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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Universidade Federal de Goiás passa a adotar diploma digital

 


Inovação cumpre legislação do MEC e dá mais segurança para registro e guarda do documento

 Os estudantes da Universidade Federal de Goiás (UFG) que estão colando grau neste ano estão sendo os primeiros a receberem o diploma digital pela Instituição. Agora, os diplomas dos concluintes dos cursos de graduação são expedidos e registrados no formato digital. Os formandos que concluírem o curso de graduação não precisarão solicitar a expedição do diploma. Logo após a colação de grau, o diploma digital é emitido automaticamente pela Instituição.

O acesso ao diploma digital será encaminhado ao discente pelo e-mail que está cadastrado no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa),  assim como pode ser obtido no site Diploma UFG , utilizando as credenciais de acesso do login único. No link que vai ser enviado, há o acesso tanto à Representação Visual do Diploma Digital (RVDD) quanto ao arquivo XML, que contém os mesmos dados e as assinaturas digitais da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP Brasil). 

Esses procedimentos conferem ao documento a segurança e a validade jurídica necessárias. Com isso, através do código de verificação, o diploma poderá ser aferido a qualquer tempo pelo concluinte ou por pessoas autorizadas por ele, sem a burocracia dos processos de emissão convencionais, coibindo falsificações em diplomas e registros acadêmicos, como ocorre frequentemente com os documentos impressos em papel.

Leia mais.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Unifesp abre concurso para jornalistas sem diploma de jornalista e sem nível superior


A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) publicou edital de concurso público n° 1079/2013, destinado ao provimento, entre outras, de uma vaga de jornalista para a Grande São Paulo. O  salário é de R$ 2.989 em carga horária de 40 horas semanais. A organização desta seleção está a cargo da Fundação Vunesp.

Requisitos: Ensino Superior Completo na área de Jornalismo e/ou Registro Profissional no 
Ministério do Trabalho e Emprego que o habilite a exercer esse cargo. As provas serão realizadas provavelmente no dia 27 de abril de 2014, nas cidades de São Paulo - Capital, São José dos Campos e Santos. A prova discursiva está prevista para o mesmo dia.

O prazo de validade do concurso será de 1 ano, contado da data da sua homologação, podendo ser prorrogado, a critério da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp, uma única vez e por igual período.

O edital completo está disponível no site da Vunesp.

Obs. do blogueiro: é inacreditável que uma universidade federal não exija diploma universitário para um cargo de nível superior, porque, ao colocar como requisito "Ensino Superior Completo na área de Jornalismo e/ou Registro Profissional no Ministério do Trabalho e Emprego que o habilite a exercer esse cargo" está explícito que qualquer um com registro, mesmo sem concluir o ensino superior, pode fazer o concurso. Aposto que esse edital não vai vingar!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Responsável pelo fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, STF só aceita graduados em concurso

“Diploma, devidamente registrado, de curso de nível superior de graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro na Delegacia Regional do Trabalho”. Esses são os requisitos exigidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para a função de ‘Analista Judiciário – Comunicação Social’ do concurso público cujo edital é de 11 de outubro.
Apesar de exigir a graduação em jornalismo em seu concurso, o STF foi o órgão responsável pela queda da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão no Brasil. Em decisão tomada em setembro de 2009, os ministros avaliaram que a exigência da formação superior por parte dos veículos de comunicação e outras empresas para a contratação de profissionais da área ia contra a Constituição e representava resquícios dos tempos da ditadura.
No julgamento da ação, o então presidente do Supremo e relator do caso, Gilmar Mendes, argumentou que a profissão de jornalista era “diferenciada” e usou como exemplo o setor culinário ao defender a queda da obrigatoriedade do diploma. “Um excelente chefe de cozinha certamente poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima o Estado a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área”.
O concurso
Com remuneração inicial de R$ 7.506,55, interessados na vaga de ‘Analista Judiciário – Comunicação Social’ do STF devem se inscrever no site do Cespe-UnB até a próxima segunda-feira, 4 de novembro, mediante o pagamento da taxa de R$ 80. A carga horária da função, assim como as demais do concurso, não foi divulgada. Informações sobre o modelo de avaliação e critérios para a seleção podem ser conferidas no edital.
Descrição das tarefas
“Realizar atividades de nível superior, de natureza técnica, relacionadas ao planejamento, organização, coordenação, supervisão, assessoramento, estudo, pesquisa e execução de tarefas que envolvam todas as etapas de uma cobertura jornalística integrada: produção, redação, reportagem e edição de conteúdos para mídias eletrônicas como rádio, TV, internet e imprensa escrita”.
00-a-concurso-stf-diplomaApesar de própria decisão do STF contra a obrigatoriedade do diploma de jornalista, 
concurso da Casa exige a gradução para a função (Imagem: Rafabarbosa.com)

