O Comunicast, Projeto de Extensão em Rádio e Podcast da Universidade Federal de Mato
Grosso - UFMT irá produzir materiais de casa para rádios comunitárias e plataformas de podcast
O Projeto de Extensão Comunicast da Universidade Federal de Mato Grosso estreou neste domingo o Vida em Quarentena, um podcast sobre as histórias de período de isolamento. Ao longo da semana, os estudantes ainda irão enviar materiais em áudio para o WhatsApp e às emissoras de rádio comunitárias sobre a situação da pandemia da Covid-19. Todo o trabalho de produção, gravação e edição será feito em casa por estudantes que integram os projetos nos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV e Cinema e Audiovisual do Departamento de Comunicação da UFMT.
Ouça no Spotify.
Centro-Oeste no mapa do ciberespaço: compartilhando informações sobre Jornalismo, em suas diferentes especializações e diversas interfaces, para profissionais, professores, escritores, pesquisadores, concurseiros, estudantes, e entusiastas (desde 2008).
segunda-feira, 30 de março de 2020
Está no ar a Zanzalá, Revista Brasileira de Estudos de Ficção Científica
Zanzalá – Revista Brasileira de Estudos de Ficção Científica (ISSN 2236-8191) é a primeira revista acadêmica brasileira, peer-reviewed, dedicada aos estudos da ficção científica em suas múltiplas plataformas ou manifestações: prosa, poesia, cinema, televisão, teatro, música, videogames, etc. Trata-se de uma publicação vinculada ao grupo de pesquisa (CNPq) GENECINE (Grupo de Estudos sobre Gêneros Cinematográficos e Audiovisuais), sediado no Depto. de Cinema do Inst. de Artes da Universidade Estadual de Campinas.
Sua publicação é anual e a revista permanece como patrimônio científico da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), berço do projeto original e instituição de acolhimento da infra-estrutura necessária à sua publicação. São aceitos textos nas categorias Dossiê, Autores Convidados, Artigos, Short Papers, Resenha, Entrevista e Video-Ensaio, em 5 línguas: português, inglês, espanhol, francês e italiano.
sexta-feira, 27 de março de 2020
Vinculada a igreja evangélica, emissora de TV demite em massa
R. R. Soares no ar pela RIT TV. Emissora que encara passaralho. (Imagem: reprodução)
RIT TV dispensa cerca de 80 profissionais em todo o Brasil. Cortes atingem comunicadores, de produtores a diretores. Braço da Igreja Internacional da Graça de Deus, de R. R. Soares, é responsável por gerir o canal de televisão.
Leia a matéria no C-SE.
terça-feira, 24 de março de 2020
quinta-feira, 19 de março de 2020
quarta-feira, 18 de março de 2020
Norma Couri: “Não há governos eternos com alergia a jornalistas”
“Fica claro que os impressos, incluindo livros, são um sustentáculo do Estado democrático pela assimilação mais profunda e por conter muito menos erros do que as matérias virtuais despejadas nas redes por motivações muitas vezes pessoais”, diz em entrevista Norma Couri. “Não é à toa que a fúria do governo autoritário se insurja contra os jornais e revistas”, argumenta.
Quanto à crítica da mídia, Norma diz que jornalistas “precisam se acostumar a ser olhados de fora, julgados enquanto julgam ou investigam. Só vejo benefícios para profissionais e leitores”.
Ela afirma que a ditadura deu à sua geração “aquela experiência que só se adquire na guerra. Não há dúvida de que somos uma geração mais culta e solidária. As novas gerações carecem de um dom que nos foi imposto: saber escrever. E para isso, ler”.
Não se trata de desencorajar os que chegam agora à profissão.
Ela recomenda aos recém-chegados “curiosidade, garra, interesse por todo e qualquer assunto, leituras que vão de Shakespeare aos almanaques, conhecer as entranhas da profissão, ter faro para notícia, e, fundamental, ter emprego para colocar tudo isso em prática. Se não tiver, trabalhar assim mesmo”.
Lamenta que tenha deixado de existir a diversidade etária nas redações, mas lança uma palavra de esperança: “não há governos eternos com alergia a jornalistas nem escuridão que dure para sempre”.
Norma Couri tem 48 anos ininterruptos de profissão. É formada em Jornalismo pela PUC-RJ, com mestrado em Jornalismo na Columbia University de Nova York e doutorado em História Social na USP. Trabalhou no Jornal do Brasil, na Veja, na Folha de S.Paulo, no Estadão, na Época e no Observatório da Imprensa até hoje. Foi correspondente do Jornal do Brasil, baseada em Lisboa, com coberturas pela Europa, África e Ásia por dez anos e correspondente, no Brasil, da revista Visão, de Portugal. Atualmente, trabalha em projeto de pós-doutorado em Jornalismo.
Leia a entrevista no Observatório de Imprensa.
Revista âncora recebe Submissões até segunda, dia 23 de março
A Revista Âncora (Qualis B1) recebe artigos até o dia 23 de março para o Dossiê 2020.1 "Tendências e perspectivas do radiojornalismo nos 100 anos de radiodifusão no Brasil: do local ao transnacional".
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