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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Lançamento do livro Práticas e tensionamentos contemporâneos no ensino de jornalismo



Está disponível a versão digital do livro Práticas e tensionamentos contemporâneos no ensino de jornalismo, composto por reflexões de professores, das cinco regiões do País, decorrentes das diretrizes do MEC de 2013, que determinaram a polêmica independência do curso de Jornalismo dos demais da Comunicação Social e estabeleceram novos direcionamentos curriculares. A versão impressa será lançada em março de 2019, em Brasília, em data e local a serem divulgados.

A obra é composta por 18 capítulos distribuídos em 238 páginas divididas em três partes:  Teoria, Ensino e Diretrizes. A edição é da FAC Livros e a coordenação dos professores Elton Bruno Pinheiro, Rafiza Varão e Zanei Barcellos, os três da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC/UnB).

O livro pode ser acessado o baixado pelo link https://faclivros.files.wordpress.com/2018/12/livroensino.pdf

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Brasil tenta tornar curso de jornalismo mais prático, mais digital e menos teórico, mas adaptação é lenta e difícil


Campus da Praia Vermelha da UFRJ (By Halley Pacheco de Oliveira (Own work) [CC BY-SA 3.0 (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0)], via Wikimedia Commons).

Muitas faculdades de jornalismo no Brasil ainda enfrentam uma série de problemas para reformular seus currículos e, assim, se adaptar às novas diretrizes para o curso, aprovadas em setembro de 2013 pelo Conselho Nacional de Educação, ligado ao Ministério da Educação.
De acordo com a resolução, as universidades tinham dois anos – até 2015 – para se adequar às orientações. No entanto, muitas se atrasaram e outras ainda não conseguiram implementar as mudanças, que visam tornar o currículo mais moderno e próximo das necessidades contemporâneas do jornalismo.  
Leia a íntegra no site Jornalismo nas Américas.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Sindicato e cursos de comunicação realizam seminário "Desafios da Formação em Jornalismo"


O Sindicato dos Jornalistas do DF, em parceria com os cursos de comunicação do DF, realiza em 22/5 o “Seminário: Desafios da Formação em Jornalismo”. Direcionado para estudantes, professores e profissionais da área de jornalismo, o evento tem o objetivo de debater a situação do ensino em jornalismo atual, bem como os desafios que os profissionais da área enfrentam no mercado de trabalho. As inscrições poderão ser feitas aqui

Entre os assuntos que serão abordados no evento estão a grade curricular e a carga horária dos cursos de jornalismo, o estágio supervisionado, a formação crítica e as expectativas do mercado, além dos direitos de estagiários e jornalistas. 

Outro foco do encontro será a discussão da implementação das novas diretrizes curriculares, aprovada pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE) em fevereiro de 2013. Os cursos terão até dia 27/9/2015 para implementar as diretrizes em seus currículos - data que marca dois anos da homologação da nova regra no CNE (veja mais aqui).

A implementação das novas diretrizes, assim como a aprovação da PEC do Diploma no Congresso Nacional (confira mais informações aqui), faz parte das bandeiras de luta do SJPDF, visto que os dois temas têm relação direta com o reconhecimento profissional e qualidade do ensino.

"As novas diretrizes não contemplam todas as nossas expectativas, especialmente em relação à formação crítica em jornalismo, mas acreditamos que oferecem um norte interessante para o aprimoramento dos cursos e acompanhamento dos estágios. O importante agora é que professores, estudantes e jornalistas troquem experiências e expectativas para que possamos não apenas cumprir as novas diretrizes, bem como avançar em suas lacunas", destaca a integrante da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do SJPDF, Juliana Cézar Nunes. 

Agenda

O quê: Seminário Desafios da Formação em Jornalismo
Dia: 22/5, das 8h30 às 12h30
Local: Sindicato dos Jornalistas do DF (SIG Quadra 2 lotes 420/430/440 - City Offices Jornalista Carlos Castello Branco - Cobertura C13)

Programação:

8h30 - MESA 1 - Desafios da formação em jornalismo no DF
10h30 - Intervalo para o café
11h - MESA 2 - Os novos currículos dos cursos de comunicação

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Comissão entrega propostas sobre cursos de jornalismo


Comissão de especialistas em ensino de jornalismo entregou ao Ministério da Educação - MEC, nesta sexta, 18, proposta de revisão das diretrizes curriculares dos cursos.

Análise final do documento será feita no MEC. Em seguida, o texto será encaminhado ao Conselho Nacional de Educação (CNE),órgão responsável pela revisão das diretrizes. Depois, o Conselho envia proposta de resolução ao MEC. Novas diretrizes devem ser aprovadas ainda este ano para entrar e vigor no ano que vem.

De acordo com o presidente da comissão, José Marques de Melo, entre as propostas estão incentivo à diversidade de projetos pedagógicos nos cursos de jornalismo, estágio supervisionado e construção de cursos mais autônomos.

“Pretendemos que o curso de jornalismo tenha mais autonomia curricular, porque o que ocorre hoje é que o aluno entra e passa dois anos fazendo disciplinas comuns a todos os cursos de Comunicação”, disse.

Segundo José Marques, na proposta também está prevista maior criatividade na elaboração dos projetos pedagógicos. “É preciso haver mais diversidade na elaboração dos projetos pedagógicos para abarcar, por exemplo, as diferenças regionais”, explicou.

De acordo com Marques, outra sugestão da comissão é incluir no currículo o estágio supervisionado. “A idéia é que o aluno faça estágio nos últimos anos do curso, mediante parceria entre as escolas e as empresas.”

Na visão de Marques, propostas pretendem atualizar o perfil dos estudantes e melhorar a formação dos jornalistas. “A intenção é revalorizar o diploma. Os jornalistas que se formarem sob essas orientações serão bem mais competentes”, afirmou.

De acordo com o ministro, a queda da exigência do diploma torna a revisão das diretrizes ainda mais importante para formar bem os jornalistas. “Os meios de comunicação têm que ter à sua disposição profissionais altamente qualificados para exercer a profissão de jornalista. Tanto quanto medicina, direito e pedagogia, jornalismo se insere nesse contexto, que dialoga com a questão dos direitos civis e sociais. Escolhemos esses quatro cursos, nestes dois anos de supervisão, justamente em função da sua importância para a questão democrática”, enfatizou.

As atuais diretrizes dos cursos de jornalismo datam de 2001. As diretrizes curriculares orientam as instituições de educação superior na formulação do projeto pedagógico dos cursos de graduação e são estabelecidas pelo CNE.

No trabalho de revisão, a sociedade civil participou em três audiências públicas. A primeira, no Rio de Janeiro, reuniu o segmento acadêmico; na segunda, em Recife, foram ouvidos os representantes do mercado de trabalho e das entidades de classe. No último encontro, em São Paulo, os debates contaram com organizações não governamentais e movimentos sociais. Houve consulta pública também pela internet.

A comissão de especialistas, presidida por José Marques de Melo, foi instituída pela Portaria MEC nº 203/2009. A íntegra do relatório está na página do MEC.

Leia mais sobre o assunto no blog monitorando e do 300.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Sesu/MEC.