Centro-Oeste no mapa do ciberespaço: compartilhando informações sobre Jornalismo, em suas diferentes especializações e diversas interfaces, para profissionais, professores, escritores, pesquisadores, concurseiros, estudantes, e entusiastas (desde 2008).
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quarta-feira, 21 de junho de 2017
quarta-feira, 21 de abril de 2010
CRÔNICA: Brasília cinquentona!
por ALIENE COUTINHO *Acordei sentindo-me abraçada. Um abraço morno e aconchegante de boas-vindas. Encolhi-me em seus braços, fiz deles ninho e me senti protegida. Era junho. Os dias amanheciam frios, azuis, sem nuvens. Dias de tarde cheias de sol, convidativas. Sair sem destino, observar a paisagem verde salpicada de cores e emoldurada pelo anoitecer enrubescido tornava o passeio uma terapia. Não era minha terra, mas era como se fosse.
Nessa terra criada, inventada pelo homem até a natureza misturava o nativo e o estrangeiro. E seus filhos também eram frutos dessa mistura. E mesmo seus netos traziam, além da carga genética, costumes, hábitos e culturas miscigenadas. Por isso nunca me senti uma forasteira. Sou parte dela. Com ela cresci, amadureci e finquei raízes. Solo generoso que supriu minhas necessidades me fez forte. Brasília é mãe, pai e para os de minha geração que a escolheram como terra uma irmã, um pouco mais velha, que na ausência dos pais cuida, afaga, briga, ama. Adota.
Em seus cinquenta anos sempre recebeu a todos de braços abertos. Houve quem não se deixasse abraçar. Houve quem lhe virasse as costas. Houve ainda quem lhe fizesse mal. E mesmo nesses momentos mais sofridos de sua existência e luta para ser reconhecida como cidade-mãe de todos os brasileiros, nunca deixou de dar as boas-vindas.
Que venham todos, que perambulem em suas largas avenidas, que olhem seu horizonte à vista de qualquer ângulo, que lavem os pés nas águas do Paranoá, que vasculhem suas quadras e setores, que parem para admirar os pores do sol, que se deslumbrem com a lua vermelha e cheia das épocas de seca, que ouçam os pássaros e corujas, que se sintam enfim em casa, como eu.
* Aliene Coutinho é jornalista e cronista, editora da TV Globo Brasília, professora de Telejornalismo e escritora.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Ouça um trecho do novo single dos Señores
Violonista de Brasília participa do Concurso Barrios WorldWideWeb
Assista ao vídeo e dê sua qualificação. Se gostar, divulgue e vote no site do concurso. É que um dos prêmios do concurso é dado por acessos. Semifinalistas acabaram de receber o nome de uma peça comum (Las Abejas) que todos deverão enviar em vídeo. O júri então vai escolher os violonistas que viajarão ao Paraguai para a final.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Quinteto de Metais da UFMT se apresentou para “casa cheia” ontem no Pontal do Araguaia

Foto: Alfredo Costa
Quinteto de Metais da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) se apresentou ontem, dia 6, às 19h, no auditório do Campus Universitário do Araguaia (campus I - Pontal do Araguaia), para platéia lotada.
Grupo formado por instrumentistas de sopro de metal tocou, durante mais de uma hora, composições nacionais e internacionais, desde Pixinguinha, Tom Jobim e Ary Barroso, passando pelo Jazz internacional de New Orleans, e encerrando a noite com a música A DOG´S LIFE (Vida de Cachorro), de Charles Chaplin.
