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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Repórter da Rádio Bandeirantes troca o jornalismo pela advocacia

(Imagem: Reprodução/Facebook)
Depois de 10 anos dedicados ao jornalismo, o repórter Hugo Vecchiato se despede da redação para embarca em outra jornada: a da advocacia. O profissional estava há oito anos na Rádio Bandeirantes e, agora, passa a ser contratado da Fidalgo Advogados, escritório especializado no setor de comunicação, imprensa e liberdade de expressão. Vecchiato falou sobre a mudança por meio de texto veiculado em seu perfil no Facebook.
O profissional explica que o gosto pelas questões jurídicas só surgiu depois de ter feito jornalismo. “Se não tivesse feito Jornalismo antes, não teria feito Direito depois (…) comecei a faculdade de Direito e, com o passar dos anos, crescia o interesse pela atividade. A verdade é que passei a não perder uma única chance que tivesse para falar sobre Direito, fosse o tema que fosse. Os colegas que me conhecem sabem disso. E passei a alimentar um projeto, mas de longo prazo”, escreveu.
O jornalista conta que a oportunidade de trabalhar na Fidalgo Advogados surgiu sem que ele esperasse e, assim, resolveu abraçar. Ele ainda reforça que duvida um pouco de quem diz que “nasceu para fazer tal coisa”, já que as pessoas têm conjunto de competências que não limita seguir apenas uma carreira. “Mais cedo ou mais tarde, você vai se confrontar com a seguinte questão: onde quero estar daqui a 5, 10, 20 anos ou mais? Não falo de plano para aposentadoria (pelo contrário). Falo de propósito, de ser feliz pelo caminho, não no ponto de chegada. Às vezes a gente se acha num lugar, depois se vê em outro, volta para aquele, e assim vai”, afirmou.
De acordo com Vecchiato, sua estreia no escritório de direito acontece na próxima segunda-feira, 7. Além da experiência de oito anos na Rádio Bandeirantes, o comunicador formado pela Faculdade Cásper Líbero passou por Gazeta Esportiva e Rádio Eldorado. O jornalista segue com seu projeto pessoal e continua a escrever sobre direito em seu site, que pode ser acessado neste link.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

“Quem é jornalista é jornalista 24 horas por dia”, diz apresentadora da RBS

De segunda a sábado, o telespectador gaúcho que liga a televisão no programa 'Globo Esporte RS', às 12h50min, é recebido com um simpático “oi, gente”, frase que convida para um início de tarde repleto de informações sobre o universo esportivo. A responsável por acolher o público com tanta afeição é Alice Bastos Neves, jornalista formada na Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUC-RS). Ela diz que não há mais espaço na programação para frieza e afirma que é necessário demonstrar bom humor e carisma. Natural de Pelotas, a apresentadora mudou-se para Porto Alegre aos 4 anos de idade. Quando criança, pensava em ser psicóloga, “provavelmente porque a mãe de alguma colega tinha essa profissão”, brinca.
quem-e-jornalista-e-jornalista-24-horas-por-dia-diz-apresentadora-da-rbsDe segunda a sábado, Alice Bastos Neves está à frente do 'Globo Esporte RS' (Imagem: Natalia Lavratti)Alice ingressou na Famecos em março de 2002, frequentando as aulas do turno da manhã. “Me senti acolhida na Faculdade”, lembra. No mesmo período, prestou vestibular para o curso de Educação Física. Durante três semestres, ela aliou os estudos de Jornalismo com as aulas da Escola de Educação Física (Efed) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas os horários e a rotina de atividades na Famecos acabaram mantendo o foco da apresentadora apenas na produção jornalística.

Durante os anos que frequentou a Faculdade, além de ter se encantado pelo famoso capuccino do bar, Alice se fascinou pelas aulas de rádio, de diagramação e de redação jornalística. “Sempre achei que trabalharia com jornalismo cultural e rádio, mas acabei apenas fazendo um estágio curricular nessa área”, diz. Quando se formou, enviou currículo para a RBS TV. A vaga disponível na época era para repórter. Sem nunca ter feito um teste para trabalhar na televisão, ela encarou o desafio. A proposta da entrevista era ler a “cabeça” de uma matéria. “O teste foi assustador. Quando a luz vermelha acendesse, eu deveria começar a falar”. O texto começou a passar no teleprompter e, somente após ter sido alertada pelo Diretor de Imagem presente no estúdio, Alice começou a gravar o programa. Apesar do nervosismo, ela conquistou a vaga de repórter.

