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terça-feira, 9 de janeiro de 2024

Último dia de inscrição no concurso do IPEA: 5 vagas para comunicação, R$ 20.924,80


Nesta quarta-feira, 10 de janeiro, até 16h, último dia de inscrição no concurso do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea):

  • 5 vagas para Comunicação Social e Divulgação Científica
  • Lotação: Brasília (1 ano) e Brasília ou Rio de Janeiro (após 1 ano)
  • Remuneração: R$ 20.924,80 (40h)
  • Inscrição até 10 de janeiro (16h)
  • Taxa: R$ 180,00
  • Banca: Cesgranrio (cesgranrio.org.br)
  • Data e locais das provas: 25 de fevereiro, em todas as capitais
  • Prova objetiva de conhecimentos específicos (70 questões, peso 5,5) e conhecimentos gerais (30, peso 2: língua portuguesa, língua inglesa, Estado e políticas públicas e realidade brasileira atual)
  • Prova discursiva
  • Avaliação de títulos
  • Leia o edital

terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Confira o edital do concurso do Ipea, que terá inscrições a partir de 5 de dezembro


 

Serão selecionados 80 candidatos ao cargo de técnico de planejamento e pesquisa, com remuneração inicial de R$ 20.924,80


concurso do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) terá provas de conhecimentos gerais, conhecimentos específicos (ambas de múltipla escolha) e discursiva no dia 25 de fevereiro de 2024, com resultado final previsto para 27 de maio. A publicação do edital no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (30) trouxe os detalhes do processo que selecionará os novos 80 servidores federais para a fundação pública vinculada ao Ministério do Planejamento e Orçamento. Todos assumirão o cargo de técnico de planejamento e pesquisa, com remuneração inicial de R$ 20.924,80.

Os candidatos devem ter nível superior completo em qualquer área de formação, independentemente da especialidade escolhida. A prova de conhecimentos gerais será a mesma para todas as especialidades presentes no edital, com questões sobre língua portuguesa, língua inglesa, realidade brasileira atual e Estado e políticas públicas. Por sua vez, as provas discursiva e de conhecimentos específicos cobrarão conteúdos direcionados a cada perfil e especialidade.

O concurso oferece cinco vagas para comunicação social e divulgação científica, sendo três em ampla concorrência, uma para pessoa com deficiência e outra reservada a negro.

Fonte: Ipea


quinta-feira, 11 de maio de 2017

Ipea lança livro "Brasil 2035"


O instituto de Pesquisa Aplicada – Ipea lança o livro “Brasil 2035" no próximo dia 6 de junho, em seu auditório em Brasília.

A partir das 9h da manhã, o dia será reservado para o debate do futuro do País, por meio de apresentações e debates a respeito dos principais resultados do projeto Brasil 2035.

O projeto tem por objetivo Identificar elementos que subsidiem a formulação de estratégias de desenvolvimento para o Brasil” ao responder por meio da construção e análise de quatro cenários (“Vai levando”, “Crescer é o lema”, “Novo pacto social” e“Construção) a seguinte questão: Que caminho o Brasil poderá trilhar até 2035 para que tenhamos um país desenvolvido, com uma sociedade mais livre, justa e solidária em 2100?”

O Projeto contou com a participação de 30 instituições parcerias e cerca de 880 especialistas, que participaram de suas diversas fases ao longo do ano de 2016.

Subprodutos do projeto podem ser encontrados na Plataforma Brasil 2100:construindo hoje o país de amanhã.


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Participe da pesquisa Tendências profissionais da Comunicação no Brasil


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realiza atualmente, em parceria com o grupo de pesquisa em Mídias Interativas Digitais (MID), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a atualização e ampliação da pesquisa “Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil”, iniciada em 2010.

Responsável por pesquisar o “Perfil Profissional e o Mercado de Trabalho” o MID utiliza, para coletar os dados necessários à pesquisa, a aplicação de questionário online destinado aos profissionais que atuam nas diversas atividades da Comunicação, mesmo que não possuam formação específica na área.

Faz-se necessária a participação destes, respondendo, compartilhando e divulgando a outros profissionais o questionário – que tem como objetivo atualizar o perfil dos profissionais brasileiros – pode ser acessado pelo blog da pesquisa.

Os resultados da pesquisa de 2010, publicada em um livro de três volumes, estão disponíveis nos links: Volume 1, Volume 2 e Volume 3.

E também no site de compartilhamento de vídeos YouTube.

