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quarta-feira, 21 de junho de 2017
sábado, 12 de janeiro de 2013
Governo do Paraná foi condescendente com a situação, diz Mauri König sobre ameaças após reportagem
O jornalista paranaense, Mauri König coordenou uma série de reportagens publicadas pela Gazeta do Povo sob o título "Polícia Fora da Lei", que denunciava supostos desvios de uso do fundo rotativo da Polícia Civil e o uso irregular de viaturas destinadas ao trabalho das polícias Civil e Militar e, em seguida, passou a ser ameaçado. Afastado do Brasil, ele, em entrevista ao portal Terra, explica que o governo do Paraná, estado comandado pelo tucano Beto Richa, foi condescendente com a situação. "O governo fez pouco caso das ameaças ocorridas em maio, deu pouca importância", diz.
König afirma que não tem dúvidas de que as ameaças tenham partido de setores da polícia paranaense. Ele fala ao Terra que é fundamental uma investigação sobre o caso. "A Gazeta do Povo já informou a secretaria de Segurança Pública o número dos telefones públicos de onde partiram as ligações para descobrir quem é o policial que fez o alerta e a partir dele descobrir como ele soube desta informação. Não é uma ameaça de marginais. É uma ameaça que partiu da estrutura do Estado, de agentes públicos de segurança. É mais grave que uma ameaça de delinquentes", lamenta.
Sobre sua atuação como jornalista, o profissional revela ter pensado muito sobre o assunto e que se soubesse das consequências ficaria em dúvida se faria novamente a série de denúncias que resultou em sua saída do país. "Refleti bastante sobre isso. Se eu soubesse dessas consequências, eu estaria em dúvida se faria novamente. Isto implica na vida de muita gente. A intenção era contribuir com a sociedade. Mas, tenho dúvidas se faria da forma que fiz novamente. É um preço muito alto. Não interferiu apenas na minha vida. Acaba refletindo na vida da família e aí que preocupa. O que sei fazer é jornalismo e não vou deixar a profissão. Mas, vou repensar um pouco sobre isso", comentou. Questionado, König conta que não há interesse na investigação por parte do governo porque existe um "corporativismo" em que um acoberta o outro dentro da polícia. O repórter entende que houve punições apenas para policias suspeitos de terem contribuído com informações para o veículo.
A entrevista feita pelo repórter Carlos Ohara ainda aborda os resultados das denúncias do jornalista, como os rearranjos internos na cúpula da Polícia Civil, e detalhes de como a família dele reagiu às ameaças. Via C-SE.
(Imagem: Arquivo Pessoal)
Leia também: “É muito barato matar um jornalista”, diz presidente de federação internacional da área
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Vereador agride repórter com tapa na cara em MT
A jornalista Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, retransmissora do SBT em Pontes e Lacerda (MT), foi agredida com um tapa na cara na manhã de segunda-feira, 28 de junho, pelo vereador Lorivaldo Rodrigues de Moraes (DEM), conhecido como Kirrarinha. A repórter tentava entrevistar o parlamentar, que terminava de prestar um depoimento em uma delegacia da cidade. A equipe de reportagem registrou a agressão.O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso publicou nota repudiando a atitude do parlamentar. O caso ganhou repercussão nacional e internacional.
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Após apanhar de vereador, jornalista teme por sua vida
ARTIGO: Um tapa na cara do Jornalismo de MT
Agressões a jornalistas em Mato Grosso e Minas Gerais revoltam a categoria
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
OAB pede à PGR afastamento ou prisão preventiva de Arruda
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Veja vídeo de suposto suborno a testemunha do mensalão do DEM
Leia também: OAB diz que vai pedir na Justiça bloqueio dos bens de Arruda e Esquema desbaratado pelo PF na Caixa de Pandora vinha desde a gestão Roriz.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Professor de Comunicação apanha na sala de aula em Manaus

Coordenador do curso de Comunicação Social e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), professor doutor Gilson Monteiro, foi agredido na terça, 12, durante aula para alunos do curso de Jornalismo, pelos irmãos do Vice-Governador do Amazonas, Amim e Mansur Aziz.
Vice-Governador Omar Aziz condenou a agressão, que ocorreu quando o professor ministrava aula da disciplina Tópicos Especiais de Jornalismo, que analisa postura da imprensa diante de fatos envolvendo personalidades e políticos.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Vannuchi critica atuação das polícias de São Paulo
Olha o tema de uma dissertação de mestrado passando aí, minha gente!
Kátia Buzar
Repórter da Agência Brasil
Para o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, as polícias têm que ser reestruturadas com urgência. "Há uma inabilidade da autoridade negociadora e os policiais precisam se ver e serem vistos como defensores dos direitos humanos”
leia na íntegra clicando no título.
