem objetivos que você não vai fazer nada - você pode criar, produzir, seguir sua paixão"

Dave Goldberg: Saia do escritório às 17h30

O CEO da SurveyMonkey mostra que é possível sair do escritório às 17h30 e ainda assim construir um negócio de um bilhão de dólares.
Goldberg deixa o trabalho às 17:30 todos os dias para se dedicar à família. Após colocar os filhos para dormir, ele volta ao trabalho pelo computador. É um exemplo de como a empresa pode construir e manter sua força de trabalho. Um CEO que passa um tempo com a família todo dia demonstra aos outros funcionários que têm família que eles podem ir para casa jantar e ter uma vida fora do escritório.
Goldberg percebeu como é importante ter uma cultura na companhia que balanceia a vida e o trabalho. Ele quer contratar e manter os bons funcionários.
No início de seu trabalho, ele colocou a cultura em ação, recrutando a atual vice-presidente sênior de Produtos e Engenharia, Selina Tobaccowala, quando ela estava grávida de quatro meses. Fazer da SurveyMonkey um lugar onde é possível ter uma vida familiar tornou Goldberg um recrutador disputado no mercado.

Elon Musk: Busque o feedback negativo

Ele experimentou uma mídia negativa no passado, mas ele diz que pode ser bastante útil: sempre busque o feedback negativo, mesmo que ele seja mentalmente doloroso. Seu conselho é que as pessoas prestem atenção ao feedback negativo e construtivo, mesmo que você prefira ignorá-lo.
De fato, Musk defende que as pessoas peçam feedback negativo dos outros:
"Não me diga o que você gostou, me diga o que você não gostou".
Dharmesh Shah concorda com Musk, dizendo que você deve buscar um feedback negativo para testar sua ideia e vontade de seguir:
"Procure o maior número de críticas do seu plano que você conseguir. É natural que um empreendedor se apaixone por seu projeto e peça apoio a amigos e colegas. Afinal, quem quer ter uma ideia esmagada por pessimistas? Mas esses são os tipos que você deve buscar. Faça com que eles retalhem o seu plano do começo ao fim. Se você concorda com eles ou tiver dúvidas, essa é a hora de revê-lo. Mas se você conseguir defender com convicção, repetitivamente, então seu projeto pode dar certo."

Jeff Bezos: Mude de ideia, bastante

Quando Jeff Bezos visitou os 37 escritórios do Signals, ele dividiu esse conselho contraditório com Jason Fried:
"As pessoas que estão certas, na maioria das vezes, são aquelas que mudam de ideia com mais frequência. Ele não considera o pensamento consistente uma característica particularmente positiva. É saudável - e incentivado - ter uma ideia amanhã que seja contraditória à sua ideia de hoje."
Isto é uma surpresa para mim, mas eu fiquei feliz em ouvir! Muitas vezes insistir no plano original é um sinal de dedicação e perseverança, mas Bezos mostra como é importante se abrir para novas ideias. Segundo ele, as pessoas mais inteligentes são aquelas que estão sempre revisando seu conhecimento, reconsiderando um problema que eles achavam que já estava resolvido. Eles estão abertos a novos pontos de vista, novas informações, novas ideias, contradições e desafios no modo de pensar.
Isso não significa que você não deve ter um ponto de vista bem formado, mas significa que você deve considerar sua opinião temporária.

Tim Ferriss: Não "vá com tudo" nos negócios

Se você já sentiu vontade de começar seu próprio negócio como um projeto paralelo, você vai amar esse conselho. Eu me senti aliviada ao ler o conselho de Tim Ferris para manter uma renda segura enquanto estiver construindo um negócio:
"Tudo pode ser feito com um emprego integral e eu não incentivo que as pessoas cortem todas as amarras e percam uma renda fixa para se focar em um negócio. Você não tem que dar esse salto"
Daniel Blumenthal, do TripAdvisor, concorda com Tim, e diz que embora aprender com o trabalho dos outros antes de fundar sua própria companhia não seja a abordagem mais popular, ainda é a melhor.
"Trabalhe em uma grande companhia para aprender como escalar. Trabalhe em uma startup para ver como funciona o jogo. Pague as dívidas estudantis. Pelo amor de Deus, termine os estudos. Então, arrisque-se"

