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quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Governo cria bolsa de R$ 1.050 para estudantes de licenciatura

 Governo cria bolsa de R$ 1.050 para estudantes de licenciatura

fonte: Agência Brasil



O governo federal lançou nesta terça-feira (14) o Pé de Meia Licenciaturas, uma bolsa mensal de R$ 1.050 para estudantes de graduação que ingressem em cursos de licenciatura via Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Desse valor, o aluno contemplado poderá sacar até R$ 700 por mês. Os outros R$ 350 ficarão depositados em uma poupança e poderão ser sacados após o professor recém-formado ingressar em uma rede pública de ensino e em até cinco anos após a conclusão do curso. A medida faz parte do Programa Mais Professores, que envolve uma série de ações para incentivar e valorizar a docência.

"Esse importante programa é para atrair, estimular e incentivar as pessoas a entrarem nas licenciaturas e permanecer", afirmou o ministro da Educação, Camilo Santana, durante cerimônia de anúncio do programa, no Palácio do Planalto. O Pé de Meia Licenciaturas reproduz a fórmula do programa de mesmo nome destinado a reter estudantes do ensino médio na escola, e que hoje alcança quase 4 milhões de alunos.

Leia mais na Agência Brasil


quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Governo federal lança unidade de Ciências Comportamentais


O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) realizará, no próximo dia 19 de setembro (terça-feira) o lançamento da CINCO, primeira unidade de ciências comportamentais para o governo federal brasileiro. A proposta da nova área é ajudar formuladores de políticas públicas no país a encontrar soluções inovadoras por meio das ciências comportamentais.


O lançamento da CINCO tem previsão de participação da secretária-executiva da Gestão, Cristina Kiomi Mori, e contará com palestra magna de Pelle Hansen, idealizador da metodologia BASIC, adotada pela OCDE, e traz insights valiosos sobre seu uso e como podem transformar a administração pública com as  ciências comportamentais. A moderação ficará a cargo da secretária-adjunta de Gestão e Inovação do MGI, Kathyana Dantas Machado Buonafina.


O evento tem o apoio da embaixada da Dinamarca e é uma oportunidade para o intercâmbio de experiências com governos e entidades internacionais.


O evento presencial é exclusivo para inscritos e as vagas são limitadas. Iscrições pelo formulário: https://doity.com.br/eventocinco 

Fonte: Cinco

domingo, 27 de dezembro de 2015

Governo cria site para desmentir boatos divulgados pela internet

Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil




A possibilidade de ocorrer um novo confisco na poupança dos brasileiros, a existência de espiões cubanos no Programa Mais Médicos, o fim do Bolsa Família e a aposentadoria somente aos 95 anos. Essas e outras informações que vêm sendo disseminadas na internet, em especial nas redes sociais, passarão a ser alvo do governo federal, com a criação de um site para desmentir o que classifica de boatos.

"O que falam por aí, o governo esclarece aqui", anuncia a plataforma. Nesta quinta-feira (17), a presidenta Dilma Rousseff divulgou o novo portal e o classificou como "importante ferramenta" para conferir informações difundidas na rede sobre o governo. "Em fatoseboatos.gov.br, estarão reunidas informações sobre temas que circulam na internet e confundem as pessoas", afirmou Dilma por meio do Twitter.



terça-feira, 12 de novembro de 2013

Lei geral de concursos só valerá para processos seletivos federais; entenda

Concursos públicos (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Lia Salgado explica o projeto de lei 74/2010 que tramita no Congresso. 

Lei geral não pode interferir nas esferas estadual e municipal.

Os concursos públicos carecem de uma legislação geral que possa nortear todos os envolvidos: candidatos, administração, bancas examinadoras. Nesse sentido, o Projeto de Lei do Senado número 74/2010 poderia ser um alento, e vem ao encontro das mudanças políticas clamadas pelo país, no sentido de mais transparência e respeito pelo cidadão – no caso específico, os candidatos. O projeto, como já é praxe em nosso sistema legislativo, teve uma tramitação demorada no Senado e agora está na Câmara. Mas será que o PLS 74/2010, quando for transformado em lei, será a solução? nfelizmente, não. Porque o projeto de lei só terá efeitos concretos para os concursos federais e os candidatos continuarão sujeitos a uma colcha de retalhos legislativa, com  muitas lacunas, quando forem prestar concursos estaduais ou municipais. No máximo, o PL 74 poderá servir de parâmetro para outras leis mas, ainda assim, cada unidade da federação precisará editar a sua própria lei de concurso.
Isso porque a União não pode definir regras para realização de concursos em outras esferas sem ferir o princípio da autonomia, já que não há previsão constitucional para isso.
A solução? Seria necessário uma PEC (projeto de emenda à constituição) que incluísse competência para a União legislar sobre normas gerais relativas a concurso público para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, e para as empresas públicas e sociedades de economia mista, a exemplo do que já acontece em relação a licitação e contratos (artigo 22, XXVII). Somente nesse caso os candidatos poderiam, finalmente, ficar submetidos a um único diploma legal - independentemente do concurso a ser prestado - e ter a necessária segurança jurídica, essencial para quem investe tanto no projeto de se tornar um servidor público.
Enquanto isso não acontece, os candidatos precisam observar qual tipo de concurso estão prestando, se federal, estadual ou municipal, para saber a qual legislação – se  houver – estarão submetidos.
No dia 6 de novembro, a presidente da República enviou ao Congresso Nacional mais um projeto de lei sobre concursos públicos – que deverá ser examinado e votado em regime de urgência - , desta vez tratando da obrigatoriedade de cotas para negros nos concursos da esfera federal.

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Correios, BB, Petrobras e Infraero dizem que farão concursos neste ano


Mesmo após o anúncio de cortes no orçamento feito no último dia 9 pelo Governo Federal, Correios, Banco do Brasil, Infraero e Petrobras informaram que têm orçamento próprio para fazer seleções. INSS e Polícia Federal esperam autorização. Via G1.