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domingo, 26 de maio de 2024

Docentes da UFG decidem encerrar greve, mas rejeitam proposta do Governo

 


Os docentes da Universidade Federal de Goiás (UFG) decidiram encerrar a greve da categoria, mas rejeitaram a proposta apresentada pelo Governo Federal. A decisão foi tomada por meio de plebiscito eletrônico organizado pelo Adufg-Sindicato, representante da categoria definido e explicitado em registro no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No total, foram registrados 820 votos favoráveis ao fim da paralisação, 720 votos contrários e 9 abstenções.  A diretoria da entidade sindical informará a Reitoria da UFG sobre a decisão.

Em relação à segunda enquete, na UFG, a pergunta apresentada na cédula virtual era: "Você está de acordo com a decisão da Assembleia, de rejeição da proposta do governo?". Nela, 794 docentes votaram a favor da rejeição e 652 votaram contra a rejeição. Também foram registradas 20 abstenções.

Leia matéria divulgada pelo Adufg.

quinta-feira, 23 de maio de 2024

Decisão final sobre proposta do governo e greve docente da UFG será por plebiscito eletrônico


Após quase quatro horas de debate, os docentes presentes na Assembleia Extraordinária da Universidade Federal de Goiás (UFG) optaram pela rejeição da proposta do Governo Federal à categoria. A decisão final sobre o assunto ocorrerá por meio de plebiscito eletrônico, conforme prevê o Estatuto do Adufg-Sindicato. Na votação, os docentes também vão decidir sobre a manutenção ou não da greve.

A votação será realizada das 17 horas desta quinta-feira (23/05) às 17 horas de sábado (25/05). Na assembleia, o presidente do Adufg-Sindicato, professor Geci Silva, apresentou a proposta encaminhada pelo governo na última Mesa Específica e Temporária da Educação do Magistério Federal. Em seguida, após os debates, foi encaminhada a votação em dois turnos, sendo o primeiro na assembleia, e a decisão final no plebiscito eletrônico.

Fonte: AdufgAdufg

terça-feira, 21 de maio de 2024

Adufg-Sindicato cancela assembleia extraordinária em Goiânia para avaliar proposta do Governo Federal

 

Em virtude de problemas técnicos com a plataforma Google Meet, O Adufg-Sindicato acaba de cancelar, na manhã de hoje, dia 21, assembleia extraordinária para avaliar a nova proposta apresentada pelo Governo Federal na última reunião da Mesa Específica e Temporária da Educação do Magistério Federal.

O Adufg-Sindicato informa que a Assembleia Extraordinária da categoria docente da UFG terá continuidade na próxima quinta-feira (23/05), às 9 horas, no Centro de Cultura e Eventos Professor Ricardo Freua Bufáiçal (campus Samambaia).

Os docentes também poderão participar de forma virtual por meio do link https://us06web.zoom.us/j/85756278687?pwd=WLaDAe1lGZoExueRCb9HwaWLWXMDHe.1.  Até lá permanece a Universidader Federal de Goiás greve por tempo indeterminado aprovada pelos professores em 30 de abri último. 

Fonte: AdufgAdufg

segunda-feira, 6 de maio de 2024

Nota do Adufg-Sindicato sobre deflagração de greve na UFG


A diretoria do Adufg-Sindicato protocolou, na manhã desta quinta-feira (02/05), ofício que comunica à Reitoria da Universidade Federal de Goiás (UFG) a decisão do plebiscito eletrônico, que aprovou a deflagração de greve da categoria docente por tempo indeterminado. A paralisação das atividades terá início na próxima terça-feira (07). Importante ressaltar que o Adufg-Sindicato é o representante da categoria definido e explicitado em registro no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O plebiscito foi realizado entre os dias 25 e 30 de abril, conforme deliberado em Assembleia Extraordinária. No total, 657 docentes (49,62%) votaram a favor da greve, enquanto 652 (49,24%) foram contrários. Foram registradas, ainda, 15 abstenções.

No ofício encaminhado à UFG, o Adufg-Sindicato reiterou o descontentamento da categoria com a posição do Governo Federal e com a falta de avanço nas negociações. O documento protocolado também solicitou realização de uma reunião com a Reitoria para o ajustamento de critérios para definição dos serviços urgentes e essenciais a serem mantidos em funcionamento durante o período de greve.