Nate Kontny: Permaneça no escritório

Você provavelmente ouviu falar como é importante que os empreendedores "saiam do escritório" quando estiverem começando uma companhia. O objetivo é conversar com os consumidores, descobrir como resolver seus problemas e construir um produto que eles realmente desejam.
Nate Kontny tem, porém, uma ideia bem diferente sobre como construir um bom produto:
"Se você quiser criar algo que realmente faça a diferença no universo, você precisa conhecer o problema com profundidade. Construir algo para outras pessoas é difícil. Inovações como o swiffer (uma espécie de rodo com uma bolsa d'água acoplada) exigiram da Procter and Gamble (P&G) um longo período de pesquisas, para as quais eles contratam uma equipe de etnógrafos para estudar os consumidores. Você realmente acredita que é possível entender como os negócios de outra pessoa funcionam durante um café? Eu não"
Nate diz que observar seus próprios hábitos e problemas é a melhor maneira de começar. Está a procura de inspiração? Veja a fatura do seu cartão de crédito. Cada item representa algum trabalho ou problema tão importante que fez com que você gastasse seu dinheiro. Essa é uma ótima lista de tarefas que você tem na vida. Analise todos as etapas envolvidas. Qual você poderia tornar mais simples?

Reid Hoffman: Tenha vergonha da sua primeira versão

O fundador do LinkedIn, Reid Hoffman, luta contra o perfeccionismo e a ideia de que o lançamento do seu produto deve ser uma "versão final".
"Essa ideia enfatiza o tempo. Entrar e sair do mercado, aprender e se mover são mais importantes que a satisfação de ego. Que dizer 'Oh, eu quero fazer tudo escondido e depois baixar as cortinas, para as pessoas verem como eu sou um gênio, por que esse produto é tão maravilho'. Essa estratégia raramente funciona. A estratégia vencedora é aquela que diz "Eu estou me mexendo. Estou do lado de fora e me adaptando rapidamente"
Hoffman diz que nós devemos nos focar em reduzir o tempo para a obtenção de feedback dos usuários para que possamos começar a interagir com o verdadeiro usuário:
"...A chave para diminuir o tempo e se lançar no mercado eu aprendi com o SocialNet e PayPal. Em vez de esperar pelo produto perfeito, você realmente deve lançar um produto que seja apenas viável, o produto mais simples, e então você interage para pode desenvolver"

Chris Guillebeau: Ofereça a garantia mais forte que você puder

O viajante (literalmente - ele já visitou praticamente todos os países no mundo) não aconselha brincar de seguro quando se trata de garantias para os consumidores.
"Ofereça a melhor, mais forte, garantia possível e pare de se preocupar. As pessoas vão confiar mais em seu negócio"
Isso pode soar uma loucura para um negócio pequeno e novo, principalmente quando você ainda está inseguro sobre quanto tempo sobreviverá ou se crescerá, mas Chris acredita que oferecer aos clientes garantias fortes vale a pena.
"Algumas pessoas perguntam: com uma garantia tão generosa, qual a taxa de restituição que você terá que fazer? Resposta: menos de 1%. Mas as pessoas não tiram vantagens de você? Resposta: a maioria das pessoas é honesta. Então, por que se preocupar com as desonestas? A vida é muito curta."