Kátia Buzar
Repórter da Agência Brasil
Para o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, as polícias têm que ser reestruturadas com urgência. "Há uma inabilidade da autoridade negociadora e os policiais precisam se ver e serem vistos como defensores dos direitos humanos”
leia na íntegra clicando no título.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Cobertura excessiva dos veículos de comunicação pode ter colaborado negativamente no desfecho do caso, diz membro do Conanda
Ariel de Castro Alves, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), criticou a ação da Polícia Militar de São Paulo e da mídia no resgate de duas adolescentes seqüestradas na cidade de Santo André (SP).
O membro do Conanda ressalta que a cobertura excessiva dos veículos de comunicação pode ter colaborado negativamente no desfecho do caso. Durante o seqüestro, Fernandes chegou a ser entrevistado ao vivo por programas de televisão e sites.
- Na prática, o seqüestrador ficou com o controle total da situação, ele até exigiu a volta de uma adolescente. A gente precisa verificar até que ponto o excesso de cobertura não colabora para alimentar esse tipo de situação. Falta uma transparência maior do governo nesses casos de reunir toda a imprensa e falar o que pode ser noticiado e no que a imprensa precisa colaborar não noticiando, defende.
Veja na íntegra a matéria "Membro do Conanda critica ação da polícia de São Paulo", por Bruno Bocchini, Agência Brasil: http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/10/18/e181025101.html
Fonte: JB Online
O membro do Conanda ressalta que a cobertura excessiva dos veículos de comunicação pode ter colaborado negativamente no desfecho do caso. Durante o seqüestro, Fernandes chegou a ser entrevistado ao vivo por programas de televisão e sites.
- Na prática, o seqüestrador ficou com o controle total da situação, ele até exigiu a volta de uma adolescente. A gente precisa verificar até que ponto o excesso de cobertura não colabora para alimentar esse tipo de situação. Falta uma transparência maior do governo nesses casos de reunir toda a imprensa e falar o que pode ser noticiado e no que a imprensa precisa colaborar não noticiando, defende.
Veja na íntegra a matéria "Membro do Conanda critica ação da polícia de São Paulo", por Bruno Bocchini, Agência Brasil: http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/10/18/e181025101.html
Fonte: JB Online
Jornalistas questionam cobertura do seqüestro em Santo André
Pedro Peduzzi, Agência Brasil
BRASÍLIA - A cobertura do seqüestro de duas menores em Santo André, São Paulo, foi um dos casos mais comentados na mesa redonda que abriu o 2° Encontro de Professores de Jornalismo do Distrito Federal, Goiás e Tocantins. Formada pelos jornalistas Sylvio Costa, André Deak, Gustavo Krieger e Vicente Tardin e pelos professores do curso de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) Zélia Leal e David Renault, a mesa teve por tema a formação e o papel do jornalista multimídia na sociedade moderna.
A necessidade de noticiar rapidamente os fatos pode resultar em prejuízo à informação e à credibilidade dos veículos, segundo a professora e jornalista Zélia Leal, tem relação direta com o erro cometido pelos veículos que anunciaram, nesta sexta-feira, a morte de Eloá Cristina Pimentel, uma das menores seqüestradas. Apesar do estado gravíssimo em que se encontra, Eloá está viva, internada no Centro Hospitalar Santo André, em São Paulo.
- Ontem, a versão online de um jornal paulista 'desmatou' uma garota. E, infelizmente, a manchete errada, publicada anteriormente, se espalhou por diversos outros sites - lamentou Krieger, do jornal Correio Braziliense.
Segundo Krieger, nem todo jornalista tem a preocupação de checar a veracidade da informação antes de publicá-la.
- Já ouvi colegas dizendo que é melhor dar a notícia errada antes do que a certa depois.
Fonte: JB Online
BRASÍLIA - A cobertura do seqüestro de duas menores em Santo André, São Paulo, foi um dos casos mais comentados na mesa redonda que abriu o 2° Encontro de Professores de Jornalismo do Distrito Federal, Goiás e Tocantins. Formada pelos jornalistas Sylvio Costa, André Deak, Gustavo Krieger e Vicente Tardin e pelos professores do curso de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) Zélia Leal e David Renault, a mesa teve por tema a formação e o papel do jornalista multimídia na sociedade moderna.
A necessidade de noticiar rapidamente os fatos pode resultar em prejuízo à informação e à credibilidade dos veículos, segundo a professora e jornalista Zélia Leal, tem relação direta com o erro cometido pelos veículos que anunciaram, nesta sexta-feira, a morte de Eloá Cristina Pimentel, uma das menores seqüestradas. Apesar do estado gravíssimo em que se encontra, Eloá está viva, internada no Centro Hospitalar Santo André, em São Paulo.
- Ontem, a versão online de um jornal paulista 'desmatou' uma garota. E, infelizmente, a manchete errada, publicada anteriormente, se espalhou por diversos outros sites - lamentou Krieger, do jornal Correio Braziliense.
Segundo Krieger, nem todo jornalista tem a preocupação de checar a veracidade da informação antes de publicá-la.
- Já ouvi colegas dizendo que é melhor dar a notícia errada antes do que a certa depois.
Fonte: JB Online
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