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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Bolsas de estudo de pós-graduação para jornalistas


O Fundo de Bolsas da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) está com inscrições abertas para bolsas de estudo de pós-graduação para jornalistas da América Latina estudarem em faculdades de jornalismo reconhecidas nos Estados Unidos ou no Canadá. As inscrições vão até 30 de janeiro de 2013 e devem ser feitas via formulário on-line. Os ganhadores das bolsas serão selecionados durante a reunião de Meio de Ano da SIP que será realizada de 8 a 11 de março próximo na cidade de Puebla, México. 


O candidato aceito receberá US$20.000 para cobrir um ano acadêmico e as passagens de ida e de volta. Para concorrer, é preciso ser jornalista (ou estudante no último ano do curso de jornalismo), ter entre 21 e 35 anos, e ter fluência em inglês comprovada por TOEFL.

“Convidamos os jovens jornalistas a se inscrever e aproveitar esta oportunidade de estudar e ampliar seu conhecimento profissional", disse o presidente do conselho do Fundo de Bolsas da SIP, Jorge Andrés Saieh, de Copesa, Chile. 

Desde a criação do Fundo de Bolsas, em 1954, o programa da SIP beneficiou mais de 400 jornalistas das Américas. 

Para obter detalhes e preencher o formulário de inscrição: http://www.sipiapa.org/v4/becas_SIP.php?idioma=sp

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Confira os principais golpes do Cibercrime


Abaixo, a lista de “etiqueta” dos crimes cibernéticos no Brasil:


A população bancarizada do Brasil é maior do que o número total de habitantes de muitos países do continente. Por esse motivo, nada mais natural do que haver um grande número de ameaças voltadas especificamente para o setor bancário no País. Desta forma, um grande mercado para o cibercrime, no Brasil, é o financeiro. Ele pode vir de duas formas: via spam, onde o usuário recebe um e-mail, teoricamente de seu banco, pedindo que ele atualize diversas de suas informações cadastrais, sob risco, em caso negativo, de ter sua conta cancelada, ou via um cavalo de troia, um malware instalado dentro do computador que redireciona a URL quando a pessoa digita no browser o endereço do banco. Em ambos os casos, a pessoa é levada a um ambiente fantasma, idêntico ao seu bankline. Fica a dúvida: as pessoas ainda caem no golpe do e-mail do banco? “Não é porque algumas pessoas, especialmente as que lidam sempre com tecnologia, já conhecem essa ameaça, que todas conhecem. Existe no Brasil uma parcela muito grande da população que começa agora a entrar na internet”, lembrou Labaca.  Leia mais: Como o tipo de ataque muda conforme o país.


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