Evento integra Programa Unidade da Coordenação de Cultura da UFMT, que visa apoiar projetos e ações no âmbito da cultura e da arte, entre outros
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Músicas para jornalistas :)
Dica do Novo em Folha de músicas sobre jornais impressos e jornalistas:
Newspapermen - Pete Seeger (1940)
Jimmy Brown, the Newsboy - Flatt & Scruggs (1957)
Daily News - Tom Paxton (1964)
Ballad of a Thin Man - Bob Dylan (1965)
Yesterday's Papers - Rolling Stones (1967)
News of the World - The Jam (1977)
Sunday Papers - Joe Jackson (1978)
It Says Here - Billy Bragg (1985)
Newspapers - Stan Ridgway (1989)
A Letter to the New York Post - Public Enemy (1991)
Newspapermen - Pete Seeger (1940)
Jimmy Brown, the Newsboy - Flatt & Scruggs (1957)
Daily News - Tom Paxton (1964)
Ballad of a Thin Man - Bob Dylan (1965)
Yesterday's Papers - Rolling Stones (1967)
News of the World - The Jam (1977)
Sunday Papers - Joe Jackson (1978)
It Says Here - Billy Bragg (1985)
Newspapers - Stan Ridgway (1989)
A Letter to the New York Post - Public Enemy (1991)
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Ceilândia precisa do centro cultural
No próximo dia 28, deputada do Distrito Federal Erika Kokay (PT) realiza audiência pública, no Centro de Ensino nº 7 da Ceilândia, para discutir retomada da construção do Centro Cultural e Desportivo daquela cidade do DF. Obra começou há 23 anos e até agora está longe de ser concluída. Informações: 61 3348-8090.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Último abraço ao vizinho que era "um grilo na comunidade"

Envio aqui um último abraço ao Zé Rodrix, filho do Trindade, o tintureiro que lavava a roupa dos "canas" e quebrava o galho da rapaziada briguenta que ia parar na Delegacia da Bambina. Zé, meu querido vizinho que era um "grilo na comunidade" da Rua João Afonso, em Botafogo, imortalizou a turma da qual fazíamos parte em sua canção "Noite de Sábado" no álbum "Quem sabe sabe quem não sabe não precisa saber", de 1974. Descanse em paz com seus discos e livros. Os amigos vão depois.
Foto: Zé Rodrix na Campus Party, por jonas
segunda-feira, 4 de maio de 2009

Inicia hoje, em São Paulo, o 1º Congresso de Jornalismo Cultural. Na abertura, estarão presentes o Ministro Interino do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy, e o diretor do jornal espanhol El País, escritor e jornalista Juan Cruz Ruiz, que falará sobre o Jornalismo Cultural na Europa.
Programação inclui grade de palestras com temas pertinentes aos diversos segmentos da cultura como crítica musical, literatura, cinema, televisão, internet, teatro e ciências humanas. Mais informações no site ou pelo tel: (11) 3385-3385. Via Remix Narrativo.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Começa hoje Semana da Voz na Escola de Música de Brasília

Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia e Associação Profissional dos Fonoaudiólogos do Distrito Federal promovem Semana da Voz 2009, na Escola de Música de Brasília, de 13 e 17 de abril. Na quinta-feira, dia 16, haverá show com a Profa. Diana Mota na Biblioteca Demonstrativa de Brasília.
Programação
2ªfeira
15h30: Recital Didático com a Profa. Diana Mota (voz) e o Prof. Ricardo Bap (guitarra)
20h: Show com a Profa. Diana Mota e Banda
3ªfeira
09h30: Recital Didático com a Profa. Janette Dornellas (soprano) e o Prof. João Marinho (violão)
15h30: Palestra sobre Saúde Vocal – Profa. Maria de Barros
20h: “Ser Cantor” - Palestra com o Prof. Francisco Frias
4ªfeira
09h30: Palestra sobre Saúde Vocal – Profa Fga Dianete Gomes
20h: Concerto do Grupo Pentacordis – Madrigais Europeus
5ªfeira
12h30 na Biblioteca Demonstrativa: Show com a Profa. Diana Mota (voz) e Cairo Vítor (violão)
19h: Show com Professores do Canto Popular da Escola de Música de Brasília (Alysson Takaki, Amélia Niemeyer, Diana Mota, Maria de Barros, Myrlla Muniz e Uliana Dias)
6ªfeira
18h30: Show-concerto com Alunos do Canto Popular e do Canto Erudito da Escola de Música de Brasília
Para mais informações, Tele-Maria: 9181-0269.
sábado, 28 de março de 2009
Arsenal Music procura novas bandas para coletânea
Arsenal Music acaba de lançar promoção no YouTube, para descobrir 14 novos talentos.Para participar, bandas e cantores devem postar vídeo no site, respondendo: “Por que você quer fazer parte do casting de artistas da Arsenal?“.
Vídeo também deve trazer participante apresentando um pouco de seu trabalho. Concorrentes devem enviar o link para faclube@arsenalmusic.com.br.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Inscrições para curso em Jornalismo Cultural na UERJ vão até sexta (30/01)
Inscrições para o programa de especialização em jornalismo cultural da Faculdade de Comunicação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) vão até esta sexta-feira (30/01). Mais informações:(21) 2587-7707 ou 2587-7368.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Última aparição de Maysa ganha reprise hoje
por Alfredo Costa
Não, não é reprise do último capítulo da minissérie "Maysa - Quando Fala o Coração", da Globo, criticada por mostrar versão light da cantora. Trata-se de programa da TV Cultura, que vai ao ar hoje, às 22h10, com última participação de Maysa na TV.