Richard Branson: Siga a sua intuição

Ele tem certeza de que a intuição é o melhor indicativo de que uma ideia que vale a pena:
"Eu nunca converso com contadores antes de iniciar um negócio. É pura intuição..."
Não é convencional defender a mistura entre emoções e negócios, mas eu adoro a maneira com que Branson faz isso:
"Alimente suas emoções no trabalho. Seus instintos e emoções estão aí para ajudar. Eles existem para facilitar as coisas. Na minha opinião, negócios fazem parte da intuição, e se um dia deixar de ser assim, eu desistiria amanhã"
Branson tem a certeza de que diversão é importante nos negócios, e que criar coisas com que ele se importa é mais importante do que investir em algo que os contadores acreditam ser viável.
Como todos os conselhos para startups, contraintuitivos ou não, muitas dessas dicas parecem erradas para você e sua empresa. Ou talvez sejam tudo que você precisava ouvir. Às vezes é fácil ser pego imaginando o que "deveria" estar fazendo e esquecemos que existem outros que foram pela contramão e que funcionou para eles.

terça-feira, 16 de julho de 2013

3 atitudes para encontrar um emprego rapidamente


Alguns comportamentos fazem a diferença quando você está procurando um emprego. Confira três atitudes que facilitam na hora de emprego  um novo trabalho rapidamente

3 atitudes para encontrar um emprego rapidamente
Crédito: Shutterstock.com
Enfatize sempre as suas realizações, porque isso te destaca entre os candidatos
 De vez em quando, acontecem coisas inesperadas na vida que nos fazem mudar nossos hábitos. Uma dessas situações é odesemprego. Acompanhe três dicas paraencontrar um emprego de forma mais rápida e fácil mudando poucas, mas importantes formas de agir:


Como sair do desemprego: 1) Pense sobre seus círculos 
Estar desempregado faz você lidar com três diferentes círculos: distância entre casa e trabalho, área de atuação e comprometimento. Quanto maior o tempo de desemprego, mais disposto você tem que estar para expandir a área desses círculos. Se você quer encontrar um emprego logo, aumente seus círculos.

Como sair do desemprego: 2) Encontre um emprego temporário
Trabalhar em uma empresa somente meio expediente ou em algo que não precise de experiência evita que você fique parado e se envolva em problemas financeiros. Além do mais, a estabilidade deixa você mais tranquilo para procurar melhores oportunidades.

Como sair do desemprego: 3) Coloque os resultados em primeiro lugar
Em quase todos os currículos, a primeira coisa que os candidatos escrevem são os objetivos e metas. Entretanto, é muito mais eficiente colocar primeiramente os resultados que você já atingiu, já que objetivos são quase sempre os mesmos. Enfatize suas realizações, porque isso te destaca entre os candidatos.

 Fonte: Universia Brasil

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Como desarmar as viborazinhas corporativas

Cuidado com as pessoas que elegem você como confessor, desfiando intimidades e indiscrições sobre os colegas de escritório

Deshakalyan Chowdhury/AFP

Cobra na Índia
"Pesquisando o universo das serpentes e das víboras, percebi que a serpente é mais malvista do que deveria. Somente uma parte delas é venenosa e elas não costumam atacar os humanos. Já a víbora é um réptil venenoso cuja mordida quase sempre é fatal. "
São Paulo - Pesquisando o universo das serpentes e das víboras, percebi que a serpente é mais malvista do que deveria. Somente uma parte delas é venenosa e elas não costumam atacar os humanos. Já a víbora é um réptil venenoso cuja mordida quase sempre é fatal. Portanto, é sobre as viborazinhas corporativas que eu quero falar neste mês.
É sempre bom estar atento a elas. Sabe aquele colega de trabalho que o tempo todo quer formar grupos, aliar-se a outros departamentos e age como se estivesse num treinamento de sobrevivência na selva? É a esse tipo de víbora que estou me referindo. 
Tem gente que parece que enxerga perigos e armações em sua própria sombra. Por mais selvagem que o universo corporativo ande, não é para tanto. E aquele outro que, do nada, passa a elogiar muito você, insistindo para ajudar em coisas que são de sua responsabilidade e forçando uma proximidade e uma amizade que só poderiam existir com o tempo, o empenho e a vontade de ambas as partes.
Conhece alguém assim? Mantenha distância de pessoas com essas características porque, quando dão o bote, quase sempre é fatal.
Longe de mim desmerecer os parceiros de trabalho que genuinamente prezam a construção e o trabalho de grupo e, menos ainda, duvidar de todos aqueles que, por natureza, são gentis, generosos e trazem dentro de si o real espírito de cooperação. 
Como diferenciar os tipos reais dos que são falsos e que trazem sempre segundas intenções por trás de suas menores atitudes na empresa? Ouça sempre sua intuição e seja extremamente sensível aos outros. Quando você começa a prestar atenção real nos outros, conseguirá diferenciar sempre o joio do trigo e passará a perceber melhor os alarmes interiores que quase sempre recebemos e também quase sempre insistimos em ignorar!
Cuidado com as pessoas que, do nada, elegem você como confessor, desfiando intimidades e indiscrições que podem comprometer terceiros. Atenção para quem fala mal de outros pelas costas. Esse profissional certamente faz a mesma coisa quando você não está presente.
Mais cuidado ainda quando, além disso, perceber que a víbora corporativa coloca sua língua bipartida em ação, tentando empalidecer o sucesso e a importância de colegas, desdenhando de ideias e planos dos pares. Chame essa pessoa para uma conversa. Diga que o comportamento só envena as relações de trabalho e o ambiente. Assim, você desarma a víbora.
Célia Leão escreve sobre etiqueta corporativa. É autora de "Boas maneiras de A a Z" e consultora de detiqueta empresarial
Fonte: Exame/Abril