Sobre o período de experiências na graduação, a jornalista reflete que a Famecos proporciona muitas mudanças no jeito de ser, de pensar, de falar e até de se vestir. As lembranças da Universidade e do Prédio 7 são positivas. Muitas tardes foram passadas com os amigos na antiga biblioteca da PUCRS e nos gramados que a cercam. Alice lembra da cerimônia e da festa de formatura como momentos emocionantes. Oradora da turma, ela pensou em escrever um discurso que se adequasse tanto aos formandos, quanto aos professores e aos convidados. “Depois eu fiz um festão. Acho que esse momento tem que ser muito comemorado”, recomenda. À frente do Globo Esporte RS, Alice afirma que nunca sofreu nenhum tipo de preconceito por ser mulher e trabalhar com futebol. Ao final, ela lamenta que esse tipo de pergunta ainda seja feita com recorrência e torce para que, em breve, o questionamento sequer seja cogitado.

Em 2015, Alice apresentou à população gaúcha seu primeiro filho, Martin. No dia a dia de trabalho aliado à maternidade, ela conta com o apoio da família. O marido, David Riesinger, foi atleta de tênis e compreende como é a rotina que envolve a cobertura esportiva. Os pais da pelotense também apoiam a jornada profissional da apresentadora. No início, eles gravavam todas as aparições da filha na televisão em vídeo cassete, orgulhosos. Com o bom humor característico, Alice completa: “quem é jornalista, é jornalista 24 horas por dia”.
(*) Estudante de jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUC-RS) e integrante do projeto 'Correspondente Universitário' do Portal Comunique-se.
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Participou de algum evento relacionado à comunicação social e deseja colaborar com o formato 'Correspondente Universitário'? Produza seu texto e envie o material para jornalismo@comunique-se.com.br - com o título do projeto no assunto.
Fonte: Comunique-se

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Com desejo de equilibrar a vida, comunicadora deixa o dia a dia de agência para empreender



Lygia Pontes afirma que é possível equilibrar vida pessoal e profissional (Imagem: arquivo pessoal)

Não conseguir encontrar os amigos, se atrasar para compromissos de família, sentir dores no corpo por não ter tempo para exercícios físicos, abandonar coisas que gosta e não conseguir horário sequer para marcar consultas médicas. Não só na comunicação, mas em outras áreas, é comum ver pessoas que se dedicam quase 100% à vida profissional. Era exatamente isso que acontecia com Lygia Pontes, formada em RP pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e atual advisor e consultora. Com desejo de equilibrar a vida, ela deixou o emprego para empreender. "Comecei a me dar conta de que precisava encontrar o equilíbrio entre trabalho e lazer".
Logo quando iniciou os estudos na USP, Lygia começou a fazer estágios e seguiu trabalhando na área depois de formada. As oportunidades de se envolver em projetos importantes como fazer gestão de crises, conceber e estruturar departamentos e definir estratégias digitais começaram a surgir e ela foi se dedicando cada vez mais. "Na área de comunicação, estar conectado 24 horas por dia e sete dias por semana é comum. No meu caso, eu levava isso como uma regra e trabalhava quase o tempo todo - do escritório ou de qualquer outro lugar em que eu estivesse. Minha vida profissional tinha praticamente 100% da minha atenção e, por isso, eu deixava de lado o que fazia parte da dimensão pessoal: família, amigos, hobbies e férias".Com o tempo, alguns sinais alertaram Lygia e ela percebeu que precisava equilibrar a vida pessoa e profissional. A consultora conta que os amigos passaram a dizer que o horário para os encontros era duas horas mais cedo, pois era o que ela costumava atrasar - quando ia -, dores pelo corpo começaram a surgir e atividades como ler, ver filmes e estudar acabaram ficando de lado. "Quando eu não estava trabalhando, ficava tão cansada, que só conseguia dormir". O estopim para mudar de vida aconteceu quando a profissional teve crise de choro no trabalho, claro. "Voltei para casa pensando em tudo e me dei conta de que precisava encontrar o equilíbrio com urgência. Geralmente, as metas e os objetivos das empresas não estão em harmonia com o que os colaboradores podem oferecer. A falta de alinhamento causa grandes prejuízos a todos os envolvidos", ressalta.
Todo o processo de mudança fez com que Lygia deixasse o trabalho e criasse seu projeto de consultoria. De acordo com a empreendedora, a proposta é auxiliar empresas e pessoas a identificarem e solucionarem problemas de modo personalizado e acessível. O plano de ação usado por ela para equilibrar as duas áreas é compartilhado em atendimentos e encontros. Embora considere a comunicação uma profissão difícil de balancear, ela afirma que é possível e alerta para que os profissionais não caiam em armadilhas. "As principais estão ligadas a não assumirmos responsabilidades. Quando acreditamos que algo não deu certo por causa de outras pessoas ou até de situações e acontecimentos ('o universo'), não existe nenhuma atitude que possamos tomar para que isso não ocorra novamente no futuro, o que nos torna apenas espectadores", comenta.
É evidente que, afirma Lygia, em algum momento a vida profissional pode exigir mais e isso acaba por adiar o lazer, mas, feito de forma consciente, não há espaço para a frustração, já que será algo passageiro. Para quem deseja iniciar planejamento de equilíbrio, a consultora apresenta cinco dicas essenciais que precisam ser levadas em consideração.  Veja aqui os conselhos de Lygia Pontes

