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sexta-feira, 25 de julho de 2025

Programa de Pós-Graduação em Educação na Amazônia (PGEDA) abre seleção para doutorado


 O Programa de Pós-Graduação em Educação na Amazônia (PGEDA) - uma rede que inclui a Universidade Federal de Rondônia (Unir) e mais oito universidades públicas federais e uma estadual da Região Norte (Educanorte) - abriu inscrições para o processo seletivo de ingresso no curso de Doutorado para a turma de 2026, com oferta de 91 vagas no total. 

A proposta do PGEDA é orientada por uma dupla finalidade: promover a formação, em nível de doutorado, de pessoal qualificado para atuar na Amazônia brasileira e fortalecer os Programas de Pós-Graduação em Educação, existentes nas Instituições integrantes da Rede, que ofereciam apenas o Curso de Mestrado.

Inscrições - As  inscrições serão realizadas de 21 de julho a 30 de agosto de 2025, pelo site https://educanorte.net.br/, com pagamento da taxa. Candidatos hipossuficientes poderão solicitar isenção do pagamento da taxa de inscrição de 21 a 25 de julho, conforme orientações do edital disponível aqui. 

Linhas de pesquisa - O Curso de Doutorado em Educação na Amazônia – Associação em Rede tem a Educação como área de concentração e está estruturado em torno de três linhas de pesquisa, que consolidam subáreas específicas da área de educação: 1) Educação na Amazônia: formação do educador, práxis pedagógica e currículo; 2) Estado, Políticas Públicas e Gestão da Educação e 3) Saberes, Linguagem e Educação.

Vagas - O PGEDA oferece 91 vagas distribuídas nas três linhas de pesquisa em seus sete polos: Belém (27), Boa Vista (9), Manaus (10), Palmas (15), Porto Velho (8), Rio Branco (13) e Santarém (9). Cada polo é vinculado a docentes específicos, entre os quais professores da Unir, que atuarão como orientadores, com temas de pesquisa alinhados às necessidades educacionais da Amazônia.

Bolsas - Além do edital de ingresso, o Programa também torna público o Edital nº 01/2025-PGEDA, que rege a seleção de discentes candidatos à Bolsa Acadêmica (FAPESPA), destinada ao curso de Doutorado em Educação na Amazônia – PGEDA, Associação Plena em Rede (EDUCANORTE). Ambos os editais estão disponíveis aqui.

Para mais informações, acesse: https://educanorte.net.br/ e https://www.educanorte.propesp.ufpa.br/index.php/br/.

Doutorado em Educação na Amazônia – PGEDA
Vagas: 91 (em sete polos: Belém, Boa vista, Manaus, Palmas, Porto Velho, Rio Branco e Santarém)
Isenção de inscrição: 21 a 25/07/2025, pelo sistema online www.educanorte.net.br 
Inscrições: de 21/07 a 30/08/2025, no site  www.educanorte.net.br 
O Edital pode ser acessado aqui e mais informações estão disponíveis aqui.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Revista eletrônica Trilhas na história lança dossiê-Amazônia: territórios, migrações e fronteiras

A Amazônia, com sua vastidão e riqueza cultural, é um espaço historicamente marcado por migrações, interações sociais e disputas territoriais. O dossiê Amazônia: Territórios, Migraçõese Fronteiras reúne pesquisas que exploram a formação e transformação dessa região, dando voz às narrativas locais e às experiências vividas por seus habitantes.

Os artigos abordam desde o campesinato amazônico e suas resistências, até as relações políticas entre o Brasil e o nazifascismo na década de 1930. Também são exploradas as experiências de vida em Eirunepé, a resiliência dos povos indígenas de Rondônia, os processos de povoamento na Ilha Saracá e o impacto da construção de estradas na mobilidade regional.