terça-feira, 14 de maio de 2013

Pessoas legais ganham menos dinheiro



Esse mundo é mesmo muito injusto.
Pesquisadores canadenses e americanos analisaram três diferentes estudos, ao longo de 20 anos, com dados sobre profissãosalário e personalidade de 10 mil trabalhadores. Eles queriam descobrir se havia uma relação entre personalidade e ganhos financeiros. E, sim, existia, principalmente entre os homens: os chatos ganhavam, em média, 10 mil dólares a mais por ano – ou quase 20 mil reais (18% a mais que os legais).
Entre as mulheres, a diferença era um pouco menor. As chatas ganhavam quase 2 mil dólares a mais por ano, um extra de 5% no rendimento, em comparação com as mulheres boazinhas.
Segundo a pesquisa, os pontos para ser classificado como uma pessoa legal eram: gentileza,cooperação com outras pessoas e cordialidade.
E nem só os salários caem quando você é muito legalas chances de ser contratado em um novo emprego despencam junto. Pois é. Os pesquisadores convidaram 460 estudantes para uma brincadeira. Eles teriam de definir quais eram os melhores candidatos para ganhar umavaga fictícia de emprego. E mais uma vez os legais se deram mal: na maioria das vezes, oschatos foram escolhidos.
Os pesquisadores acreditam que pessoas agradáveis não batem o pé na hora de negociar salários mais altos – já os chatos não desistem. E para os homens ser legal estar “fora da conformidade com as expectativas de um comportamento masculino”.
Concorde ou não com a pesquisa, você já pode usar seu bom caráter como desculpa pela falta de grana.
Crédito da foto: flickr.com/cayus

Fonte: Superinteressante

sexta-feira, 15 de março de 2013

Lançada nova edição de Comunicação interna e Cultura Organizacional


Lançada nova edição revista e atualizada do livro "Comunicação Interna e Cultura Organizacional". Agora em versão e-book, a obra foi editada pela Casa das Musas, de Brasília, e está disponível para download neste endereço:
http://www.acaocomunicativa.pro.br/Livro/LivroComIntCultOrg2012-EBook.pdf


Uma versão em Flipboard pode ser acessada por este outro link:

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Os executivos não blogam porque eles têm coisas mais importantes para fazer

por Mauro Segura

Uma pesquisa no ano passado, publicado pelo site UBERCEO, mostrou que os executivos realmente estão distantes das redes sociais, e os principais motivos são os riscos que as redes podem trazer para a reputação da empresa, pelo vazamento de informações estratégicas, pela falta de conhecimento em como lidar com as redes e pela paranoica percepção de que o acesso livre às redes gera improdutividade do funcionário.

Uma pesquisa feita por mim junto a CEOs de algumas empresas, recentemente, apontou 
dez motivos por que os executivos não blogam.