domingo, 10 de janeiro de 2016

Por que jornalistas vestem roupas corporativas?

Foi-se o tempo em que víamos apresentadores de telejornais de paletó e gravata escondendo bermudas e chinelos por trás da bancada. Hoje devem caminhar pelo cenário apresentando infográficos em telões. Mas por que vemos jornalistas e repórteres em um figurino preferencialmente corporativo? Por que o traje mais informal assemelha-se ao de um funcionário de algum escritório saindo para um “happy hour” ou em algum “day off” concedido pela empresa? Linguagem cênica para um melhor rendimento televisual? Ou sintoma de outra coisa:  a inveja criada pela diferença de classe social entre jornalistas e seus entrevistados, o cimento psicológico do chamado “jornalismo corporativo” posto em prática pela grande mídia.

“Quem se interessou alguma vez pelos atuais problemas da semiologia, já não pode continuar a fazer o nó da gravata, todas as manhãs diante do espelho, sem ficar com a clara sensação de estar fazendo uma opção ideológica. Ou pelo menos de lançar uma mensagem ou um carta aberta a todos os transeuntes que cruzarem com ele no dia-a-dia”, afirmou certa vez o pesquisador italiano Umberto Eco.





Para Eco, o vestuário age como uma gramática com palavras e regras prontas para comunicar mensagens ou ideologias em certos contextos.

Partindo desse tese semiológica, como podemos interpretar a atual tendência do figurino de apresentadores e repórteres em telejornais? Eles, com paletós de boa confecção com atenção aos ombros e lapelas bem acabados; cores escuras entre marinho, preto e chumbo; ternos em estilo italiano, acinturado acompanhando a calça mais acertada. E repórteres na rua com blazers escuros e calças chino caquis ou calças de alfaiataria com camisas mais ajustadas ao corpo.

Elas, costumes femininos de alfaiataria buscando um silhueta única, sem cortes entre saia/calça e blusa. Como afirma o manual interno de figurino do Grupo RBS (Rede Brasil Sul, afiliada à TV Globo) “afirmam melhor a presença da jornalista”.

Também segundo o manual da RBS a modelagem do corpo da apresentadora através da indumentária é uma peça de afirmação – “é a melhor peça das executivas de várias áreas”, declara o manual.

O manual ainda ressalta a importância da roupa para o jornalista: “ambientes de cerimônias exigem que o profissional de televisão se mimetize para não tornar-se uma presença menor e inoportuna”.

Leia mais no Jornal GGN

domingo, 12 de janeiro de 2014

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Estagiárias que negassem sexo eram demitidas por ex-assessor da Casa Civil, diz Ministério Público

Cerca de 40 mulheres já foram ouvidas e relataram abusos por parte do ex-prefeito

Gaiveski (foto) nega a acusaçãoReprodução Rede Record

Do R7, com Rede Record

Além das acusações de estupro e favorecimento à prostituição, o -assessor da Casa Civil da Presidência da República e ex-prefeito de Realeza (PR) Eduardo Gaievski, é suspeito de demitir as estagiárias da prefeitura que negassem fazer sexo com ele, de acordo com o Ministério Público.
Uma assessora era obrigada a convencer as jovens a manterem relações sexuais com ele. Caso o pedido fosse negado, elas eram agredidas e demitidas da prefeitura. Segundo depoimento da própria assessora, ela era ameaçada por Eduardo e tinha que selecionar as jovens ainda virgens, pela preferência do suspeito.
O relatório do Ministério Público contém depoimentos de 17 jovens, na maioria menores de idade. Gaievski foi preso no último sábado (31), em Foz do Iguaçu (PR). Ele foi desligado da Casa Civil, onde tinha o cargo de assessor, na segunda-feira anterior, logo que a Justiça decretou a prisão dele. Leia mais

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Frio na barriga


Jornalista sente um friozinho na barriga.