Ao reunir essas reflexões, este dossiê oferece uma abordagem crítica e interdisciplinar sobre a Amazônia, destacando suas dinâmicas históricas, sociais e políticas.

sábado, 4 de janeiro de 2025

Apenas 5,8% dos municípios da Amazônia Legal elegeram candidatos favoráveis à causa ambiental

 A Amazônia Legal será governada nos próximos quatro anos, em sua grande maioria, por prefeitos e vereadores eleitos que não defendem o meio ambiente e políticas públicas para redução dos efeitos das mudanças climáticas. 



Este é o resultado de uma análise exclusiva da InfoAmazonia, com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Índice de Convergência Ambiental total (ICAt) do Painel Farol Verde, ferramenta que verifica o grau de alinhamento de parlamentares à agenda ambiental, em uma escala de 0 (zero) a 100 – sendo 0 (zero) um posicionamento péssimo e pouco aderente, e 100, ótimo e muito aderente.  


686 prefeitos (88,86%) são considerados péssimos, abaixo de 25 pontos no Índice de Convergência Ambiental total (ICAt) do Painel Farol Verde, que varia de 0 (péssimo) a 100 (ótimo) na defesa ambiental.

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Crescimento demográfico de Povos Indígenas resulta em comemoração e dúvidas das comunidades regionais


Aumento demográfico dos indígenas no Brasil é comemorado pelas comunidades, porém resulta também em preocupação quanto a política de atenção aos povos originários do país - imagem Pamela Santana.

O último censo demográfico da população indígena do Brasil, publicado neste ano, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com o apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), aponta um aumento no número da população dos povos originários no país em 88,82%, se comparados os dados da pesquisa feita em 2010. O Crescimento da população brasileiros nestes 12 anos, conforme o órgão foi de 6,5%. 

De acordo com o órgão do Governo Federal, o levantamento apontou que, a população indígena do país em 2022, chegou a 1 693 535 pessoas, o que representa 0,83% de todos os brasileiros. O Censo 2010 registrou a presença no país de 896 917 mil pessoas indígenas, então, 0,47% dos residentes no território brasileiro. Conforme dados do IBGE, "pouco mais da metade (51,2%) da população indígena está concentrada na Amazônia Legal", descreve publicação da Funai.Como analisa o próprio IBGE, a comparação não pode ser considerada como eficiente, pelo fato de haver mudanças de metodologias para as duas pesquisas, considerando que a publicada deste ano adotou questionamento mais ampliado, respondido pelas pessoas das comunidades indígenas. 

Contudo, é possível observar que entre as prováveis motivações desse aumento, estaria relacionada principalmente a própria reafirmação de identidade e reconhecimento dos povos. Isto porque, “diferente de outras épocas, hoje os povos indígenas têm orgulho dessa autoafirmação,” destaca o professor da UFMT, Gilson Costa, pesquisador da cultura indígena.  

Leia a matéria completa de Evellyn Giovanna publicada na Agência de Jornalismo Focaia.

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Submissão de trabalhos para o X Confluências foi prorrogada

 


Trabalhos podem ser enviados até 11/06/2023 (domingo). O X Confluencias Congresso Anual de Comunicação , Linguagens e Cultura da/na Amazônia conta com 6 STs:


St1 - CONTRADISCURSOS DE RESISTÊNCIAS: Novas propostas de vida diante da emergência climática;
St2 - Cidade, Arte e Espaço;
St3 - (IN) VISIBILIDADES FESTIVAS NA CIDADE: Cortejos, rituais e performances em espaço urbano;
St4 - (IN) VISIBILIDADES ARTE -CIÊNCIA: entrelaçamentos entre literatura e psicologia;
St5 - (IN) VISIBILIDADES NA DIVERSIDADE: gênero, quilombolas, ribeirinhos, LGBTQIA + e correlatas;
St6 - COMUNICAÇÃO DIGITAL E INDÚSTRIA CRIATIVA.

Para mais informações, basta entrar em contato pelas redes sociais do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura. Mais informações.