A categoria pleiteia reajuste salarial para o ano de 2024, bem como a reestruturação das carreiras do Magistério Superior (MS) e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). Nos últimos meses, o Adufg-Sindicato e a Proifes-Federação participaram de diversas reuniões da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) e da Mesa de Negociação Específica e Temporária do Magistério Superior.

Na última terça-feira (30/04), em resposta ao que foi apresentado pelo governo, a Proifes-Federação, entregou uma nova contraproposta que prevê reajuste de 3,5% em 2024, 9,5% em 2025e 4% em 2026, entre outras demandas. O documento aborda, ainda, reestruturação das carreiras, reajuste de benefícios e pautas não salariais.
Clique aqui e confira a íntegra da contraproposta.

Fonte: Adufg 

quinta-feira, 2 de maio de 2024

Professores da UfG entram em greve a partir da próxima segunda (06/05)

Decisão foi tomada por meio de plebiscito eletrônico, organizado pelo Adufg-Sindicato. No total, 657 doentes (49,62%) votaram a favor

A categoria docente pleiteia reestruturação das carreiras do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico. A Proifes-Federação, entidade à qual o Adufg-Sindicato é filiado, já encaminhou proposta ao Governo Federal, que prevê, entre outras questões, reajustes para 2024, 2025 e 2026.

Há, ainda, reivindicação da categoria de forma conjunto com servidores públicos federais. Nessa frente, luta é por reajuste salarial linear.

 Fonte: Adufg/Notícias .


quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

5˚ Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos em Jornalismo fará ato de solidariedade aos Sindicato de Jornalistas da Palestina em Goiânia (GO)


Amanhã, 7 de dezembro, a partir das 19 horas, no auditório da ADUFG Sindicato, o Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Balduino, Sindicato dos Jornalistas de Goiás, Núcleo de Estudos e Pesquisa em Direitos Humanos e Faculdade de Informação e Comunicação da UFG farão a entrega dos troféus do 5˚ Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos em Jornalismo.

Serão premiados trabalhos jornalísticos publicados ao longo do ano de 2022, produzidos por jornalistas goianos, em seis categorias: Fotografia, Texto Impresso, Web, Rádio, TV e Arte (charge, quadrinhos e ilustrações), e também por estudantes universitários a partir do 3˚ ano dos cursos de Jornalismo, Rádio e TV.

E para comemorar o Centenário de Dom Tomás Balduino, nessa quinta edição, foi criada uma categoria especial com dois temas presentes na luta do bispo dominicano: reforma agrária e povos indígenas.

Em quatro edições, foram premiados 44 jornalistas e estudantes que abordaram temas importantes presentes na realidade de Goiás, como violência policial, memória da ditadura militar, refugiados, despejos forçados, violência de gênero, tortura, direitos indígenas, violência contra mulheres, visibilidade LGBTQIA+, impactos da pandemia, entre outros.

Também já foram homenageados personalidades marcantes da história do Jornalismo em Goiás e na América Latina como Washington Novaes, o cubano Daniel Diez, Thomas Hoag e Pinheiro Sales. E defensores e defensoras históricos de direitos humanos como Pedro Wilson Guimarães, Delma Costa, Frei Marcos Sassatelli, Irene Santos, Irmã Guida, Frei João Xerri, Romerson Alves, Valdir Misnerovicz, Luiz Borges, Diessyka Lorena, Natalino de Jesus e Lázaro da Luz.

Para conhecer os vencedorxs, seus trabalhos e homenageadxs das edições passadas, acesse o site www.premiodhdomtomasbalduino.com.br Troféu comemorativo do Centenário de Dom Tomás Balduino O troféu desta edição foi criado pelo artista indígena José Alecrim, que se inspirou na identidade visual do Prêmio e no legado de Dom Tomás, cujas comemorações de seu Centenário de nascimento encerram-se esse ano.


Troféu comemorativo do Centenário de Dom Tomás Balduino

O troféu desta edição foi criado pelo artista indígena José Alecrim, que se inspirou na identidade visual do Prêmio e no legado de Dom Tomás, cujas comemorações de seu Centenário de nascimento encerram-se esse ano.