As pesquisas e publicações em andamento do Grupo MID investigam temas como cibercultura, interatividade, hipermediação, convergência midiática e roteirização de novas mídias além de suas aplicações nas áreas educacional, incluindo a modalidade a distância, entretenimento e informacional. Apoiadas por um perfil interdisciplinar, trabalham em conexão com atividades de cunho pragmático a partir de propostas e projetos aplicados.

O grupo de pesquisa atua junto com acadêmicos do curso de graduação em Comunicação Social da UFMT e do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea (Mestrado – ECCO), em projetos na modalidade extensão. No ano passado, foram executados os projetos “Novas mídias e nutrição: uma proposta de intervenção na comunidade” e o projeto “Conhecimento além da escola e dos muros da UFMT”, – que formou e capacitou alunos de escolas públicas de Cuiabá nas ferramentas de mídias digitais.

Em 2011 a equipe continua suas investigações, que já foram publicadas em artigos no Intercom Recife 2011. Além disso, existe o Gemid, grupo de estudos do MID, em que são debatidos semanalmente os textos base para o conhecimento de cibercultura.

Para participar da pesquisa Tendências Profissionais, clique no ícone da coluna da direita ou acesse os endereços abaixo:

Questionário on-line: http://tendenciasprofissionais.wordpress.com/

Site MID: www.ufmt.br/mid

Canal You Tube: http://www.youtube.com/user/MIDufmt

Facebook: http://www.facebook.com/MidUFMT

sábado, 12 de setembro de 2009

Ipea faz 45 anos e lança avaliação de 30 políticas públicas


Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - Ipea promove coletiva de lançamento do livro Brasil em Desenvolvimento para celebrar 45 anos de existência, em Brasília, no dia 15, às 10 horas, com cobertura on-line pelo site do Instituto. Jornalistas de todo o Brasil podem participar, a partir das 14h, enviando perguntas para o e-mail coletiva@ipea.gov.br. Respostas serão dadas durante a coletiva de forma oral.

É necessário cadastro antecipado pelo e-mail (coletiva@ipea.gov.br) e na mensagem deve constar ainda o veículo de mídia, nome do jornalista e telefones para contato. O mesmo vale para as perguntas. Livro pode ser enviado antecipadamente. Solicitações de entrevistas podem ser encaminhadas para adelina.lapa@ipea.gov.br.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Mitos e verdades sobre juros e inflação


Foto João Viana


Encerrando o Curso de Economia para Jornalistas, na sede do Ipea em Brasília, o diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto, João Sicsú, abordou temas polêmicos que permeiam o noticiário sobre políticas econômicas no Brasil e no mundo. Começou ressaltando que a taxa de juros básica é, sim, um mecanismo de controle da inflação. Porém, segundo ele, não é o melhor, nem o mais recomendável.

“Essa relação entre juros e controle de inflação é algo que surgiu de 20 anos para cá. A economia nunca tratou, do ponto de vista teórico, o controle da inflação por meio de políticas de controle do nível de emprego, através da taxa de juros”, disse o diretor da Dimac. “Temos que atacar é a causa do problema. Não existe inflação cuja origem seja desconhecida.”

O diretor listou pelo menos três malefícios causados por uma taxa de juros elevada: custo elevado para as despesas públicas, maior dificuldade na formação de reservas e atração de capital estrangeiro em abundância. “Se entra muito dólar, a taxa de câmbio fica valorizada. Quanto mais valorizada, mais dificuldades os exportadores encontram. Por esse canal do câmbio, então, a taxa elevada causa desemprego”, explicou Sicsú.

Em sua palestra, Sicsú lembrou ainda a alternativa de um imposto sobre movimentação de capitais e até a possibilidade de proibição dessas movimentações. “Isso não significa ser de oposição ou de governo. É uma ação pragmática. Proibição em economia não é pecado, há países que já adotaram essa medida.”

Por fim, o palestrante comentou as tradicionais previsões econômicas. “O governo faz previsões porque precisa realizar política de gastos, precisa saber qual é a arrecadação. O sistema finenceiro faz previsões porque opera no mercado e quer influenciar expectativas”, declarou. De acordo com Sicsú, é difícil estimar números exatos. “Economistas erram suas previsões, tendem a errar. Portanto, me assusta quando vejo previsões que têm até segunda casa decimal”, concluiu o diretor.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Inovação para o progresso


Foto Pedro Ramos
Márcio Wohlers, diretor de Estudos Setoriais (Diset) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), abriu o quarto e último dia do Curso de economia para jornalistas com palestra sobre “Produção, Inovação, Infraestrutura e Regulação”. Falou sobre três fases da civilização: primeira, caracterizada pela concentração da força de trabalho na agricultura; segunda, com um setor industrialista e cidades funcionando; e terceira, com setor terciário da economia em atividade, como bancos e demais serviços.

