A Fundação UE-ALC abre chamada para estágios na Europa
para estudantes universitários da América Latina, Caribe (ALC) e União Européia
(UE). O estágio é de três meses por ano e permitirá que você aprenda sobre a
Associação Birregional EU-LAC e tenha uma experiência de trabalho em uma
organização bi-regional.
Centro-Oeste no mapa do ciberespaço: compartilhando informações sobre Jornalismo, em suas diferentes especializações e diversas interfaces, para profissionais, professores, escritores, pesquisadores, concurseiros, estudantes, e entusiastas (desde 2008).
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sexta-feira, 14 de setembro de 2018
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Jovens europeus com nível universitário trabalham com faxina e entrega de pizza
Por causa da crise econômica e das medidas de austeridade adotadas por alguns governos de países ricos, um número crescente de jovens profissionais qualificados, na faixa dos 20 a 30 anos, estão desempregados.
Frustrados, após terem se esforçado tanto para conseguir um diploma, eles vivem de bicos, da ajuda da família ou pensam em emigrar.
A BBC Brasil ouviu a história de alguns desses jovens que fazem parte do que a imprensa e economistas de seus países vêm chamando de "geração perdida" ou "geração desperdiçada". Mais...
Frustrados, após terem se esforçado tanto para conseguir um diploma, eles vivem de bicos, da ajuda da família ou pensam em emigrar.
A BBC Brasil ouviu a história de alguns desses jovens que fazem parte do que a imprensa e economistas de seus países vêm chamando de "geração perdida" ou "geração desperdiçada". Mais...
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
'Sucesso' norueguês inspira Europa a adotar cotas para mulheres em empresas
Legislação norueguesa exige que mulheres ocupem ao menos 40% dos conselhos de empresas
Quando o governo norueguês resolveu obrigar empresas públicas e privadas de capital aberto a adotarem cotas para as mulheres em seus conselhos diretores, entre o fim de 2002 e início de 2003, foi recebido com uma enxurrada de previsões catastróficas.
Pelas novas regras, as companhias norueguesas que não tivessem 40% dos assentos de seus conselhos ocupados por mulheres até 2008 poderiam enfrentar sanções que poderiam chegar ao fechamento da empresa. Na época, a média de presença feminina era de 7%. Das 611 empresas sujeitas às novas regras, 470 não tinham nenhuma mulher em seu corpo de diretores. Mais.
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