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domingo, 31 de janeiro de 2016

Focas do Estadão: inscrições abertas para curso de jornalismo econômico


Jornalistas formados em 2014 e 2015, além de estudantes do último semestre, já podem se inscrever na 6ª edição do curso Estado de Jornalismo Econômico. No total, serão oferecidas 25 vagas, sendo que a seleção conta com duas fases. O programa tem patrocínio do Itaú.
O Estadão informa que o treinamento será realizado em parceria com a Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A parceria resultou no desenvolvimento do currículo teórico de acordo com as necessidades apontadas pelos editores do impresso.
O curso será realizado de 4 de abril a 30 de junho. Os participantes terão a oportunidade de assistir aulas com professores da FGV e desenvolverem atividades jornalísticas específicas, como entrevistas coletivas. Além disso, faz parte do programa um tour pelas diversas editorias do Estadão e da Agência Estado para aprender na prática como atuar em jornalismo econômico.
“As aulas são tão fáceis de entender, com professores tão pacientes e didáticos, que o medo da matemática é liquidado logo no primeiro dia”, relatou Flávia Alemi, aluna em 2015 e, atualmente, repórter do portal Economia & Negócios, do Estadão. “Além disso, a experiência na redação, o contato com jornalistas do setor e a possibilidade de entrevistar pessoas do alto escalão são itens que fazem a diferença do curso”.
Como participar
As inscrições vão até 28 de fevereiro e os candidatos devem preencher, em primeiro lugar, o formulário online neste link. É preciso ter o cadastro atualizado no site vagas.com e justificar o interesse pelo curso. Em seguida, testes digitais de conhecimentos econômicos, português e inglês serão aplicados.
Nesta primeira seletiva, o Estadão pretende aprovar os 75 melhores jovens, que irão para o próximo passo com novos testes de conhecimentos, produção de reportagem econômica e entrevista com os profissionais do grupo de comunicação. O resultado final, com os 25 nomes selecionados, será divulgado em 20 de março.

Via C-Se

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Universidade Columbia oferece bolsa em jornalismo econômico e financeiro

(Imagem: journalism.columbia.edu)

A Escola de Jornalismo da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, está aceitando inscrições para a bolsa de estudos Knight-Bagehot em jornalismo econômico e financeiro. Interessados podem se candidatar até o dia 1º de março.
Durante um ano, bolsistas ampliarão seus conhecimentos em negócios, economia e finanças. Eles receberão passe livre para participar de aulas nas escolas de jornalismo, direito e relações internacionais da Universidade Columbia, além de uma bolsa de US$ 55,000.
Candidatos devem ter fluência em inglês e quatro anos de experiência profissional, no mínimo. Para mais informações sobre a bolsa oferecida pela instituição de ensino americana, clique aqui.
Via C-SE

sexta-feira, 29 de março de 2013

Crise demonstra que a experiência neoliberal fracassou em Portugal, diz Silva Peneda

“Os consumidores não consomem, os produtores não produzem, as financeiras não financiam e os trabalhadores não têm trabalho”. É preciso tirar lições da crise, alerta o presidente do CES.

Silva Peneda considera que o actual quadro não favorece a preocupação das empresas com a sua responsabilidade social DANIEL ROCH

O presidente do Conselho Económico e Social (CES), Silva Peneda, disse nesta segunda-feira que uma das lições a tirar da crise é que a experiência neoliberal fracassou, sendo necessário privilegiar o investimento produtivo e reestruturar o sistema financeiro.

Silva Peneda, que falava na conferência “Global Compact Network Portugal” sobre a responsabilidade social das empresas, sublinhou a importância da dimensão ética, cujo afastamento no sector financeiro levou à crise.

Segundo o presidente do CES, a situação actual é exemplo de como, “com a ausência de princípios éticos, um sector pode arrastar milhares de empresas e cidadãos para um mundo de dificuldades”. Mais via Público.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Jovens europeus com nível universitário trabalham com faxina e entrega de pizza

Por causa da crise econômica e das medidas de austeridade adotadas por alguns governos de países ricos, um número crescente de jovens profissionais qualificados, na faixa dos 20 a 30 anos, estão desempregados.