Doutor em economia pela Unicamp, Wohlers lembrou que, hoje, já se fala em setores quaternário e quinário. No entanto, no Brasil, divisão atual da força de trabalho é de 15% no setor primário, outros 15% no secundário e 60% no terciário. “Um problema que temos é o da informalidade. Ela reduz salários, concentra maior pobreza, proporciona pouca produtividade. Ocorre aqui oposto do que se passa nos países asiáticos, que saem do setor agrícola e vão para setor moderno da economia”, afirmou o diretor. “Aqui, trabalhador sai do setor agrícola, dá uma ‘passadinha pela construção civil’ e cai na informalidade. Isso significa que o País não consegue avançar em pontos como qualificação de mão-de-obra, sem falar em questões sociais, como combate à violência e ao tráfico”.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Coordenador de Estudos Sociais do Ipea fala sobre Políticas sociais



A segunda apresentação do dia 29 do Curso de economia para jornalistas teve o coordenador da área de trabalho e renda da Diretoria de Estudos Sociais, Roberto Sieczkowski Gonzalez, como palestrante. Roberto apresentou tema “Economia: Proteção Social e Geração de Oportunidades”, valorizando a importância de um curso dessa natureza como forma de interlocução entre Ipea e jornalistas. “É preciso colocar em termos mais leves os temas que o Instituto pesquisa, por se tratar muitas vezes de temas complexos que exigem conceitos complexos”.

sábado, 1 de agosto de 2009

Diretora do Ipea fala sobre desenvolvimento regional e urbano


Liana Maria da Frota Carleial, diretora de Estudos Regionais e Urbanos do Ipea.

Com o tema “Economia Regional, Urbana e Ambiental”, a diretora de Estudos Regionais e Urbanos do Ipea, Liana Maria da Frota Carleial, iniciou sua apresentação no terceiro dia Curso de economia para jornalistas. Em sua palestra, ela destacou a questão do desenvolvimento regional e urbano como fundamental para se pensar o desenvolvimento brasileiro como um todo.

“Não conseguiremos ainda construir a nação do Brasil enquanto as divergências regionais permanecerem tão gritantes”, afirmou. A questão regional se traduz, por exemplo, em acesso à qualificação profissional, oferta de emprego e oportunidades e serviços básicos.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Defesa, multilateralismo e segurança energética


“Relações econômicas e políticas internacionais” foi o tema do primeiro bloco da aula do Curso de economia para jornalistas desta terça, 28, ministrada em Brasília pelo diretor de Cooperação e Desenvolvimento do Ipea, Mario Theodoro Lisboa. Ele explicou a importância de uma área internacional que está sendo criada no Instituto para estudar o Brasil no contexto do mundo globalizado. A ideia é analisar os caminhos de desenvolvimento percorrido por países mais igualitários e avaliar o que o País pode fazer para diminuir a iniquidade.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Ipea realiza curso de economia para jornalistas


Foto: João Viana

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realizou, ontem, 27, em Brasília, aula inaugural do curso de economia para jornalistas. Durante mais de duas horas, o presidente do Ipea Marcio Pochmann falou para plateia de mais de 150 profissionais sobre a problemática do desenvolvimento e seus diferentes padrões adotados no mundo, além do momento atual e das perspectivas para os próximos anos.

Segundo Pochmann, financiamento de serviços públicos via tributação da nova riqueza possibilitaria, por exemplo, novo padrão civilizatório: o estudo para a vida toda e o ingresso no mercado de trabalho apenas aos 25 anos. “Na sociedade urbano-industrial, um engenheiro, com cinco anos de conhecimento da faculdade, trabalhava 30, 35 anos, a tecnologia não mudava. Hoje, o sujeito sai da faculdade defasado. Na sociedade do conhecimento, o estudo é um elemento chave não apenas para o trabalho como para toda a vida.”

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Economia para jornalistas

Abertas, até 22 de julho, inscrições para curso gratuito, organizado pelo Ipea. Envie e-mail para ascom@ipea.gov.br, informando nome completo, veículo (ou dizer que é autônomo) e MTB. Data: 27 a 30/7, de 19h às 22h30. Local: sede do Ipea, em Brasília.

Programação: economia regional, urbana e ambiental, políticas internacionais, macroeconomia para o pleno emprego, indicadores econômicos etc, sempre por profissionais do Ipea. Mais informações: 61-3315-5249 ou adelina.lapa@ipea.gov.br.