Sabendo que sou estudioso do tema redes sociais nas empresas, muitos colegas me perguntam qual é a minha visão pessoal a respeito dos executivos não blogarem. Pois bem, eu tenho uma visão bem simplista a este tema e desculpe se ela vai decepcionar você. 
Os executivos não blogam porque eles têm coisas mais importantes para fazer. Tão simples quanto isso.

Imagine a situação de um executivo que está assoberbado de tarefas e, de repente, chega uma tuitada dizendo que o banheiro do terceiro andar está sujo e que isso é um absurdo, que a empresa deveria se preocupar mais com o banheiro dos funcionários, e blá, blá, blá. O que o executivo deve fazer? Ele deve parar o projeto estratégico da empresa de ‘transformar o mundo’ e cuidar de chamar alguém para limpar o banheiro ou... ele não deve dar ouvidos para aquele funcionário chato que resolveu reclamar do banheiro com o cara errado?

Os executivos, especialmente os presidentes, estão focados em cumprir os objetivos assumidos com a empresa e seus investidores, em criar relações sadias e duradouras com a sociedade, em atender e surpreender seus clientes, etc etc. As metas são desafiadoras e os planos arrojados, quase impossíveis. Colocando tudo isso na balança, fica quase evidente que 
blogar não parece algo tão prioritário assim. Ahhh, soma-se a isso o velho dilema da falta de tempo, que é algo real... e vai sempre piorar.

Investir num blog só vale a pena para alguém que tenha realmente o que falar. Se o executivo precisa falar com diversos públicos e identifica um blog como um canal adequado, então é hora de ir a luta e investir num projeto desse tipo.

Tenho que reconhecer que 
blogs e redes sociais têm um enorme poder de causar distração, de tirar você do foco. Analise você mesmo ao navegar na internet. Você começa por um caminho e, em menos de 10 minutos, você já está navegando por outros mares, vendo e fazendo outras coisas que não pensou inicialmente. Aplique este mesmo conceito na vida de um executivo e você verá o poder de destruição que isto pode causar em sua agenda de prioridades. No fundo, no fundo, blogar é uma delícia, mas a obrigatoriedade de blogar é um saco... e a obrigatoriedade de blogar ‘certo’ é pior ainda.

Tudo isso é uma pena. Eu acho que 
um blog seria um espaço perfeito para os executivos falarem o que pensam. Atualmente os CEOs são muito controlados para falar publicamente. Qualquer coisa impacta as ações na bolsa, os clientes, os funcionários e a sociedade. Eu, confesso, faço parte da turma que coordena relações públicas numa grande empresa e ajudo na construção desta percepção a respeito dos CEOs. Isso tudo transforma os comandantes das empresas em seres arredios a emitir opinião própria, especialmente as negativas e polêmicas, eles quase sempre seguem a visão da empresa a respeito de determinado assunto.

Seria maravilhoso para sociedade ver os executivos contribuindo para a blogosfera. São pessoas mais experientes, com muito conteúdo, que contribuiriam para uma discussão melhor e mais rica. Infelizmente
 a internet está abarrotada de pessoas que contribuem pouco, a maioria participa de forma muito superficial. Como diz a Lucy Kellaway, colunista do ‘Financial Times’: "a maioria das pessoas entra na internet para esculhambar algo ou alguém, é um grande passatempo global".

domingo, 11 de novembro de 2012

Dicas para a carreira


A especialista em cultura organizacional Maria Candida Baumer de Azevedo vai ministrar
palestra sobre inovações na área de recursos humanos amanhã. O vídeo da palestra estará
disponível no endereço eletrônico www.mba60segundos.com.br/propay, a partir das 16h.
Alguns dos temas tratados pela palestrante serão atração e retenção de talentos, fusões,
segunda carreira e preparação para a aposentadoria. Maria Candida é formada em
administração pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e fez cursos de estratégia de
recursos humanos e gestão e inovação em cinco países, entre eles Estados Unidos, Holanda e
França. A iniciativa faz parte do projeto MBA60 Segundos, portal de vídeos que apresenta
conteúdos sobre administração, carreira, empreendedorismo, franchising e marketing.