Quando começa a faculdade cheio de incerteza.

Quando sonha com o TCC.

Quando cai todo cru no mercado de trabalho.

Quando vai para a primeira pauta da vida.

Quando faz uma entrada ao vivo na TV.

Quando se aventura pelo jornalismo diário.

Quando escuta o chefe berrar “voa pro incêndio na favela agora”.

Quando o motorista doidão do jornal anda a 120 por hora para chegar à favela.

Quando vê o deadline estourando. E o bloqueio não ir embora.

Quando entra com uma microcâmera escondida (não me pergunte onde) no gabinete do vereador corrupto.

Quando chega a sua vez de fazer a pergunta na coletiva lotada.

Quando fica de frente com o seu ídolo da música para uma entrevista.

Quando precisa usar o inglês meio enferrujado.

Quando o namorado(a) vai emitir uma opinião sobre a sua grande matéria.

Quando resolve malocar uma empadinha do brunch no bolso. Ou melhor, várias empadinhas.
Via Desilusões perdidas

Leia também: Curiosidades sobre o termo Foca no jornalismo

domingo, 28 de julho de 2013

Advogado, publicitário, professor... Confira jornalistas que têm outra formação

Jornalista e... É comum profissionais da comunicação atuarem em outras áreas e terem dupla formação. Alguns consideram o curso de jornalismo superficial e optam por se especializar em temas como Direito ou sociais, por exemplo. Outros, querem conciliar duas carreiras, como a redação e a academia. O Comunique-se listou 12 jornalistas, que também atuam ou atuaram como advogado, músico, atriz, modelo...

Confira jornalistas que têm outras formações:



José Carlos Araújo

0-Garotinho 25.07.13Garotinho é apresentador da Band, mas já foi professor de geografia (Imagem: Reprodução)

Conhecido como Garotinho, o locutor da Band e da Bradesco Esportes FM iniciou na reportagem aos 15 anos. Professor de Geografia formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Araújo passou por concurso estadual e deu aulas durante 14 anos em uma escola de Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro. No jornalismo, passou por veículos como as rádios Roquette Pinto, Nacional e Globo.



Heraldo Pereira

0-Heraldo PereiraHeraldo Pereira é advogado e mestre em direito (Imagem: Reprodução/Globo)

Primeiro jornalista negro a apresentar o ‘Jornal Nacional’ nos rodízios de folgas dos âncoras principais. Heraldo Pereira é o responsável pela coluna ‘Pinga-Fogo’, gravada no Congresso, em Brasília, e exibida pelo ‘Jornal da Globo’. Além de jornalista, é advogado formado pela Universidade de Brasília e mestre em “Direito Constitucional: Desvios do Constituinte Derivado na Alteração da Norma Constitucional”.



Sandra Annenberg

0-Sandra Annenberg
Sandra já fez propagandas, como a da rede McDonalds (Imagem: Divulgação/Globo)

Apresentadora do ‘Jornal Hoje’, a jornalista Sandra Annenberg cursou a Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo, porém não chegou a concluir o curso. Como atriz, fez a propaganda da rede americana de lanches McDonalds, em 1987.



Heródoto Barbeiro

0-Heródoto BarbeiroHeródoto foi, inclusive, professor do governador paulista (Imagem: Divulgação/Record)

Além de jornalista, o apresentador da Record News é advogado e historiador pela USP e trabalhou como professor. Como revelou durante disputa eleitoral de 2010, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi aluno de Barbeiro em curso pré-vestibular. Na comunicação, atuou por mais de 20 anos na TV Cultura, foi âncora da CBN e ganhou prêmios, como o Ayrton Senna de Jornalismo e integra a Galeria de Mestres do Jornalismo do Prêmio Comunique-se.



