quinta-feira, 2 de abril de 2020

Rádio Bandeirantres suspende contratos de comentaristas esportivos


Imagem Divulgação/RB

Decisão não atinge demais veículos do Grupo Bandeirantes de Comunicação. Emissora está sem programação esportiva desde 16 de março. Previsão é que profissionais voltem a receber a partir de julho.

A mudança na rotina da imprensa em decorrência da pandemia do novo coronavírus já faz com que a relação de profissionais com veículos de comunicação seja modificada. A Rádio Bandeirantes, por exemplo, decidiu suspender por três meses os contratos que mantém com comentaristas esportivos. É o que informa o colunista Flávio Ricco, no UOL, nesta terça-feira, 31.
Fonte: C-SE

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Já está disponível novo número da E-Revista de Estudos Interculturais


Em virtude dos tempos extraordinários de reclusão e incerteza atuais, o Centro de Estudos Interculturais decidiu antecipar a publicação do nº 8 da*E-REI – E-Revista de Estudos Interculturais. O Centro de Estudos Interculturais (CEI) do ISCAP-P.PORTO acaba de publicar o oitavo número da*E-REI – E-Revista de Estudos Interculturais.

Esta edição conta com contribuições de autores de Portugal, Brasil, Timor-Leste, Espanha, Letónia, Moçambique e Itália e também de alunos e diplomados do Mestrado em Intercultural Studies for Business do ISCAP-P.PORTO.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Projeto de Extensão da UFMT produz podcasts e reportagens sobre a quarentena

O Comunicast, Projeto de Extensão em Rádio e Podcast da Universidade Federal de Mato
Grosso - UFMT irá produzir materiais de casa para rádios comunitárias e plataformas de podcast


O Projeto de Extensão Comunicast da Universidade Federal de Mato Grosso estreou neste domingo o Vida em Quarentena, um podcast sobre as histórias de período de isolamento. Ao longo da semana, os estudantes ainda irão enviar materiais em áudio para o WhatsApp e às emissoras de rádio comunitárias sobre a situação da pandemia da Covid-19. Todo o trabalho de produção, gravação e edição será feito em casa por estudantes que integram os projetos nos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV e Cinema e Audiovisual do Departamento de Comunicação da UFMT.  

Ouça no Spotify.

Está no ar a Zanzalá, Revista Brasileira de Estudos de Ficção Científica

Zanzalá – Revista Brasileira de Estudos de Ficção Científica (ISSN 2236-8191) é a primeira revista acadêmica brasileira, peer-reviewed, dedicada aos estudos da ficção científica em suas múltiplas plataformas ou manifestações: prosa, poesia, cinema, televisão, teatro, música, videogames, etc. Trata-se de uma publicação vinculada ao grupo de pesquisa (CNPq) GENECINE (Grupo de Estudos sobre Gêneros Cinematográficos e Audiovisuais), sediado no Depto. de Cinema do Inst. de Artes da Universidade Estadual de Campinas.

Sua publicação é anual e a revista permanece como patrimônio científico da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), berço do projeto original e instituição de acolhimento da infra-estrutura necessária à sua publicação. São aceitos textos nas categorias Dossiê, Autores Convidados, Artigos, Short Papers, Resenha, Entrevista e Video-Ensaio, em 5 línguas: português, inglês, espanhol, francês e italiano.

sexta-feira, 27 de março de 2020

Vinculada a igreja evangélica, emissora de TV demite em massa

R. R. Soares no ar pela RIT TV. Emissora que encara passaralho. (Imagem: reprodução)

RIT TV dispensa cerca de 80 profissionais em todo o Brasil. Cortes atingem comunicadores, de produtores a diretores. Braço da Igreja Internacional da Graça de Deus, de R. R. Soares, é responsável por gerir o canal de televisão.