quinta-feira, 25 de julho de 2013

PREVISÃO EM EDITAL Diploma de jornalista pode ser exigido em concurso


Mesmo sem a necessidade de diploma de ensino superior para exercer a profissão de jornalista, a exigência do documento em concursos públicos é legal. A 9ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal determinou a extinção de um Mandado de Segurança movido por um candidato que questionava a exigência de diploma para os candidatos aprovados no concurso público para Jornalista/Repórter Cinematográfico na Empresa Brasil de Comunicações (EBC).
O candidato foi convocado, mas não assumiu a vaga porque não era formado em Comunicação Social. Impetrou, então, Mandado de Segurança contra os diretores da EBC e do Cespe/UnB (Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília), sob a alegação de que não existe amparo legal para a exigência do diploma de curso superior para tal profissão.
No entanto, a Procuradoria-Regional Federal da 1ª Região e a Procuradoria Federal junto à Fundação Universidade de Brasília alegaram que, ao se inscrever no concurso, o candidato estava ciente da exigência, uma vez que essa informação constava dos critérios de seleção incluídos no edital. A PRF-1 e a PF/UnB apontaram também que o interessado possui prazo de 120 dias para apresentar Mandado de Segurança, prazo ignorado pelo candidato. Além disso, ambas alegaram que o Superior Tribunal de Justiça já determinara que o prazo começa a contar quando da publicação do edital.
Ao decretar a extinção do processo, a 9ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal apontou que “ao se inscrever para participar do concurso, o impetrante aceitou as normas contidas no edital que rege o certame e que vincula a administração e os concorrentes. Passados mais de 120 dias da publicação do Edital, não se pode mais questionar a regra que exige diploma de nível superior para o cargo de jornalista". Com informações da assessoria de imprensa da Advocacia-Geral da União.
Clique aqui e veja a decisão.
Fonte: Conjur

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Como tirar registro de jornalista?


Primeiro vamos saber: o que danado é o registro de jornalismo? É a mesma coisa que registro no respectivo órgão de classe? Bem, é assim: algumas profissões possuem órgão de classe, como advogados, a OAB, arquitetos e engenheiros, o Crea. Para jornalismo não tem, então o registro é feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego. É o chamado MTB ou o antigamente chamado DRT.
O registro na verdade é uma numeração que será anotada em sua carteira de trabalho. Essa numeração te identifica como jornalista, assim como você tem o seu CPF ou o RG. Normalmente quando você é contratado por uma empresa e também em concursos públicos, será cobrada o seu registro. E como fazer para conseguir tirá-lo? Vamos ao passo a passo publicado no Jornalistas concurseiros.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Prefeitura de Minaçu (GO) abre concurso para auxiliar de Comunicação


Concurso da Prefeitura de Minaçu (GO ) tem duas vagas para Auxiliar de Comunicação (nível médio). Salário inicial: R$ 800. Inscrição até 9 de março. Requisito: ensino médio.



Descrição do cargo: Auxiliar no planejamento e execução de serviços relacionados a comunicação social, relações públicas, redação/revisão, coleta  e redação de informações para divulgação oficial, através de meios de impressos e eletrônicos. Auxilia na elaboração de programas de informações e divulgação em todos os seus aspectos; Auxiliar na seleção de assuntos e promove sua organização, arquivando-os em fichários apropriados; Auxilia na seleção e critica textos, desenhos, fatos, slides e filmes; Auxiliar na coordenação, avaliação e execução de campanhas e programas de exibição de material informativo; Auxilia na seleção de veículos de divulgação adequados a cada mensagem, considerando os assuntos e clientelas; Ajudar na execução e montagem de “stands” para feiras e exposições, visando divulgar as atividades do município; Organizar, no âmbito de sua área profissional, solenidades de início e inauguração de obras, assinaturas de convênios, contratos e outros eventos relevantes para o município; Acompanha o andamento  de obras, realizando registros fotográficos e outros; Auxilia a chefia imediata em  assuntos pertinentes à função ou outro órgão do município, quando solicitado ou designado por quem de direito, no interesse do município; Promove a divulgação interna de cartazes, folders e outros meios de informações que sejam de interesse coletivo do município; Executa outras tarefas correlatas determinadas pelo superior imediato. 


Obs. do blogueiro: Alô, Alô, Sindicato dos Jornalistas de Goiás! Esse cargo não é privativo de jornalistas profissionais?

domingo, 20 de novembro de 2011

FNPJ pede revisão de edital que não exige diploma de Jornalismo




A direção nacional do FNPJ encaminhou nesta terça-feira, 25, manifestação por escrito à Câmara de Vereadores de Guarapuara (PR) solicitando a revião de edital de concurso público para a contratação de jornalista. O objetivo do texto, assinado pelo presidente do FNPJ, Sérgio Luiz Gadini, é alertar para os riscos envolvidos no processo seletivo, que exigem apenas o ensino médio para os candidatos ao cargo de assessor de imprensa.