Joseval Peixoto

0-Joseval PeixotoJoseval é sócio-advogado de escritório de Direito (Imagem: Reprodução/SBT)

Importante nome da narração esportiva, Joseval Peixoto comanda o ‘Jornal da Manhã’, pela Jovem Pan, e o ‘Jornal do SBT’, noticiário noturno da emissora de Silvio Santos. Advogado criminal, Joseval é sócio do escritório Joseval Peixoto, Scalon e Guimarães advogado. Atualmente, está afastado das atividades relacionadas ao Direito, passando os trabalhos para seu filho.



Rodrigo Rodrigues

0-Rodrigo Rodrigo é músico e guitarrista da banda The Soudtrackers (Imagem: Divulgação/ESPN)

Apresentador da segunda edição do ‘Bate Bola’, da ESPN Brasil, Rodrigo atua no jornalismo esportivo, porém concilia a atividade com a música. Ele é guitarrista do The Soundtrackers, grupo que se denomina como “os tocadores de trilhas”. Na comunicação, também passou pela TV Cultura, emissora onde comandou o ‘Vitrine’, Rede Vida, SBT e Band.



Cynthia Benini

0-CynthiaJornalista também atua como modelo e atriz (Imagem: Divulgação/SBT)

Jornalista, modelo e atriz, Cynthia atuou, por exemplo, na novela “O Direito de Nascer” (SBT), “Malhação” (Globo) e na série “A Turma do Didi” (Globo). Como modelo foi capa das revistas TPM, Trip e Cláudia e fez campanhas para a empresa de cosméticos Natura. Na comunicação, é contratada do SBT, onde apresenta boletins e o 'SBT Brasil' aos sábados. 



Marília Gabriela

0-Marília Gabriela Marília Gabriela gravou discos, fez novelas e minisséries (Imagem: Divulgação/SBT)

Apresentadora dos programas ‘Gabi Quase Proibida’ e ‘De Frente com Gabi’, a jornalista já fez mais de 3 mil entrevistas na televisão brasileira. Passou por Globo, Bandeirantes e GNT. Gravou discos de música, como “Arranjos 1”, “Arranjos 2” e “Perdida de Amor”. Na carreira artística, fez minisséries, novelas e peças de teatro, entre elas, “Senhora do Destino”, “JK” e “Duas Caras”, trio de produções globais.


Boris Feldman 

0-BorisEspecializado em engenharia, jornalista fala sobre veículos e automobilismo (Imagem: Divulgação/Vrum)

Editor do caderno 'Vrum' do jornal Estado de Minas, Boris Feldman é produtor e apresentador do programa ‘Auto Papo’, transmitido pela rádio Guarani, e do 'Vrum', exibido pela TV Alterosa (afiliada do SBT em Belo Horizonte). Jornalista especializado em veículos e automobilismo, é formado em jornalismo pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte. Também é graduado em engenharia elétrica e mecânica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pós-graduado em engenharia econômica.



Reinaldo Azevedo

0-Reinaldo AzevedoColunista da Veja estudou letras na USP (Imagem: Reprodução/Veja)

Formado em jornalismo pela Metodista, Reinaldo Azevedo também cursou letras na Universidade de São Paulo. No jornalismo, passou pelas redações de Bravo, Folha de S. Paulo, Diário do Grande ABC e dirigiu a revista Primeira Leitura. Atualmente, é articulista da Veja. Na Veja.com, Azevedo mantém um blog. Na área de letras, atuou como professor de cursinho e escolas particulares.



Fausto César

fausto-cesar-mktDesigner gráfico, Fausto passou por 105 FM e Capital (Imagem: Reprodução/Arquivo Pessoal)

Filho do narrador Nilson César, da Jovem Pan, Fausto segue os passos do pai. Irradiador esportivo, que passou pelas rádios 105 FM e Capital. Concilia o jornalismo com a atuação na agência de publicidade Mmart, de Sorocaba. Fausto é formado em design gráfico e especializado em mercado digital. Atualmente, é diretor de criação da empresa.


Felipe Rolim

0-RolimComentarista do Esporte Interativo também é advogado (Imagem: Reprodução/EI)

Comentarista do Esporte Interativo, Felipe Rolim atua no canal desde 2007. A contratação dele foi bastante curiosa, já que a vaga aberta era para o cargo de locutor e ele não se candidatou à vaga. O jornalista ajudou um amigo na gravação do teste que deveria ser enviado para avaliação dos dirigentes do veículo de comunicação. “Quando vi o vídeo falei: o narrador é meio louco, mas o comentarista pode dar certo”, disse o coordenador da emissora, André Henning, no começo de 2012. Rolim também é advogado.

domingo, 14 de julho de 2013

Infográfico: Quem são e o que pensam os freelancers brasileiros


Por Tiago Yonamine

Tá pensando em largar o trampo chato e rotineiro da *firma* para se tornar um freelancer? É preciso pensar e pesar alguns fatores antes de tomar essa decisão.

