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sexta-feira, 8 de setembro de 2023

DPE-MS: vaga para jornalista, R$ 5.428,50


O concurso da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul (DPE-MS) prevê vaga para Jornalismo ou Comunicação Social, em ampla concorrência.

O candidato aprovado deve atuar em assessoria de imprensa, captura e edição de vídeos e áudios e conteúdo para as mídias digitais.

A remuneração inicial é de R$ 5.428,50 para uma carga horária semanal de 40 horas.

Os benefícios são de auxílio alimentação no valor R$ 1.430,00 e outros R$ 1.430,00 de transporte.

As inscrições estão abertas até o dia 16 de outubro, no site do Instituto AOCP (institutoaocp.org.br), com taxa de R$ 75,00.

Fonte: Iscom

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Companhia de Gás de Mato Grosso do Sul lança concurso para uma vaga de analista de comunicação (jornalismo, RP, PP e Mkt)

 



  • Remuneração: R$ 8.306,24 (40h)
  • Inscrição até 19 de março
  • Taxa de inscrição: R$ 110,00
  • Banca: IESES (msgas2021.ieses.org)
  • Data da prova: 18 de abril
  • Prova objetiva de conhecimentos específicos (20 questões), língua portuguesa (8), noções de informática (4), raciocínio lógico e matemática (4) e noções de direito administrativo (4)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Jovem com microcefalia escreve livro e tira diploma de universidade em MS

Estudante se formou em jornalismo em universidade na capital de MS.
Condição foi tema do livro feito por ela como trabalho de conclusão de curso.

Ana Carolina agradeceu a Deus durante cerimônia
(Foto: Reprodução/ TV Morena)

O que parecia utopia para uma família de Campo Grande se tornou realização. Diagnosticada com microcefalia quando ainda era bebê e depois de sete cirurgias, Ana Carolina Dias Cáceres, 24 anos, recebeu o diploma de jornalista na noite dessa terça-feira (15), em uma universidade de Campo Grande.
"Sinto felicidade extrema [...] Para as mães que já são grávidas eu diria para procurarem informação, quanto melhor informado sobre a microcefalia, mais a criança vai ter chance de fazer o que está acontecendo comigo", recomendou.
O canudo nas mãos tem um significado especial para toda a família, que temia sequelas graves por conta da condição rara de Ana Carolina. Para o pai Ermínio Cáceres é impossível não lembrar das dificuldades e das dúvidas que surgiram logo após o diagnóstico da microcefalia.
"A gente não sabia se ela ia andar, se ela ia falar, se ia ouvir e hoje esta aí, como vocês estão vendo, formada em jornalismo. Fez o curso tranquilamente, tudo de bom", disse emocionado.