Fonte: CB de 11.11.2012

domingo, 4 de novembro de 2012

As dificuldades de se contratar um profissional-estrela

Ao analisar as carreiras e entrevistar profissionais de bancos de investimentos de Wall Street, Boris Groysberg, professor em Harvard, concluiu que profissionais-estrela, aqueles que fazem a diferença dentro de uma organização, quando mudam de empresa, sofrem um declínio imediato em sua performance e isso acontece por conta da diferença de culturas organizacionais ou das redes de contato ou dos colegas de trabalho ou por conta de outros recursos que estavam acostumados, mas que pertencia ao antigo empregador, ou ainda pela conjunção de todos esses fatores. O resultado disso é que muitos dos executivos quando recebem uma proposta mais vantajosa de emprego, costumam carregar consigo a equipe que o apoiava na empresa anterior.


Perseguindo Estrelas, de Boris Groysberg, oferece ao leitor orientações e insights sobre a natureza fundamental para se compreender a performance. A obra traz também orientações práticas para os indivíduos sobre como gerenciar suas carreiras de forma estratégica e para as empresas revela como identificar, desenvolver e reter talentos.

Leia a íntegra do texto de Mônica Ferreira (Digital Trix)


SOBRE O LIVRO

Título: Perseguindo Estrelas
Subtítulo: O mito do talento e a portabilidade do desempenho
Autor: Boris Groysberg
Páginas: 448
ISBN: 978-85-63993-28-1
Edição: 1ª

domingo, 21 de outubro de 2012

Hábitos que podem declinar sua carreira?! Vamos mudar...


Seja em nome da preguiça ou do bem estar, todos os profissionais têm maus hábitos. Pode ser que você tenha dias em que as fofocas ou redes sociais estejam mais interessantes que seu trabalho ou que você pense tanto em voltar para sua cama que a desatenção fale mais alto. De vez em quando isso é normal, mas quando eles fazem parte do cotidiano talvez você tenha que tomar mais cuidado pois seu trabalho pode estar em jogo.

“Um único hábito ruim não é provável que você seja demitido imediatamente, mas o efeito acumulativo ao longo do tempo pode”, adverte a diretora da University of Texas e autora do livro “You Majored in What? Mapping Your Path from Chaos to Career”, Katherine Brooks. Além disso, acrescenta, as pessoas podem notar um mau hábito e isso levará a procurarem outras falhas ou problemas com você. 

 Foto: Google Imagens

Para testar sua auto-crítica, a Forbes listou os 14 maus hábitos que acompanham os profissionais e que podem colocar em risco seus empregos. Será que você se identifica com algum deles?

Via Salto na Pauta

terça-feira, 9 de outubro de 2012

7 dicas para lidares com muitas tarefas


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Foto: Ojo Image
 Se costumas aceitar mais trabalhos do que aqueles que consegues fazer, então conheces as dificuldades que acompanham a organização do tempo para que não faltes com nenhuma destas responsabilidades. Não é necessário que digas não para todas as ofertas de trabalho e projetos que fazem para ti, mas mesmo assim é importante que mantenhas a disciplina. Fica a conhecer sete dicas para que consigas lidar com muitas tarefas e assim cumprir com as tuas responsabilidades:

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

'Sucesso' norueguês inspira Europa a adotar cotas para mulheres em empresas


Legislação norueguesa exige que mulheres ocupem ao menos 40% dos conselhos de empresas
Quando o governo norueguês resolveu obrigar empresas públicas e privadas de capital aberto a adotarem cotas para as mulheres em seus conselhos diretores, entre o fim de 2002 e início de 2003, foi recebido com uma enxurrada de previsões catastróficas.
Pelas novas regras, as companhias norueguesas que não tivessem 40% dos assentos de seus conselhos ocupados por mulheres até 2008 poderiam enfrentar sanções que poderiam chegar ao fechamento da empresa. Na época, a média de presença feminina era de 7%. Das 611 empresas sujeitas às novas regras, 470 não tinham nenhuma mulher em seu corpo de diretores. Mais.

sábado, 22 de setembro de 2012

Profissional flux – você é um?