O trampos e o Pto de Contato, com a ajuda da Crane, se uniram para criar este infográfico com as opiniões dos freelancers brasileiros. Cerca de 1000 profissionais autônomos de todo o Brasil participaram desta pequisa. Supreendentemente, 47% dos atuais freelas, considerariam em voltar para um emprego tradicional.

A maioria deixou seu emprego em troca da flexibilidade no horário e da relação mais justa entre remuneração e o número de horas trabalhadas. A dificuldade em encontrar um emprego fixo aparentemente não é uma preocupação para esse tipo de profissional, mas suas principais preocupações estão em continuar profissionalmente relevante no mercado de trabalho e a falta de uma direção clara para a carreira profissional.

A boa notícia é que grande parte dos freelas acreditam que seus ganhos aumentarão no próximo ano. É um bom termômetro para sentirmos como está o mercado, não?

Confira as informações completas abaixo:



quarta-feira, 26 de junho de 2013

Você sabe onde a maioria dos jornalistas consegue emprego?

Assessoria de imprensa é a maior empregadora da categoria

Em referência ao Dia do Jornalista (7 de abril), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) disponibilizou o relatório final da pesquisa “Perfil profissional do jornalista brasileiro”, baseada em respostas de mais de dois mil profissionais de todo o Brasil. Além do caráter metalinguístico do relatório – o jornalista adotando a si próprio como fonte - os números em si chamam bastante a atenção.

A proporção feminina na área é grande: 64% dos profissionais da imprensa são mulheres. Nesse contexto, porém, os homens recebem salários maiores: 50% têm vencimentos superiores a cinco salários mínimos.
São Paulo revelou ser o grande centro brasileiro jornalístico, por ser o Estado que, sozinho, concentra 40% dos trabalhadores da categoria. Ressalte-se também a quantidade de ex-aprendizes: 76% já foram estagiários. Mesmo assim, podemos perceber que 24% de profissionais ausentes da fase de ensino prático ainda é um número alto, considerando-se o peso do estágio para a profissionalização.

Um destaque importante da pesquisa da Fenaj é a representação da assessoria de imprensa. Afinal, 68% são contratados privativamente como assessores, sendo que todas as outras funções pertinentes ao Jornalismo espremem-se em 32%. Quando o gabarito do pesquisador disponibilizava ao profissional escolher mais de uma atividade desenvolvida, ainda assim venceu o assessoramento, com 88% das escolhas.
artigo-ai"Afinal, 68% são contratados privativamente como assessores, sendo que todas as outras funções
pertinentes ao Jornalismo espremem-se em 32%" (Imagem: Comunique-se Educação)
Tais números confirmam o que já sabíamos. A assessoria de imprensa, apesar de não ser reconhecida como categoria, é a maior empregadora jornalística, tanto de recém-formados como dos profissionais cuja estrada é maior, por vezes expurgados da constante roleta russa dos veículos de mídia. É sabido que o mercado pode ser um pouco “cruel” com os profissionais de pouca vivência ou que já alcançaram uma idade avançada. Podemos conceber a assessoria, portanto, inclusive como cumpridora de importante função social, ao oferecer aos jovens ou experientes jornalistas a oportunidade de mostrar seu valor.

Faça o download do estudo completo promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da UFSC, em convênio com a Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ

domingo, 3 de março de 2013

Jornalista da CBN se apresenta para estudantes


"É possível ser jornalista e ser feliz".
Foto: Felipe Gulin
"Ouvir histórias e contar histórias. Esse deve ter sido um dos maiores impulsos que me fizeram cursar jornalismo. Acho que sempre fui, mas não sabia”, brincou Fabíola Cidral. Com essas palavras a âncora dos programas CBN São Paulo e Caminhos Alternativos pela rádio CBN, iniciou uma palestra no último dia 28/2 (quinta-feira), que abrangeu entre vários aspectos o trabalho, as experiências e a profissão do jornalista.