Na versão heavy, visivelmente alcoolizada, a “rainha da fossa” mal se aguenta em pé, mas mesmo assim manda ver cantando músicas de Tom Jobim, Vinicius de Moraes e composições próprias. Pra Amy Winehouse nenhuma botar defeito.
Veja programação da TV Cultura e compre CD da cantora.
Não, não é reprise do último capítulo da minissérie "Maysa - Quando Fala o Coração", da Globo, criticada por mostrar versão light da cantora. Trata-se de programa da TV Cultura, que vai ao ar hoje, às 22h10, com última participação de Maysa na TV.Na versão heavy, visivelmente alcoolizada, a “rainha da fossa” mal se aguenta em pé, mas mesmo assim manda ver cantando músicas de Tom Jobim, Vinicius de Moraes e composições próprias. Pra Amy Winehouse nenhuma botar defeito.
Veja programação da TV Cultura e compre CD da cantora.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Tchau, 2008!
por Alfredo CostaFeliz Ano Novo a todos e todas que acompanham este blog!
Para entrar com o pé direito (ou esquerdo, se for canhoto ou tiver a lateralidade cruzada como eu) em 2009, nada melhor do que calçar palavras de Pablo Neruda:
"Sê
Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas."
Marley e eu: vida de cão, quer dizer, de jornalista
por Alfredo CostaOutro dia falei aqui de alguns filmes que têm como protagonista um jornalista. Agora acabei de ver Marley e eu, cujo ator principal não tem diploma de jornalista, nem sequer é humano.
Mas recomendo o filme para aqueles que gostam de cinofilia ou de jornalismo - ou acumulam as duas virtudes (ou seriam defeitos?).
Alguns críticos elogiaram Marley e eu por ser filme que mostra um cão diferente daqueles mostrados nos filmes de Walt Disney que só faltam falar. Marley, na verdade, é muito parecido com os cachorros que azucrinam nos quintais e apartamentos dos leitores deste blog.
Outros críticos reclamam que os conflitos domésticos mostrados não são nada grandiosos, mas sim história óbvia de uma família classe média norte-americana.
Entretanto, o filme que eu vi é interessante, sobretudo, porque mostra uma outra obviedade que muitos estudantes e profissionais da área demoram a entender (ou não entendem nunca). Estou falando da trajetória profissional do dono do cão, John Gorgan, que, com o autobiográfico Marley e eu, ficou conhecido em todo o mundo como o dono de um fenômeno literário.
Marley e eu é baseado na história real de jornalista que inicia sua carreira como repórter de lombadas de rua, efémerides e necrológios e acaba se tornando bem-sucedido colunista (e mais tarde escritor de best-seller) cuja temática não são os fatos jornalísticos pautados pela mídia, mas sim seu interessantíssimo day-by-day, que inclui atividades do membro canino da família (ou seria matilha?).
Vivo dizendo aos alunos para perceberem o que ocorre ao seu redor (seria essa a principal habilidade do repórter?). Um bom exercício é prestar mais atenção em seu cotidiano, seus hobbies e seus interesses. Mais interessante do que aprender os termos do jornalismo econômico (não aguento mais ler matérias sobre a crise financeira: danem-se as bolsas!), uma trajetória profissional prazerosa e viável pode ser aquela baseada naquilo que o indivíduo sabe fazer bem. Mesmo que seja criar cães ou filhos. Ou ambos...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Jornal Laboratório da Facha mistura Jornalismo com pipoca
Izabella Klein, Keitty Fernandes, Miguel Machado, Rodrigo Vieira e Thiago de Oliveira, alunos do Curso de Comunicação Social da Facha - Faculdades Integradas Hélio Alonso, no Rio, revelam que trajetória de jornalistas e ambiente das redações sempre aguçaram curiosidade e criatividade de cineastas na hora de compor personagens.Eles comentam, em matéria da edição deste trimestre do Jornal Laboratório, filmes como ““Cidadão Kane”, “O Grande Repórter” e outros, em que o jornalista vira protagonista.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Batman não morreu porra nenhuma!!!
por Alfredo Costa
Batman não morreu, como previ aqui, com base em informações de um certo jornal britânico.
Renan Martins Frade, do Blog Judão, esclarece que Bruce Wayne realmente está sumido desde o fim da controvertida saga Batman R.I.P., que acabou no mês passado lá nos EUA. No entanto, segundo ele, o editor executivo da DC, Dan Didio, já afirmou que a situação não vai durar muito; enquanto isso, vai vender mais alguns gibis.
