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domingo, 2 de fevereiro de 2014

“O consumismo da elite é desespero”, diz Gikovate

O PSIQUIATRA FLÁVIO GIKOVATE FALA SOBRE AS ANGÚSTIAS DA ELITE QUE FREQUENTA SEU CONSULTÓRIO E O ESTRESSE DO MUNDO MODERNO

Flávio Gikovate não tem um divã. Quando um paciente chega ao consultório dele, num dos endereços mais caros de São Paulo (a Rua Estados Unidos, nos Jardins), encontra primeiro uma fachada de cimento queimado com portas altas de correr. Depois, pode tomar café na recepção térrea, entre um jardim interno envidraçado e telas coloridas de Claudio Tozzi. Na hora da consulta, sobe por uma escada sem paredes laterais até a sala do psiquiatra e se senta: ou num sofá, ou numa poltrona bem confortável de couro preto. Mas divã, como no nome de seu programa semanal na rádio CBN (No Divã do Gikovate), não tem. “Sempre trabalhei assim, prefiro olho no olho”, diz. Talvez seja o olho no olho, talvez seja o método da “psicoterapia breve” e a promessa de alta em seis meses – que faz com que ele atenda 200 pacientes por ano. Fato é que Gikovate se tornou o confidente de alguns dos empresários e executivos mais bem-sucedidos do país. Nesta conversa, ele fala sobre a gastança dos brasileiros ricos, a cabeça do bom líder e outros temas atuais, mas de um ponto de vista diferente. Ou você já tinha ouvido que a culpa do consumismo é da pílula anticoncepcional?

Leia a íntegra da entrevista na Época Negócios

quarta-feira, 13 de março de 2013

Consumidores ‘sem-TV’ já são 5 milhões nos EUA

O Estado de S. Paulo



Pelo menos cinco milhões de norte-americanos já abriram mão da televisão. Os principais motivos que levam as pessoas a abandonarem o televisão são o custo e a falta de interesse. E a internet e a disponibilidade de conteúdo em várias plataformas são os substitutos dessa mídia tradicional – como diz a Nielsen no título da pesquisa, zero TV não significa zero vídeo.


Dessas 5 milhões de pessoas que pararam de assistir à televisão, 67% acessam conteúdo em outros lugares (16% no computador, 6% no tablet e 8% no smartphone). Quem ainda tem o aparelho o usa para outra funções: jogar games, assistir DVDs ou mesmo navegar na internet. 25% dos entrevistados não têm mais televisor em casa.

O número está aumentando — mas não tão rápido assim. Em 2007, o número de americanos que abandonaram a TV era de 3 milhões. À primeira vista, parece que as emissoras de televisão podem ficar tranquilas — afinal, 95% dos americanos ainda assistem à televisão convencional — mas é preciso notar que a mudança se concentra nas faixas etárias mais jovens  e deve se consolidar com o tempo.

Quase um quarto das pessoas entre 25 e 34 anos não têm TV em casa. E a maioria dessas pessoas vive sozinha e não tem filhos em casa.

E por que as pessoas estão deixando de ter televisão? O principal motivo é o custo: 36% das pessoas responderam ter cortado as despesas. O segundo motivo, apontado por 31% dos entrevistados, é falta de interesse. Cerca de 23% dos assinantes do serviço de vídeos sob demanda Netflix, por exemplo, cancelaram a sua TV por assinatura, segundo o estudo.

Via FocAia