Frustrados, após terem se esforçado tanto para conseguir um diploma, eles vivem de bicos, da ajuda da família ou pensam em emigrar.

A BBC Brasil ouviu a história de alguns desses jovens que fazem parte do que a imprensa e economistas de seus países vêm chamando de "geração perdida" ou "geração desperdiçada".  Mais...

sábado, 12 de setembro de 2009

Ipea faz 45 anos e lança avaliação de 30 políticas públicas


Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - Ipea promove coletiva de lançamento do livro Brasil em Desenvolvimento para celebrar 45 anos de existência, em Brasília, no dia 15, às 10 horas, com cobertura on-line pelo site do Instituto. Jornalistas de todo o Brasil podem participar, a partir das 14h, enviando perguntas para o e-mail coletiva@ipea.gov.br. Respostas serão dadas durante a coletiva de forma oral.

É necessário cadastro antecipado pelo e-mail (coletiva@ipea.gov.br) e na mensagem deve constar ainda o veículo de mídia, nome do jornalista e telefones para contato. O mesmo vale para as perguntas. Livro pode ser enviado antecipadamente. Solicitações de entrevistas podem ser encaminhadas para adelina.lapa@ipea.gov.br.

domingo, 12 de abril de 2009

Dogmas contrariados com mudança no BB


Transcrevo na íntegra comentário de Luciano Martins Costa para o programa radiofônico do Observatório da Imprensa, ontem, dia 9. Autor traz visão de que banco estatal forte com função social relevante é uma grande vantagem, mesmo que isso contrarie certos dogmas que se estabeleceram há alguns nas cabeças do jornalismo econômico: o de que o fluxo de crédito é ditado pela "mão invisível do mercado".

Os jornais receberam com estranheza a reação do mercado à decisão do governo de substituir o presidente do Banco do Brasil. As colunas especializadas informam que o dirigente anterior já estava na corda bamba havia meses, por sua insistência em direcionar a estratégia do banco para um lado que não agradava o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e, por conseguinte, o próprio presidente da República.

Desde que a crise financeira se espalhou pelo mundo, trazendo suas ondas para o Brasil, todo esforço das autoridades econômicas tem sido o de garantir o fluxo de crédito que vinha estimulando os negócios. Portanto, o Banco do Brasil supostamente andava na direção oposta, ao priorizar seus lucros e manter os juros no mesmo padrão de seus concorrentes do setor privado.

Se os colunistas já sabiam que, mais dia, menos dia, haveria mudança na direção do Banco do Brasil, é porque ouviam rumores no mercado. E esses rumores vinham provavelmente dos próprios analistas.

Função social

Assim, o movimento de queda no valor das ações do banco, registrado na quarta-feira (8/4) com destaque ao longo do dia, nos sites dos jornais, quase não se justifica. Ou, pelo contrário, justifica-se mas não induz a preocupações maiores quanto à capacidade do banco de repor rapidamente o valor original das ações. Afinal, tratando-se de um banco sob controle do Estado e integrante essencial da estratégia financeira do governo, nada mais natural que o controlador assuma as rédeas eventualmente para recolocar a instituição no rumo mais adequado.

No caso do Banco do Brasil, seu papel é assegurar o fluxo de crédito, principalmente para os setores da economia que não podem ficar submetidos à ganância da banca privada. Muito simples assim.

A imprensa não pode tratar o Banco do Brasil como trata os bancos privados. O desempenho brasileiro na crise demonstra que possuir um banco estatal forte com função social relevante passa a ser uma grande vantagem, mesmo que isso contrarie certos dogmas que se estabeleceram há alguns anos nas cabeças do jornalismo econômico.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Ética jornalística não permite ao profissional recomendar investimento, diz Sardenberg

por Alfredo Costa

Acabei de vir do lançamento, na Fnac de Brasília, do livro do comentarista de economia da CBN, Carlos Alberto Sardenberg, "Neoliberal, não. Liberal", que traz série de ensaios de assuntos que vão da Política Econômica à Economia Política.