Quem mandou me meter em assunto que não entendo? Jornalista acha que sabe de tudo e pode dar pitaco no que quiser... Pelo menos serve para explicar o que é "barriga", no vocabulário jornalístico, ou seja: publicar um fato falso, mas sem intenção de enganar o leitor. Mancada, informação errada, pisada na bola.
Batman não morreu, como previ aqui, com base em informações de um certo jornal britânico. Renan Martins Frade, do Blog Judão, esclarece que Bruce Wayne realmente está sumido desde o fim da controvertida saga Batman R.I.P., que acabou no mês passado lá nos EUA. No entanto, segundo ele, o editor executivo da DC, Dan Didio, já afirmou que a situação não vai durar muito; enquanto isso, vai vender mais alguns gibis.
Quem mandou me meter em assunto que não entendo? Jornalista acha que sabe de tudo e pode dar pitaco no que quiser... Pelo menos serve para explicar o que é "barriga", no vocabulário jornalístico, ou seja: publicar um fato falso, mas sem intenção de enganar o leitor. Mancada, informação errada, pisada na bola.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Tributo a Pink Floyd

Autoria desconhecida
(achei no blog do Moacy Cirne; aí fiquei com vontade de ver/ouvir Pink Floyd - Money)
domingo, 7 de dezembro de 2008
Dica de leitura: Indiferença, Nova Forma de Barbárie, Gabriel Cohn
Gutemberg Bezerra comenta que Cohn chama atenção para palavras que passaram por transformação segundo novos contextos sociais. De acordo com autor, indiferença é nova Barbárie. Sua tese é que existe grande sistema econômico estimulando consumo, o qual é controlado por pequeno grupo, que age de forma insensível e hostil, alienando grande maioria da população que fica a sua mercê.
domingo, 30 de novembro de 2008
Censura chinesa calou álbum dos Guns N'Roses... na China
Isso é que é trabalhar sem stress! Depois dos constantes adiamentos, 'Chinese Democracy' foi finalmente editado. Durante 15 anos, Axl Rose mudou a formação dos Guns N' Roses, enquanto preparava o sexto álbum de originais do grupo. Mas agora que o disco foi lançado, a polémica voltou a acompanhar a banda norte-americana
'Chinese Democracy' foi proibido na China
Havia até quem pensasse que nunca chegaria a ver a luz do dia. Mas esta semana o novo álbum dos Guns N' Roses chegou de fato às lojas. Apresenta-se como Chinese Democracy e já é fonte de polémica.
Título do disco referese a movimento político chinês que, com o mesmo nome, luta desde 1978 contra o sistema de partido único do país. O próprio tema que dá título ao disco foi dedicado aos elementos do grupo espiritual Falun Gong, que foi banido em 1999. Lançamento não foi visto com bons olhos pelas autoridades chinesas. E o jornal do Partido Comunista Chinês definiu mesmo o álbum como um "ataque venenoso" ao seu país. Um artigo publicado pelo jornal citava, inclusivamente, alguns versos do novo álbum dos Guns N' Roses, referindo que o disco se trata de uma tentativa do Ocidente em querer "controlar o mundo utilizando a democracia como joguete", noticiou a BBC.
No andar da carruagem, o sétimo álbum sai lá por volta de 2023, para a alegria dos futuro "velhinhos", fâs do grupo.
'Chinese Democracy' foi proibido na China
Havia até quem pensasse que nunca chegaria a ver a luz do dia. Mas esta semana o novo álbum dos Guns N' Roses chegou de fato às lojas. Apresenta-se como Chinese Democracy e já é fonte de polémica.
Título do disco referese a movimento político chinês que, com o mesmo nome, luta desde 1978 contra o sistema de partido único do país. O próprio tema que dá título ao disco foi dedicado aos elementos do grupo espiritual Falun Gong, que foi banido em 1999. Lançamento não foi visto com bons olhos pelas autoridades chinesas. E o jornal do Partido Comunista Chinês definiu mesmo o álbum como um "ataque venenoso" ao seu país. Um artigo publicado pelo jornal citava, inclusivamente, alguns versos do novo álbum dos Guns N' Roses, referindo que o disco se trata de uma tentativa do Ocidente em querer "controlar o mundo utilizando a democracia como joguete", noticiou a BBC.
No andar da carruagem, o sétimo álbum sai lá por volta de 2023, para a alegria dos futuro "velhinhos", fâs do grupo.
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