Esse tipo não teme a demissão porque acredita que sempre há emprego para quem inova e faz acontecer. Ele é ambicioso, aspira a posição superior e sabe planejar como e em quanto tempo vai chegar lá

Profissional flux – você é um?Houve um tempo em que podia-se definir a carreira de alguém pela quantidade de cargos ocupados na vida profissional. Era um tempo diferente, em que o conceito de “crescimento na carreira” era determinado simplesmente pelo fato de o indivíduo assumir um cargo de relevância maior que o anterior. Assim, era possível iniciar a carreira em funções bem simples e operacionais, com qualificação acadêmica básica. Nesse cenário, parte da responsabilidade pelo desenvolvimento profissional cabia à empresa, o que estabelecia uma simbiose de conveniência mútua, permitindo décadas de relacionamento


Agora, vivemos um novo tempo, com intensas transformações nos relacionamentos e, por consequência, na linguagem. Isso é o resultado dos avanços tecnológicos e da exposição à grande quantidade de informações que todos somos submetidos atualmente. Chegou o tempo do profissional flux.

São pessoas que se adaptaram melhor ao fluxo (flux) inesgotável de informações e utilizam qualquer ferramenta para fazer uso delas. Estão sempre conectadas e buscando inovações. Além disso, adotam uma forma de interagir com as coisas, acreditando que sempre há como fazer melhor. Elas conseguem se motivar e estruturam suas expectativas e aspirações no ambiente caótico. 

Você é um profissional flux? Leia mais.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Roupa de reunião: o visual certo para situações tensas ou leves.



Leia as recomendações da professora Ana Vaz sobre como se vestir, de acordo com o "clima" da reunião. Ana é Consultora, autora, docente e palestrante das áreas de imagem pessoal e profissional, estilo, moda e etiqueta e mantém coluna no ClickCarreira um site sobre o assunto.

Para cada tipo de reunião – ou ocasião – existe um visual que pode contribuir positivamente ou negativamente para o seu desempenho, uma vez que você será “lido” e muito provavelmente tratado de acordo com essa leitura (sim, o mundo é cruel!).  Como boa parte de nossa percepção sobre o mundo e os que nos cercam é afetada fortemente pela visão, usar a roupa como uma ferramenta de comunicação não-verbal, neste e em outros momentos, pode trazer vantagem competitiva. Cores e formas comunicam por isso devemos pensar nelas na hora escolher o que vestir. Acertar na escolha pode ajudar a navegar mais tranquilamente por águas às vezes agitadas. Confira  sugestões para dois tipos muito comuns de reuniões. 

domingo, 2 de setembro de 2012

Mantendo a cabeça no lugar você vai usar melhor o seu tempo


Não sou muito fã de fórmulas de comportamento, mas estas dicas são legais para evitar a tal da prontidão 24 por 7 (24 horas, 7 dias por semana):

Tempo não se encontra – se fabrica. Não é fácil, mas a solução está na disciplina, na organização e nas escolhas que fazemos. Saiba priorizar e veja se alguma destas sete dicas podem ajudar.


Há pouco tempo, para garantir nossa concentração no ambiente de trabalho e manter a produtividade em alta, precisávamos nos preocupar apenas com alguém barulhento na mesa ao lado, ou entrando sem ser convidado em nossa sala. Atualmente, no entanto, nossa atenção é desafiada constantemente com o bombardeio do mundo online, através de dispositivos pessoais como celulares, smartphones, notebooks, e-mails, mensagens instantâneas, entre outros.

Por isso, abaixo estão listadas cinco dicas que podem ajudar a melhorar a administração do seu tempo em um ambiente onde todos estão conectados 24 horas por dia, durante os sete dias da semana, no mundo do “agora, agora, agora”.

Leia a íntegra.