Preocupado em descomplicar entendimento dos textos, Sardenberg usa linguagem simples e objetica, sem economês. Mas, perguntado se o livro traz dicas para escapar da crise, respondeu: "É livro de jornalista, e não de autor de auto-ajuda. Não tem recomendações sobre como investir. Até porque a ética jornalística não permite ao profissional recomendar este ou aquele investimento."

Comprei o livro, mas, em vez de dica, pedi autógrafo.

Neoliberal, não. Liberal", de Carlos Alberto Sardenberg
Editora Globo
Preço: R$ 28,00
168 páginas

domingo, 14 de dezembro de 2008

Ronaldo, Fenômeno da economia

por Alfredo Costa



Charge do Ique (ique@jb.com.br) saiu no Jornal do Brasil de quinta (11).

Flamenguista, Ronaldo se recuperou de contusão no joelho no clube de coração. Rubro-negros chegaram a promover campanha “Fica, Ronaldo”. Quando Corinthians noticiou contratação do atacante, torcida rival se revoltou e queimou camisas e outros ítens de um dos P's do marketing de Ronaldo no Flamengo.

Corintianos aproveitaram para provocar: “Tu és.../ Time de tradição/ Raça, amor e paixão/ Oh, meu Mengão/ Ronaldo é.../ Ele é do Timão/ Pau no cu do Mengão/ Oh, Coringão”. Ápice da provocação da torcida corintiana aconteceu quando rapper Rappin Hood anunciou, na sexta (12), entrada de Ronaldo no gramado do Parque São Jorge: “Ei, você aí, pode fazer festa, que Ronaldo vem aí” e “El, el, el, Ronaldo é da Fiel”. Agradecido, reforço voltou a se dizer “mais um louco no bando”.

Tudo bem, salve o Corinthians! Mas acho que assunto cai melhor na editoria de economia que na de esportes. Contratação e chegada do Fenômeno ao Corinthians ( inpensáveis há uma semana) mexeu com a imprensa. Jornais impressos, TV, rádio, Internet deram destaque a transferência de Ronaldo para São Paulo. Bom para audiência e para finanças dos veículos. Bom para economia.

Que saco! Quando entro de férias não tem futebol no domingo... No Rio, sou botafoguense roxo e, no Mato Grosso, torço pelo Araguaia Atlético Clube. Em São Paulo, simpatizante do Santos. No RS, quero mais que os gremista se fodam; América do Sul é Colorada. Por causa da crise, no Natal vou comer bacalhau de segunda à lusitana.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Aprenda com quem não entende nada...


A bolsa e os micos

Nestes tempos em que os "especialistas" batem cabeça com explicações sobre a crise financeira, vale a pena ler matéria de um Zé que assume que não entende nada de Economia.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Estadão e Globo usam personagens para aproximar crise de população

Comentário do Blogger: matéria recomendável para quem cursa Economia e Comunicação ou Jornalismo econômico, entre outras disciplinas.

Cida Damasco e Cristina Alves, editoras de Economia do Estadão e O Globo, contam que jornais optaram por mostrar como atual crise financeira afeta vida de pessoas. “Para falar de mercado acionário é melhor conversar com alguém de carne e osso, que está passando pela situação, disse Cida.

Cris acredita que mostrar crise econômica com “vida real” é mais fácil. Cita caso recente: alta do ouro fez noiva adiar compra de aliança e casamento. “Crise afeta vida de pessoas, investimentos, viagem ao exterior, dívida com cartão de crédito”.

Fonte: C-se

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Afiando o olhar no noticiário econômico: "a Sedução do Poder"

Numa época em que o Jornalismo Econômico encontra-se partcularmente concentrado na agenda dos grandes grupos econômicos, vale a pena conferir o texto de José Antônio Sarcinelli, que fala com estranheza dos temas considerados “relevantes” no cotidiano da grande mídia: http://www.hottopos.com/mirand3/econ.htm

Fonte: Editora Mandruvá (http://www.hottopos.com/)