Leia a matéria no C-SE.

quarta-feira, 18 de março de 2020

Norma Couri: “Não há governos eternos com alergia a jornalistas”


“Fica claro que os impressos, incluindo livros, são um sustentáculo do Estado democrático pela assimilação mais profunda e por conter muito menos erros do que as matérias virtuais despejadas nas redes por motivações muitas vezes pessoais”, diz em entrevista Norma Couri. “Não é à toa que a fúria do governo autoritário se insurja contra os jornais e revistas”, argumenta.
Quanto à crítica da mídia, Norma diz que jornalistas “precisam se acostumar a ser olhados de fora, julgados enquanto julgam ou investigam. Só vejo benefícios para profissionais e leitores”.
Ela afirma que a ditadura deu à sua geração “aquela experiência que só se adquire na guerra. Não há dúvida de que somos uma geração mais culta e solidária. As novas gerações carecem de um dom que nos foi imposto: saber escrever. E para isso, ler”.
Não se trata de desencorajar os que chegam agora à profissão.
Ela recomenda aos recém-chegados “curiosidade, garra, interesse por todo e qualquer assunto, leituras que vão de Shakespeare aos almanaques, conhecer as entranhas da profissão, ter faro para notícia, e, fundamental, ter emprego para colocar tudo isso em prática. Se não tiver, trabalhar assim mesmo”.
Lamenta que tenha deixado de existir a diversidade etária nas redações, mas lança uma palavra de esperança: “não há governos eternos com alergia a jornalistas nem escuridão que dure para sempre”.
Norma Couri tem 48 anos ininterruptos de profissão. É formada em Jornalismo pela PUC-RJ, com mestrado em Jornalismo na Columbia University de Nova York e doutorado em História Social na USP. Trabalhou no Jornal do Brasil, na Veja, na Folha de S.Paulo, no Estadão, na Época e no Observatório da Imprensa até hoje. Foi correspondente do Jornal do Brasil, baseada em Lisboa, com coberturas pela Europa, África e Ásia por dez anos e correspondente, no Brasil, da revista Visão, de Portugal. Atualmente, trabalha em projeto de pós-doutorado em Jornalismo.

Leia a entrevista no Observatório de Imprensa.

Revista âncora recebe Submissões até segunda, dia 23 de março



A Revista Âncora (Qualis B1) recebe artigos até o dia 23 de março para o Dossiê 2020.1 "Tendências e perspectivas do radiojornalismo nos 100 anos de radiodifusão no Brasil: do local ao transnacional". 




Chamada Revista Observatório: Histórias de Vida na comunicação: dos estereótipos à (possibilidade de) humanização

A Revista Observatório convida pesquisadores a submeterem seus artigos ao dossiê “Histórias de Vida na comunicação: dos estereótipos à (possibilidade de) humanização”, previsto para ser publicado no segundo semestre de 2020. Prazo de recebimento dos textos: 30.05.2020

 As histórias de vida vêm, há tempo, sendo defendidas por pesquisadores da área de Comunicação como uma alternativa para os relatos tecnicistas e focados em estatísticas. Dessa maneira, corresponderiam a uma forma de expressão da identidade e produziriam, como efeitos, a humanização e a representatividade. Simultaneamente, defende-se que a utilização dessas histórias, quando retratam a diversidade, seria capaz de quebrar estereótipos. No entanto, questiona-se: em que medida a história de vida consegue se desvencilhar dos padrões sociais e dos discursos hegemônicos? De que forma as histórias de vida utilizadas nas narrativas midiáticas representam e promovem a inclusão e a exclusão sociais? Como caracterizar a humanização na mídia na pós-modernidade? O que significa humanizar no contexto da expressão da diversidade e da fluidez contemporânea? De que maneira é possível conceber o humano no discurso jornalístico, publicitário, cinematográfico e literário?
O dossiê, que será publicado em português e inglês, recebe contribuições até o dia 30 de maio, quando o texto em uma das línguas deve ser cadastrado na plataforma da revista. Após a avaliação por pares e seleção das contribuições que vão compor o dossiê, o autor deverá providenciar a versão em língua estrangeira. Os textos devem ser inéditos e ser assinados por pelo menos um doutor.