José Alecrim, de origem Kanela, é artista visual e designer graduado pela PUC-Goiás (2013). Pósgraduando em Artes Visuais, atualmente é professor Arte-Educador no Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte (SEDUC-Goiás), atuando na formação de professoras, professores e estudantes da Rede Estadual de Educação em projetos de implementação da lei nº 11.645/08, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Sua produção artística tem foco na educação antirracista, visualidade, multidiversidade dos povos indígenas, migrações, retomadas e presença dos povos indígenas nas cidades. Tem experiência em projetos gráficos, ilustração editorial e produção de livros

Jornalistas palestinos

Mobilizada pelo apelo urgente para apoiar os jornalistas palestinos em Gaza, Jerusalem e Cisjordânia ocupadas e diáspora, lançado pelo Sindicato dos Jornalistas da Palestina e Federação Internacional de Jornalistas, a comissão organizadora do Prêmio fará um um ato de solidariedade durante a solenidade e exibirá um video do presidente do Sindicato de Jornalistas da Palestina, Nasser Abu Nakr, que relata a dramática situação de constantes ameaças de morte e repressão à liberdade de imprensa pelo exército de ocupação colonial de israel aos jornalistas de Gaza.

Além disso, eles enfrentam diversas outras violações de direitos humanos, como falta de acesso à alimentação, água, socorro médico, transporte, e equipamentos de segurança para o exercício da profissão em zona de conflito armando. “Eu falo em nome dos jornalistas da Palestina em Jerusalem, Gaza, Cisjordânia e diáspora. Peço sua ajuda e apoio. Por mais de 40 anos, os jornalistas palestinos e palestinas estiveram na linha de frente para contar a história da guerra. E tristemente, eles e elas também tornaram-se a história”, afirma o presidente, informando ainda que, de 7 a 18 de novembro, mais de 50 jornalistas já foram mortos.

Conheça o Jurí


Mariza Fernandes

Professora efetiva no curso de Jornallismo da Faculdade de Informação e Comunicação na UFG, Mariza é Doutora e Mestre em Geografia pelo Instituto de Estudos Sócio-ambientais (Iesa) da UFG, na linha de pesquisa Dinâmicas Sócio-espaciais. Graduada em Comunicação Social - Bacharelado em jornalismo pela UFG e pesquisadora do Laboratório de Estudos de Gênero, Étnico-Raciais e Espacialidades do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (LaGENTE/IESA/UFG) e do Pindoba - Grupo de Pesquisa em Narrativas da Diferença, vinculado à Faculdade de Informação e Comunicação da UFG. Foi vencedora do Prêmio Pedro Krotsch de Estudios sobre la Universidad (2017) e do Prêmio de Popularização da Ciência, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPCGO), 2015. Membro permanente da Comissão de Heteroidentificação da UFG. Suas pesquisas abordam os seguintes temas: Ações afirmativas; relações étnico-raciais, comunicação e relações étnico-raciais, a temática racial na Geografia; interseccionalidade e raça. 

Noemia Felix 

Jornalista e professora do curso de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Doutora em Comunicação e Sociedade, pela UnB (2017), com pesquisas na área de Jornalismo, Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Análise Discursivas. Mestre pela UnB (2005) com pesquisas na área de Comunicação e Politica. Especialista em História e graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás/UFG (1998). É diretora-executiva do site Onze de Maio (https://onzedemaio.com.br) e criadora e gestora do site de Jornalismo Ambiental (www.jornalismoambiental.net). Membra da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Jornalismo (SBPJor) e do Grupo de pesquisa de Jornalismo Ambiental, liderado pela professora Ilza Maria Tourinho Girardi, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFGRS. Parecerista do Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental, da Sociedade Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo e da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Jornalismo. Seus temas de pesquisa são: Comunicação, Jornalismo, Meio Ambiente e Problemas Socioambientais, Desenvolvimento Sustentável, Análise de Discurso e Conteúdo, e da relação da Comunicação com a Política, Ciência e espaço público e cidadania. Ela foi responsável pela comunicação e orientação de alunos de Jornalismo no Programa de Estudos e Extensão Afro-brasileira (Proafro) da PUC Goiás.

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Grupo de Pesquisa em Narrativa da Diferença (Pindoba) lança o livro "Não existe ciência livre com corpos presos" hoje, 16, na Adufg, em Goiânia (GO)


PindobaGrupo de Pesquisa em Narrativas da Diferença lança hoje, dia 16, às 19h, na sede do sindicato da UFG (Adufg), em Goiânia (GO) , o livro "Não existe ciência livre com corpos presos",  com os selos Cegraf UFG e Ser-Tão-Cerrado. A produção contou com a organização de Luciene Dias, Carol Piva e Lucas Lustosa, e o ensaio visual de Ralyanara Freire.