Fabíola Cidral não contente em somente sonhar, resolveu correr atrás da realização desse sonho quando enviou um email para Heródoto Barbeiro pedindo uma oportunidade de emprego. A primeira surpresa foi o Heródoto responder e pedir que ela marcasse uma entrevista com a secretária. Naquela iniciativa de mandar o email começava a trajetória dessa jornalista que contou com sorte e talento. “Quando eu fiz o teste ia cobrir uma pessoa no plantão da madrugada. Mas em pouco tempo ela acabou saindo e eu consegui ficar lá de manhã”, contou Fabíola. 

"Jornalista não pode ter preguiça de buscar o novo e fazer diferente".
Foto: Felipe Gulin
Primeiro como redatora, depois como repórter. Dia após dia, Fabíola foi construindo seu espaço demonstrando seu trabalho. “Eu nunca estava satisfeita. Quando era redatora, queria ser repórter. Depois que virei repórter, eu queria ser âncora”, relembrou a jornalista.Criticado por uns, admirado por outros. Jornalista precisa ter coragem de perguntar. Aquilo que vê e não vê, ouve e não ouve. O que sente e não sente. Aquilo que sabe e principalmente o que não sabe. Talvez seja no jornalismo a profissão que dê mais liberdade de expressão, ou por assim dizer, dê voz aqueles que não podem falar. “Podemos descobrir coisas incríveis através do jornalismo e o melhor é que podemos contar para os outros”, contou Fabíola animada.

Como qualquer outra profissão, o jornalismo também tem os dois lados da moeda. O lado bom e ruim. Contar e ouvir histórias é um dos triunfos dessa profissão, porém como nem tudo são flores, Fabíola também mostrou vídeos com situações difíceis em que o jornalista é testado e precisa ter jogo de cintura. “Acho que o bom jornalista não pode ter preguiça de buscar o novo, fazer diferente e transformar. Esse é o meu conselho”, 
finalizou.

Via JornalismoUSCS

sábado, 29 de dezembro de 2012

30 resoluções para um jornalista NÃO cumprir em 2013


1. Passar os telefones do bloquinho para a agenda do celular.
2. Não perder o celular.
3. Organizar a pilha de jornais com os recortes de suas matérias.
4. Não aceitar mais frila por uma merreca.
5. Mudar para um emprego decente.
6. Fazer um plano de previdência para não correr o risco de acabar no Retiro dos Jornalistas.
7. Não assistir mais ao BBB. Nenhuma espiadinha.
8. Reclamar menos.
9. Transar mais.
10. Fazer um plano anual na academia.
11. Largar o cigarro.
12. Beber pelo menos dois litros de água por dia.
13. Fazer refeições de 3 em 3 horas.
14. Não ter medo do passaralho.
15. Atualizar o blog toda semana.
16. Pagar todas as contas sem atraso.
17. Devolver o dinheiro que pegou emprestado de um amigo (não-jornalista, claro).
18. Dar mais atenção ao “eu interior”.
19. Ficar menos dependente do Google para apurar matérias.
20. Ficar menos dependente das redes sociais para viver.
21. Voltar a estudar inglês.
22. Ler pelo menos 25 livros no ano.
23. Realizar o sonho do iPad próprio.
24. Não aceitar mais jabás.
25. Ter mais engajamento social (é diferente de ir a baladas).
26. Doar sangue (mais a quem precisa e menos ao dono do jornal).
27. Escrever um livro.
28. Comprar um All Star novo e aposentar o velho encardido.
29. Parar de ficar procurando o amor de sua vida em eventos só com jornalistas.
30. Não fazer mais listas com resoluções de ano novo. 

domingo, 2 de dezembro de 2012

UFMS abre concurso para professor adjunto de Jornalismo



NívelProfessor Adjunto
Programa
1. Práticas, usos e perspectivas da multimídia e do hipertexto para o Jornalismo;
2. Ciberjornalismo: conceito e características;
3. A convergência de mídias e os novos formatos no Jornalismo digital;
4. Tablets, celulares e redes sociais como uma nova fronteira para o Jornalismo;
5. As possibilidades de conteúdo e os dilemas éticos das novas câmeras ocultas: celulares e a geração, pelos leitores, de conteúdo para o jornalismo;
6. Formas da Narrativa do Ciberjornalismo;
7. Texto para web;
8. A base de dados como fonte para o jornalismo;
9. RAC - Reportagem Assistida por Computador;
10. Qualidade de conteúdos em Ciberjornalismo;
11. Tendências e potencialidades do Ciberjornalismo no Brasil;
Bibliografia Básica
- Barboda, SO Jornalismo digital em base de dados (JDBD): um paradigma para produtos jornalísticos digitais dinâmicos. Tese de doutorado em Comunicação, UFBA, 2007.
- Dyson, E A Nova Sociedade Digital. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1998.
- Gosciola, V Roteiro para as novas mídias: do cinema às mídias interativas. 3a. ed. São Paulo: Editora Senac - São Paulo, 2010. v. 1. 280p
- Kucinski, B A nova era da comunicação: reflexões sobre a atual revolução tecnológica e seus impactos no jornalismo . Revista Estudos em Jornalismo e Mídia, Vol. 9, N° 1 – Janeiro a Junho de 2012 .
- Levy, P Cibercultura, São Paulo: Editora 34, 1999
- Machado, E; Palacios, M (Orgs.) Modelos do Jornalismo Digital, Salvador: Calandra, 2003.
- Machado, E O ciberespaço como fonte para jornalistas. Salvador, Calandra, 2003.
- Machado, E O Jornalismo digital em Base de Dados. Florianópolis, Calandra, 2006.
- Marcondes Fo, C Jornalismo fin-de-siécle. São Paulo, Scritta, 1993.
- Santaella, L Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.
- Wolton, D Internet, e depois? Porto Alegre, Sulina, 2003.
Município
Campo Grande/MS
Regime de Trabalho
DEDICAÇÃO EXCLUSIVA
Fonte: UFMS

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

As profissões mais sonhadas pelos brasileiros na infância



Como parte do seu estudo das "profissões dos sonhos", o LinkedIn pesquisou mais de 8.000 profissionais globalmente para descobrir a aspiração de carreira mais comum que estas pessoas tinham na infância e quantos profissionais tem essas profissões atualmente.

Mulheres elegeram jornalismo em 3° lugar.

Dica: Portal 80

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Compre o livro de Duda Rangel pela internet

São dois canais para você comprar “A vida de jornalista como ela é – o melhor do blog de Duda Rangel” pela internet, com entrega dentro do Brasil.

A venda já começou. Por enquanto, apenas pelo blog, de forma direta e simples. Nos próximos dias, será aberta também a venda por uma loja virtual na página do blog Desilusões perdidas no Facebook.

Nos dois casos, o valor é o mesmo (R$ 22,90), com frete grátis para todo o Brasil.

O que vai mudar entre um canal de venda e outro são as formas de pagamento. Clique aqui para ver como comprar.

domingo, 28 de outubro de 2012

Vinte atitudes para ser um jornalista melhor

Site desta imagem: Toca da Cotia

Atitudes positivas podem não atrair aumento de salário, mas atraem, sem dúvida, boas energias.

1. Saia para a rua com uma pauta e volte com outra bem diferente.
2. Abrace um assessor de imprensa.
3. Escreva um texto todinho sem aspas.
4. Leia pelo menos dois jornais por dia. Todo dia.
5. Ao saber que foi pautado para cobrir o buraco na rua, sorria.
6. Faça refeições regulares, a cada três... dias.
7. Abrace um entrevistado chato.
8. Adote um foca abandonado.
9. Ensine um repórter velho o que é Facebook, Twitter, iPod.
10. Cultive o seu próprio pé de maconha. Orgânica.
11. Compartilhe o almoço boca-livre com um motorista faminto.
12. Não guarde rancor daquele seu chefe filho-da-puta-corno-desgraçado-babaca que cassou sua folga.
13. Mande um manual de redação para a reciclagem.
14. No plantão de domingo, ligue para o(a) namorado(a) para dizer que está com saudade.
15. Abrace o doutor Gilmar Mendes (brincadeira, não precisa chegar a tanto).
16. Lembre de Deus não apenas no desespero do fechamento.
17. Respeite as minorias, como os jornalistas que ganham bem.
18. Doe mais sangue. A quem realmente merece.
19. Elogie um release.
20. Passe uma semana inteira sem reclamar. Ok, um dia sem reclamar. Uma horinha?


Via Desilusões Perdidas.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Comunique-se e Deloitte divulgam resultados de estudo sobre jornalistas


Realizada pelo Comunique-se, em parceria com a Deloitte, considerada uma das maiores consultorias e auditorias do mundo, os resultados da pesquisa "Fala, Jornalista!" foram divulgados nesta manhã, 23. Trata-se de um estudo que revela a opinião dos jornalistas sobre uma série de assuntos relacionados ao dia a dia do trabalho na imprensa e ao movimento do mercado de comunicação corporativa. Confira aqui.